segunda-feira, 1 de junho de 2026

ACESSO AO PLMDO PARA 2027

Nessas datas do Dia Mundial da Imprensa e do Dia da 1ª Transmissão de TV no Brasil, a cópia deste pLMDO (projeto da Lei Municipal de Diretrizes Orçamentárias) para 2027 foi fornecida ao PT e a outras entidades interessadas em conhecer e poder participar da elaboração dos princípios, das metas e das prioridades da administração municipal  são-sebastiãoense para o ano que vem pelo Gabinete do vereador Vando Canabrava, MDB, como sempre fez em seus mandatos. 

Porém, frisa-se que cada parlamentar pode fornecer à população a cópia desde e dos demais projetos de lei municipal.

O pLMDO é um dos 3 projetos de leis orçamentárias na sistemática administrativa, em qualquer um dos 5.570 municípios e dos 26 estados-membro, de 1 Distrito Federal e do Brasil.

Como todas, todos e todes sabem é durante a construção ou elaboração das 3 leis orçamentárias que são feitas as inúmeras programações e subprogramações das necessidades da população para um período de 4 anos, no pPMPA (projeto do Plano Municipal Plurianual de Ação - https://fcopal.blogspot.com/2011/08/estado-elabora-o-plano-plurianual-de.html), e para cada exercício, no projeto de pLMDO e no projeto da pLMOA (projeto da Lei Municipal Orçamentária Anual).   

Como vão ser gastos os dinheiros municipais no período de 4 anos e em cada ano seguinte? As respostas são: nos momentos de elaboração das leis orçamentárias. E não, depois, como muita gente acha.

Eis alguns dos motivos por que as leis orçamentárias devem ser construídas com a participação do povo e porque cada câmara está proibida de aprovar o respectivo projeto, se ele não foi construído ou elaborado dessa forma participativa, como determina o Estatuto do Município (ou ‘da Cidade’), desde 10 de julho de 2001, Lei Nacional Ordinário nº10.257.

Infelizmente, a grande maioria de prefeitos ou de prefeitas e de vereadoras ou de vereadores desrespeita o retrorreferido Estatuto do Município e aprova leis orçamentárias irregulares.

Todavia, a população, os partidos políticos, mesmo os que se dizem democráticos, na maioria das vezes, como outras instituições sociais, também não efetivam o cumprimento das normas do “Orçamento Participativo”.

É duro, população!

Mas como dizia em livro de 1905, analisando o Orçamento Nacional de 1903, o sergipano e o médico Manoel Bomfim, citado pelo excelente Luís Nassif

há quanto tempo a classe política brasileira perde a noção de nação. Para um orçamento de 330 mil contos, 122 mil contos (37% do total) representavam os gastos com o funcionamento do governo e 133 mil contos (40%) com os serviços da dívida, amortizações e juros. É monstruoso, que num País novo, onde toda a educação está por fazer, reservem-se apenas 3 mil contos, menos de 1% do orçamento para todo o ensino, bibliotecas, museus e escolas especiais.

Por isto e por outras é que Manoel Bomfim é absurdamente ‘esquecido’, silenciado, pelas elites brasileiras, Por intelectuais, até.

Município São Sebastião, Alagoas, 1 de junho de 2026

Assinado: PT São-sebastiãoense