PONTE DOS POVOADOS
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| Obra ou Esqueleto do que será a ponte no futuro |
Malhada da Onça, e outras povoações, e Belisca Pau, e também a outros povoados.
A estrada vicinal entre povoados Malhada da Onça-Belisca Pau, dentre outros, é uma importantíssima via vicinal de acesso à AL-110, que liga o Município Taquarana, na BR-316, no Morro do Cuscuz, própria BR-316 à BR-101 e ao histórico Município Penedo, no Baixo São Francisco, passando pelas cidades Coité do Nóia, Igreja Nova, São Sebastião e Arapiraca.
Todavia, a silenciada queda da ponte recém construída naquele mesmo local e na mesma ligação, cujos escombros estão lá, ao lado, chama a atenção da população daquele região, e de outras, para a qualidade e o acesso da nova ponte, que está com sua construção muito atrasada e a população com medo de ficar ilhada, mais uma vez.
A CCVOM (Comissão Civil de Verificação de Obras Municipais) fez mais uma vistoria à obra que será transformada em uma ponte, que até já ganhou da população local o seu nome.
No entanto, como a pessoa que seria homenageada, Regina de Lira Félix, jovem que quase morreu afogada, quando caiu da armadilha chamada Passagem Molhada, está viva e, portanto, não pode ter o seu nome posto em edificações municipais.
Assim, alguns moradores e moradoras daquela região se comprometeram a analisarem o nome de alguma pessoa que ali viveu e conviveu e já faleceu para ser homenageada, dando o nome dela à referida ponte.
A foto, acima, da lateral da estrutura lá já existente impressiona, a quem não está atento a diversos outros aspectos da mencionada construção e do tempo de atraso da mesma.
Isto tem causado algumas controvérsias porque umas pessoas dizem que a obra está "bem" no seu fim. E outras, especialmente as milhares de pessoas que por lá trafegam diária ou constantemente percebem que a obra não terminará "tão cedo". Muitos acreditam que nem em mais 90 dias, como se comenta.
Quanto à aparente fiscalização da mencionada obra, apenas uma vez, as poucas pessoas integrantes da CCVOM constataram a presença de 2 empregados da Codevasf (Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba) e o resultado da "fiscalização" não é divulgado à sociedade.
Aliás, quanto ao término da obra, já aconteceram diversas promessas nesse sentido, quando eram definidas datas para o término da obra e nada. Daí não mais se usar datas como referência. Mas a se dizer que "em pouco tempo" a obra seria terminada e nada também. Atualmente, a promessa foi renovada para mais 3 meses.
No entanto, este vídeo, mesmo amador, demonstra que ainda há muito trabalho para ser feito, inclusive os 2 grandes aterros de acesso ao leito da futura ponte, posto que ela só está com parte das vigas. Os 2 aterros são para os acessos a cada lado da ponte, além do piso ou "leito" dela.
Então, a grande reivindicação é que a Passagem Molhada ou desvio seja urgentemente feita de forma correta e a mais segura possível e não se deixe lá aquela armadilha, inclusive sem nenhuma iluminação.
Se a armadilha provocar uma tragédia, como ficarão as responsabilidades?
Porém, também não se espera que se culpe a natureza e, em especial, as águas que por ali passam ou operários que lá trabalharam ou trabalham.