sábado, 10 de outubro de 2015

A DISPUTA POR UMA VAGA DE PROCURADOR DE CONTAS CONTINUA E GERA NOTÍCIA NACIONAL



Nos últimos tempos, cada vez que é preciso preencher uma vaga de conselheiro do TCE (Tribunal de Contas Estadual) é uma disputa feroz e que envolve três categorias profissionais: políticos, do Executivo ou do Legislativo, auditores de contas do TCE e de procuradores de contas do TCE.
Atualmente, a vaga em aberto é da classe de procuradores de contas, vez que não existe nenhum deles ocupando vaga.
 Nesse sentido já existem diversas manifestações. Todavia, o governador Renan Filho não quer respeitar essas reivindicações da sociedade e de instituições, pois prefere nomear o próprio tio Olavo Calheiros, atualmente deputado estadual.
A seguir leia matéria que trata dessa temática:  
“Disputa pela ‘cadeira de conselheiro’: repercussão nacional mostra o peso da decisão política de Renan Filho
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Prevalecer-se-á os bastidores ou não em relação à disputa pela cadeira vaga de conselheiro do Tribunal de Contas do Estado de Alagoas (TCE/AL)? Bem, pelos bastidores, o governador de Alagoas, Renan Filho (PMDB) – que tirou umas férias de 10 dias e deixou o vice Luciano Barbosa (PMDB) em seu lugar – nomeará o tio, o deputado estadual Olavo Calheiros (PMDB), para a vaga.
A cadeira ficou livre desde a aposentadoria do conselheiro Luiz Eustáquio Toledo. Havia o entendimento – inclusive quem comunga desta opinião é o próprio TCE e a Procuradoria Geral do Estado – de que a vaga deveria ser preenchida por um dos procuradores do Ministério Público de Contas. Tanto é assim que o órgão ministerial elaborou sua lista tríplice há tempos e o Tribunal a encaminhou para Renan Filho.
O governo também parecia ter o entendimento de que a vaga era dos procuradores. A prova disto é a fala do chefe do Gabinete Civil, Fábio Farias, quando foi entrevistado por este blog. Farias disse que o governador apenas iria conversar com os três procuradores que estavam indicados pelo Ministério Público de Contas para decidir entre um deles. Porém, movimentações de bastidores parecem ter não só atrasado a nomeação, mas como colocado “dúvidas” na cabeça do governador.
Quando tudo muda desta forma – e do dia para a noite – é de se reforçar: em política não há coincidências e até o boi pode voar. Haja vista que, no Brasil, a vaca já tossiu faz tempo, que o diga a presidente Dilma Rousseff (PT) e suas promessas de campanha. Mas, voltemos ao assunto...
A Assembleia Legislativa do Estado de Alagoas foi quem deu o primeiro passo para plantar tal dúvida e abrir caminho nos bastidores políticos para uma possível livre nomeação do governador Renan Filho. O caminho para que o chefe do Executivo abrisse mão de indicar um procurador para a vaga de conselheiro e – em seu lugar – mandasse para o Tribunal o tio: o deputado estadual Olavo Calheiros (PMDB), que é irmão do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB).
Por que foi a Assembleia, da qual Olavo Calheiros faz parte, quem deu o primeiro passo para isto? Bem, foi um ofício assinado por Luiz Dantas (PMDB), o presidente da Casa, que disse ao governador que o Tribunal de Contas do Estado, a Procuradoria Geral do Estado, o Ministério Público de Contas, o Ministério Público Estadual e uma série de entidades (algumas nacionais) estão erradas e que a vaga é de livre escolha do governador.
O presidente da Casa de Tavares Basto diz isto mesmo sabendo que o Tribunal de Contas é composto por sete cadeiras e – constitucionalmente – uma delas é do MP de Contas. Vejam a composição atual: quatro cadeiras indicadas pelo parlamento estadual (Rosa Albuquerque, Cícero Amélio, Fernando Toledo e Maria Cleide), uma indicada pelos auditores (Anselmo Brito), uma indicada pelo governador, que na época era o atual deputado federal Ronaldo Lessa (PDT) (Otávio Lessa). Ou seja, para que o Tribunal esteja em acordo com a Constituição, a vaga seria de um procurador.
Este é o entendimento de muitas entidades, menos da Casa de Tavares Bastos a quem o governador tem dado ouvidos. Renan Filho não confirma que é uma estratégia de bastidores para nomear Olavo Calheiros. Oficialmente, o chefe do Executivo diz ter dúvidas quanto à vaga e espera um pronunciamento da Justiça. De acordo com ele, se a vaga for do MP de Contas, “terá prazer em nomear um procurador”, mas se for do governador, “fará a nomeação”. Diz ainda que não pensou em nomes, mas também nunca afastou a possibilidade de nomear Olavo Calheiros.
Em recente entrevista à jornalista Vanessa Alencar, Olavo Calheiros diz não “brigar pela vaga que pertence ao governador”. Todavia, nos bastidores políticos é dada como certa a possível afronta ao entendimento do Ministério Público de Contas e ao Tribunal de Contas. Diante deste cenário, o assunto já repercute nacionalmente.
O jornalista Ricardo Boechat em recente programa, na BandNews, tocou no assunto. Fez uma comparação entre o domínio político da família Calheiros em Alagoas e o que ocorre no Maranhão, com o controle político exercido pela família Sarney. Ora, confirmando-se a nomeação de Olavo Calheiros não se pode dizer que a comparação é descabida. É uma reflexão válida, sim!
Afinal de contas, é de se estranhar que o governador use do poder do cargo – ainda que seja uma vaga por livre nomeação – para favorecer o tio, Olavo Calheiros. Vale salientar do quanto isto já pegou mal, quando Ronaldo Lessa nomeou Otávio Lessa, atualmente presidente da Corte de Contas. O que se espera do estadista é justamente a impessoalidade.
Fora isto, o governador de Alagoas tem uma chance histórica em sua mão: dá ao Tribunal de Contas do Estado a composição que a Constituição cobra. Independente de ser livre escolha ou vaga do MP de Contas, fará isto se nomear um dos três procuradores.
O áudio do programa de Boechat “viralizou” na rede social whatsapp. Os procuradores comemoraram o posicionamento do jornalista e o fato dele chamar atenção – no âmbito nacional – para um caso que já vem sendo questionado localmente.
Eis o que diz um trecho da gravação: “Determinadas famílias em determinados Estados se tornam proprietárias do aparelho público e vão se perpetuando nomeando a si próprios, seus parentes (...) O caso mais exemplar é a família Sarney do Maranhão. No caso de Alagoas é o clã Calheiros. O senador Renan Calheiros (PMDB) é o presidente do Senado, o filho – Renan Filho (PMDB) – é o governador de Alagoas, e ele está prestes a tomar uma ação que é uma afronta à moral, os costumes e tudo mais. Ele está prestes a nomear o tio dele para o Tribunal de Contas do Estado. Decidiu ignorar pareceres contrários ao TCE e outras instâncias e ignorar a lista tríplice do Ministério Público de Contas”.
Dá para sentir que a decisão do governador terá um peso político que pode desgastar seu governo, caso os bastidores se confirmem. Estaria Renan Filho disposto a pagar o preço? Vale salientar que o próprio chefe do Executivo nunca confirmou as movimentações que são alardeadas pela imprensa, mas onde há fumaça...
http://cadaminuto.com.br/noticia/2015/10/06/disputa-pela-cadeira-de-conselheiro-repercussao-nacional-mostra-o-peso-da-decisao-politica-de-renan-filho”

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Palestina2015-UM MILHÃO, ALÉM DE FESTA, GERA O ESCONDER DE ALGO



Prefeitos, prefeitas e Ama alardeiam que prefeituras estariam quebradas. Terrorizam? E não só! Cometem crimes e improbidades administrativas também. Só não usam o dinheiro municipal para cumprirem a lei e mostrarem cada prestação de contas e menos ainda para mostrarem os valores que cada município arrecada. Tributos que pagamos.

Mas.... Será que algum deles vai disputar a reeleição? E com quais dinheiros, com tantos cacos?

 Decretam até "greve"! Lockout -  em bom brasileiro - locaute. Será que alguém não ouviu falar disso nesses últimos tempos do fim do mundo, logicamente, da boca de enganadoras gestões municipais e da Ama?

No entanto, alguns gastos dessas gestões revelam um forte desprezo pela empobrecida população que as elegeu. Muitos deles e delas prometeram o céu e já renovam as promessas para o ano vindouro. Será por quê?

Por causa daquilo e disso, promotores e promotoras de justiça já proibiram determinadas espécies de gastos. Como as de caríssimas festas, por exemplo. Aparentemente, o mundo das bandas musicais está de bolsos estufando ou, no mínimo, bem cheios, de dinheiros municipais.

Recentemente, almoçávamos no restaurante Hora Extra, em Santana do Ipanema, quando encontrávamos com uma delegação palestinense, mais alguém de Pão de Açúcar e a conversa rolou sobre gastos com festa, em Palestina, mas também sobre a falta de quase tudo para beneficiar, de verdade, aquela população.

 E aí veio a notícia do quase um milhão. Valor gasto em locação de palco, equipamento de som, gerador, banheiro químico e prá quem? E prá quê? Não havia informação algum! "Nenhuma banda ou 'cantor' teve a sorte de ter o nome revelado na gastança. Dissemo-lhes que, na melhor das possíveis hipóteses, gastar-se quase um milhão no que se poderia imaginar já era um absurdo e mais ainda em "palcos, 'fedorentos' sanitários" e tal.

Mas, naturalmente, fomos verificar.  E nos deparamos com os textos que leremos, via Diário Oficial do Estado. No Doe-AL, como o jornal oficial estadual é conhecido, estão publicados, com pequenas alterações:

"EXTRATO DE CONTRATO - O Município de Palestina, torna público que, em cumprimento à Lei nº8.666/93, efetuou CONTRATO com a empresa JORGE PEREIRA DA ROCHA NETO-EPP, CNPJ nº01.771.408/0001-20, conforme proposta de preço ofertada na (des)ordem de R$997.833,00 novecentos e noventa e sete mil oitocentos e trintas e três reais). Palestina/AL, 20 de agosto de 2015 - Eliane Silva Lisboa - Prefeita"

Mas... tanto dinheiro, prá que mesmo? Bem... Se não sabemos, a seguir a Prefeitura dá-nos uma estranha resposta:

"Prefeitura de Palestina - HOMOLOGAÇÃO E ADJUDICAÇÃO - A PREFEITA DE PALESTINA/AL, no uso de suas atribuições legais, e em cumprimento à Lei nº8.666/93, resolve HOMOLOGAR o Processo Administrativo, considerando, com base nas informações aduzidas nos autos, sua plena regularidade. Em ato contínuo, ADJUDICO a Adesão à Ata de Registro de Preço n°001/2015 de Lagoa da Canoa/AL, Objeto: registro de preços para a eventual locação de palco, equipamento de som, gerador, banheiro químico, para a empresa JORGE PEREIRA DA ROCHA NETO-EPP, CNPJ nº01.771.408/0001-20, conforme proposta de preço ofertada na Ata de Registro de Preço n°001/2015. Palestina /AL, 20 de agosto de 2015."

E, então, nos perguntamos: "Se além da 'locação de palco, equipamento de som, gerador, banheiro químico' e mesmo alguma necessária festa, essa dinheirama fosse realmente gasta em remédios, exames, profissionais na saúde, saneamento básico e ambiental, política cultural, práticas desportivas, moradias, oculistas, calçamento, melhoria salarial de servidores, bolsa família municipal, dentistas etc. como estaria a população palestinense?

Não sabemos bem! Mas... bem, entendemos que a resposta para a longa pergunta está com a gente, especialmente, contigo, leitor(a) e eleitor(a) destas poucas linhas!

>Produção: Fórum de Controle de Contas Públicas em Alagoas
Contatos - Imeio: fcopal@bol.com.br - Blogue: fcopal.blogspot.com
Redação Paulo Bomfim (Conselheiro Municipal de Controle Social, em São Sebastião)
Data: 28 de agosto (Data de aniversário do meu saudoso pai, que no Céu está!) de 2015

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Palestina2015-PARTES DO DINHEIRO DA SAÚDE JÁ SOMAM QUANTO EM 2015?



R$ 632.174,14!

Esse montante é a soma de partes dos dinheiros que o Ministério da Saúde repassou para Palestina, até agosto de 2015: R$632.174,14. E só o da saúde! Afora todos os demais dinheiros municipais, inclusive o tão-somente falado FPM, que teimar em dizer diminuídos, mas não citam os valores.

Quanto somaram os dinheiros da educação, IPI, assistência social, convênios, IPVA, Cide, IPTU, ITBI, Royalties, ICMS, taxas, ISS, contribuições etc., além de outros tantos?

Apesar de não englobar todos os dinheiros da saúde, os  valores que você lerá a seguir são muito dinheiro e se bem gasto tornaria o sistema municipal de saúde de Palestina bem melhor.

Em 2014, dinheiros da saúde de Palestina foram: R$1.215.963,94, na receita orçamentária de R$17.027.386,23.

Todos os dinheiros arrecadados por aquele sertanejo Município de cerca de 5.004 habitantes, segundo a Fundação Instituto Brasileiros de Geografia e Estatística (IBGE) serão publicizados e demonstrados à população em 20 de novembro, próximo, quando haverá mais um Seminário de Cidadania Ativa, em homenagens às memórias de ALOÍSIO DANTAS e de ZUMBI DOS PALMARES, dois dos mais fortes defensores da dignidade de qualquer vivente e especialmente dos direitos humanos.

Então, você, leitor(a) já está convidad@!    

Os R$632.174,14 que vieram até agora são individualizados para 5 ações de saúde pública. Prevenção e o tratamento de doenças; a utilização rede hospitalar ou ambulatorial de alta ou de média complexidade, e ações de promoção da saúde.

Abaixo, você pode ler quais são as 5 ações de saúde pública e os valores que cada uma já recebeu esse ano:

Vigilância em Saúde
28.741,75
Média ou Alta Complexidade Ambulatorial ou Hospitalar
53.394,16
Assistência Farmacêutica
47.537,20
Investimento
378.000,00
Atenção Básica
502.501,03

Os dinheiros têm por fundamento melhorar as ações e os serviços de saúde naquele Município desta Região Metropolitana do Agreste. Eles precisam ser bem fiscalizados pela Câmara Municipal, que, como todos sabem, não cumpre o seu papel, e o Conselho Municipal de Saúde (CMS), que também não tem divulgado os valores, debatido e publicamente questionado como os dinheiros têm sido gastos pela Prefeitura.

No entanto, a população deve também fazer uma ação muitíssimo importante: Fiscalizar e colocar a boca no trombone. Se não, o descaso administrativo e o sofrimento da própria população continuarão.

É essa forte omissão de muitos, até mesmo "das pessoas 'de bem' que formam a grande maioria da população", bem como de quem tem o dever-funcional-institucional de agir, que permite as falácias sobre a quebra das prefeituras, mas permite que os que sempre anunciam a quebra corram atrás de outro doce ou "duro" mandato. Com a palavra, você e eu. Aliás, nós!

Dentro de suas possibilidades, este Foccopa e a rádio comunitária Salomé FM 105,9 MHz cumprem os seus deveres e divulgam os valores, informando não só a seus filiados e filiadas, e ouvintes, mas também à população em geral para possibilitar à sociedade exercer o seu direito-dever de cidadania, fazendo as cobranças que entender necessárias para melhorar os gastos dos recursos municipais.

Eis uma luta de todos e de todas que sonham com dias melhores.

>Produção: Fórum de Controle de Contas Públicas em Alagoas
Contatos - Imeio: fcopal@bol.com.br - Blogue: fcopal.blogspot.com
Redação Paulo Bomfim (Conselheiro Municipal de Controle Social, em São Sebastião) e Paulo Henrique
Fontes: Fundo Nacional de Saúde (FNS) e Secretaria do Tesouro Nacional (STN)
Data: 07-09-2015 -  Atualização:16-09-2015

Arapiraca-AL-2015-PARTE DO DINHEIRO DA SAÚDE JÁ SOMA QUANTO EM 2015?



R$ 90.202.250,28!

Esse montante é a soma de parte dos dinheiros que o Ministério da Saúde repassou para Arapiraca, até agosto de 2015: R$90.202.250,28. E só o da saúde! Afora todos os demais dinheiros municipais, inclusive o tão-somente falado FPM.

Quanto somaram os dinheiros da educação, IPI, assistência social, convênios, IPVA, Cide, IPTU, ITBI, Royalties, ICMS, taxas, ISS, contribuições etc., além de outros tantos?

Apesar de englobar todos os dinheiros da saúde, os  valores que você lerá a seguir  são muito dinheiro e se bem gasto tornaria o sistema municipal de saúde de Arapiraca bem melhor.

Em 2014, os dinheiros repassados para a saúde somaram: R$114.898.499,34, numa arrecadação orçamentária de R$274.148.609,80, segundo informações da Secretaria do Tesouro Nacional.

Os R$90.202.250,28 que vieram até agora são individualizados para 5 ações de saúde pública. Prevenção e o tratamento de doenças; a utilização rede hospitalar ou ambulatorial de alta ou de média complexidade, e ações de promoção da saúde.

Abaixo, você pode ler quais são as 5 ações de saúde pública e os valores que cada uma já recebeu esse ano:

Vigilância em Saúde
1.112.551,08
Média ou Alta Complexidade Ambulatorial ou Hospitalar
71.818.756,00
Assistência Farmacêutica
1.057.267,20
Investimento
378.000,00
Atenção Básica
15.835.676,00

Os dinheiros têm por fundamento melhorar as ações e os serviços de saúde naquele Município desta Região Metropolitana do Agreste. Eles precisam ser bem fiscalizados pela Câmara Municipal, que, como todos sabem, não cumpre o seu papel, e o Conselho Municipal de Saúde (CMS), que também não tem divulgado os valores, debatido e publicamente questionado como os dinheiros têm sido gastos pela Prefeitura.

No entanto, a população deve também fazer uma ação muitíssimo importante: Fiscalizar e colocar a boca no trombone. Se não, o descaso administrativo e o sofrimento da própria população continuarão.

É essa forte omissão de muitos, até mesmo "das pessoas 'de bem' que formam a grande maioria da população", bem como de quem tem o dever-funcional-institucional de agir, que permite as falácias sobre a quebra das prefeituras, mas permite que os que sempre anunciam a quebra corram atrás de outro doce ou "duro" mandato. Com a palavra, você e eu. Aliás, nós!

Dentro de suas possibilidades, este Foccopa e a rádio comunitária Salomé FM 105,9 MHz cumprem os seus deveres e divulgam os valores, informando não só a seus filiados e filiadas, e ouvintes, mas também à população em geral para possibilitar à sociedade exercer o seu direito-dever de cidadania, fazendo as cobranças que entender necessárias para melhorar os gastos dos recursos municipais.

Eis uma luta de todos e de todas que sonham com dias melhores.

>Produção: Fórum de Controle de Contas Públicas em Alagoas
Contatos - Imeio: fcopal@bol.com.br - Blogue: fcopal.blogspot.com
Redação Paulo Bomfim (Conselheiro Municipal de Controle Social) e Paulo Henrique
Fontes: Fundo Nacional de Saúde e Secretaria do Tesouro Nacional
Data: 07-09-2015 -  Atualização:16-09-2015