quinta-feira, 12 de maio de 2022

COSIP – POR QUE SUA ARRECADAÇÃO NÃO APARECE EM UNS MUNICÍPIOS?

 ERRO CONTÁBIL?

Ou ação para desinformar a população?

Em continuação à matéria anterior: “COSIP PRODUZ MUITA GRANA, AQUI, ALI E ACOLÁ - E ATÉ EM ALÉM MAR”, publicada no blogue deste Foccopa em - https://fcopal.blogspot.com/2022/05/cosip-produz-muita-grana-aqui-ali-e.html - onde pode ser lida e impressa, não só os altos montantes da Cosip (Contribuição para Custeio dos Serviços de Iluminação Pública) em cada município chamaram a atenção da população.

Além dos altos valores e montantes arrecadados, a população de alguns municípios volta sua atenção para as grandes diferenças entre os montantes arrecadados, sem nenhuma explicação acreditável de prefeitos e de câmaras municipais, como em Arapiraca, Barra de São Miguel, Carneiros, Coruripe etc..

Também chama muito a atenção o fato de alguns municípios não contabilizarem os valores e o montante arrecadado de Cosip, como Limoeiro de Anadia, União dos Palmares, Jirau do Ponciano, Olho d'Água do Casado, Jacuípe etc., apesar de a população pagar mensalmente os absurdos percentual da Cosip. 

Leia os valores arrecadados em cada município  

Municípios

2020

2021

Olho d’Água do Casado

00,00 

162.618,00

Arapiraca

15.786.501,77

24.140.177,32

Coruripe

970.718,03

4.287.155,2

Carneiros

4.720,41

64.071,10

União dos Palmares

00,00—

4.694.835,49

00,00--5.647.659,27

Delmiro Gouveia

2.532.618,09

3.656.313,52

Limoeiro de Anadia

00,00 

1.028.345,97

Pariconha

 

834.561,05

Girau do Ponciano

00,00--

00,00--

00,00--

94.755,38

Barra de São Miguel

685.786,88 

2.251.560,43

Água Branca

 

1.252.074,34

Jacuípe

00,00

00,00

Também o estranho fato de o valor da arrecadação da Cosip não aparecer ou “não ser classificado” na DCA (Declaração de Contas Anuais), apesar de ser mensalmente cobrada por cada administração e câmara municipais.

Outro questionável fato é a grande diferença de arrecadação entre um ano e outro em determinados municípios. A tabela abaixo demonstra estas 2 situações.

Objetivamente, este Foccopa não conseguiu respostas para os dois fatos. Mas eles podem vir de relevante erro contábil ou de uma sutil intenção de desinformar a população.

A desinformação evita as fortes reclamações que surgem em praticamente todos os municípios, em virtude da cobrança da Cosip ser considera extorsiva.

As “inconsistências” são claras. E o porquê delas aparecerá se e quando a população que paga a alta conta da Cosip cobrar respostas dos 2 poderes municipais, prefeitura e câmara. Ou mesmo das autoridades e instituições de controle.

De início, as reais respostas podem vir do respectivo contador, controlador interno ou gestor municipais, além de vereadores e de vereadoras, que têm o dever de fiscalizarem os gastos municipais.

As respostas também poderão vir do TCE (Tribunal de Contas Estadual) ou do MPC (Ministério Público de Contas), quando da elaboração do parecer: ministerial, no caso do MPC, e prévio, no caso do TCE.

>Produção: Fórum de Controle de Contas Públicas em Alagoas (Foccopa)
Contatos – fcopal@bol.com.br – Blogue: fcopal.blogspot.com
Redação: Paulo Bomfim – Integrante do Foccopa
Data: 07-05 de 2022

quinta-feira, 28 de abril de 2022

Coité do Nóia – ORIGENS DOS DINHEIROS EM 2021

 E A PARTICIPÇÃO DO ESTADO E DA UNIÃO

Na arrecadação do Município Coité do Nóia, situado na Região Metropolitana do Agreste, com acesso pela rodovia AL-110. O Município ficou nacionalmente famoso quando a nova Roque Santeiro mencionou que lá moraria Sinhorzinho Malta.

Aa STN (Secretaria do Tesouro Nacional, em 2021, a líquida arrecadação orçamentária totalizou R$44.796.869,95, sendo R$44.040.657,80, de receitas correntes, e R$756.212,15, de receitas de capital. A bruta arrecadação somou: R$47.975.257,61.

O Município tem 3 fontes de arrecadação. São elas: a do próprio Município, a do Estado e a da União. Isto se dá em razão do princípio tributário federativo da repartição das receitas tributarias. Divisão que tem como objetivo o silenciado combater as desigualdades socioeconômicas humanas, entre as regiões e os municípios do Brasil.

Receitas

Própria

Transferências

Estado

União

Correntes

3.417.848,57

40.622.809,23

4.419.248,46

36.203.560,77

44.040.657,80

3.417.848,57

40.622.809,23

4.419.248,46

36.203.560,77

(100%)

(7,76%)

(92,24%)

(10,03%)

(82,21%)

de Capital

00,00

 756.212,15

00,00

756.212,15

44.796.869,95

3.417.848,57

41.379.021,38

4.419.248,46

36.959.772,92

(100%)

(7,62%)

(92,38%)

(9,87%)

(82,51%)


Em valores e em percentual o leitor ou a leitora leu quanto cada ente (Município, Estado e União) federativo contribuiu com os dinheiros movimentados por Coité do Nóia, considerando a capacidade que cada um tem de criar e de cobrar tributos, que depois são compartilhados.

Nessa divisão, a União transfere dinheiro para o Estado e para o Município. Já o Estado transfere para o Município. Nas duas situações podem ser em determinado valor ou em percentual do que arrecadou. Os valores vêm diretamente dos tributos e de fundos contábeis formados por um conjunto de tributos, como o FPM e o Fundeb, SUS ou FNDE.

A arrecadação de cada ente federativo tem origem nos tributos municipais, estaduais e nacionais que pagamos sem perceber muitas vezes, vez que são tributos indiretos ou embutidos no preço de cada produto. Os montantes que formam a arrecadação de cada município é que sinalizam se eles são “ricos ou endinheirados” ou “empobrecidos ou sem recursos”.

Autores dizem que o “núcleo da pujança municipal” é o montante da renda própria. Isto é, as receitas arrecadadas pelo próprio município. Outros autores dizem que na análise da “pujança” ou riqueza municipal leva-se em consideração o montante da arrecadação total.

Isto porque os dinheiros transferidos pelo Estado e pela União tornam-se recursos municipais, cuja divisão para utilização é decida por cada administração, quando elabora o pLOA (projeto da Lei Orçamentária Anual), e pela câmara municipal, quando vota e aprova cada projeto, transformando o mesmo em uma das leis do ciclo orçamentário.

Anual, no caso da Lei de Diretrizes Orçamentária (LDO) e da Lei Orçamentaria Anual (LOA), e para cada 4 anos, no caso do Plano Plurianual de Ação (PPA). Nesse 2021, cada município irá aprovar essas 3 leis orçamentárias básicas. A LDO e a LOA para 2022 e o PPA para o período de 2022 a 2025.

Portanto, participar da elaboração e da votação das leis é fundamental, pois saber o resultado da repartição do "bolo" tributário é importantíssimo para melhorar a qualidade de vida da população. Quais políticas públicas são mais prioritárias? Ou precisam receber mais dinheiro? O que é feito com os dinheiros? Você já analisou alguma prestação de contas?

Por exemplo, algum parlamentar coitenense informou à sofrida população quanto foi e o que foi feito com os dinheiros produzidos pelo tributo municipal Cosip (Contribuição para o Custeio do Serviço de Iluminação Pública), um tributo direto, cobrado na sua conta de luz?

Em 2021, a Cosip produziu: R$544.885,62, quando, em 2020, gerou R$419.034,41.

Assustou-se?!

Divulgue e debata isso na sua comunidade e no seu Município. Pratique o controle social. Só assim, as condições de vida poderão melhorar para todos e todas nós.

AGOSTO LILÁS: COMO AVANÇAR NO COMBATE À VIOLÊNCIA CONTRA MULHER?

https://www.brasil247.com/blog/agosto-lilas-como-avancar-no-combate-a-violencia-contra-mulher

 AS CRIANÇAS NÃO PODEM ESPERAR, DERRUBEM O VETO À MERENDA ESCOLAR

https://www.brasil247.com/blog/as-criancas-nao-podem-esperar-derrubem-o-veto-a-merenda-escolar

 Enfim, vamos reunir forças e participar da construção e do cumprimento ou da execução das leis orçamentárias. Assim, poderemos implementar uma gestão democrática e construir um município melhor para todos e todas nós.


>Produção: Fórum de Controle de Contas Públicas em Alagoas (Foccopa)
Contatos - Imeio:fcopal@bol.com.br - Blogue:fcopal.blogspot.com
Redação: Paulo Bomfim - Conselheiro de Controle Social em São Sebastião 
Data: 21-04-2021 – Atualização: em 19-08-2021

quarta-feira, 27 de abril de 2022

COSIP PRODUZ MUITA GRANA, AQUI, ALI E ACOLÁ

E ATÉ EM ALÉM MAR

 O altíssimo valor da Cosip (Contribuição para Custeio dos Serviços de Iluminação Pública) em cada município começa a ser questionado. 

Esse tributo municipal foi criado por prefeito ou por prefeita e por parlamentares municipais da época.

Atuais parlamentares poderiam fazer alguma coisa no sentido de acabar com a mencionada Contribuição Econômica ou mesmo, em casos comprovados de necessidade de existência da mesma, reduzir o seu valor. 

Mas... “eles e elas não fazem nada”, diz alguém que votou em parlamento que não tem nenhum compromisso com os direitos da população.

A arrecadação da Cosip tem sido questionada por causa de seu alto montante.

Em São Sebastião, Município localizado na região Agreste alagoana, o comerciante “Eraldo da Pizza” está fazendo uma campanha para que o percentual da mesma seja reduzido e o seu valor fixado monetariamente, possibilitando algum planejamento de comerciantes e de famílias.

E você, leitora ou leitor, acha e faz o quê para resolver isto?

Municípios

2020

2021

Arapiraca

15.786.501,77

24.140.177,32

Carneiros

4.720,41 

64.071,10

União dos Palmares

00,00

4.694.835,49 

00,00

5.647.659,27

Delmiro Gouveia

2.532.618,09

3.656.313,52

Atualizadas as informações referentes a Carneiros e União dos Palmares para incluir-se os montantes de 2020. 

Percebeu como a arrecadação aumentou de um para outro ano?

A administração de União dos Palmares informa que não houve cobrança da Cosip, estando a informação contábil com arrecadação zerada.

Estranhíssimo!

A população informa que paga a conta todo mês, “se não corta”, disse uma senhora ouvida.

No entanto, constata-se montante de “outras contribuições econômicas”, em mais de R$5 milhões e R$647 mil reais.

Pode ser uma séria e relevante imprecisão contábil ou uma tentativa de esconder da população o montante arrecadado, em razão da cobrança extorsiva da Cosip e de suas justas reclamações.

Todavia, o que os vereadores e a vereadora têm a explicar, já que deveriam ser fiscais da administração municipal?

>Produção: Fórum de Controle de Contas Públicas em Alagoas (Foccopa)
Contatos – fcopal@bol.com.br – Blogue: fcopal.blogspot.com
Redação: Paulo Bomfim – Integrante do Foccopa
Data: 17-04 (relembra o Massacre de Carajás) de 2022

domingo, 24 de abril de 2022

Ouro Branco – AS ORIGENS DE SEUS DINHEIROS EM 2021

E A PARTICIPÇÃO DO ESTADO E DA UNIÃO

Na arrecadação do Município Ouro Branco. Situado na região do Alto Sertão alagoano. Seu acesso é pela rodovia AL-130, a partir da BR-316, em Poço das Trincheiras, que é atravessada pela mencionada rodovia estadual, até a BR-423, em Ouro Branco.

O Município tem Pedra da Capelinha e Lajedo Grande com atrações turísticas e Santo Antônio como Padroeiro, sendo os respectivos festejos realizados de 1º a 13 de junho de cada ano.

Segundo a STN (Secretaria do Tesouro Nacional), em 2021, a líquida arrecadação orçamentária ouro-branquense totalizou R$51.764.440,73, sendo R$49.157.021,20, de receitas correntes, e R$2.607.419,53, de receitas de capital.

A bruta arrecadação ou receita municipal somou: R$54.337.724,58, quando não consideradas as deduções havidas.

O Município tem “3 fontes” ou origens de arrecadação. São elas: a do próprio Município, a do Estado e a da União. Isto se dá em razão do princípio tributário federativo da repartição das receitas tributárias. Repartição tributária é quando alguns impostos têm uma parte repassada para o Município.

A divisão ou a repartição tem como objetivo combater as enormemente silenciadas desigualdades socioeconômicas, entre as regiões brasileiras e os proporcionais municípios do Brasil.

Receitas

Própria

Transferências

Estado

União

Correntes

3.291.465,99

45.865.555,21

7.902.901,55

37.962.653,66

49.157.021,20

3.291.465,99

45.865.555,21

7.902.901,55

37.962.653,66

(100%)

(6,69%)

(93,31%)

(16,07%)

(77,24%)

de Capital

00,00

 2.607.419,53

00,00

2.607.419,53

51.764.440,73

3.291.465,99

48.472.974,74

7.902.901,55

40.570.073,19

(100%)

(6,36%)

(93,64%)

(15,27%)

(78,37%)

Em valores e em percentual o leitor ou a leitora leu quanto o Município, o Estado e a União contribuiu com os dinheiros movimentados por Ouro Branco, em 2021, considerando a capacidade que cada um deles tem de criar e de cobrar tributos: impostos, contribuições e taxas.

Leia também - AGOSTO LILÁS: COMO AVANÇAR NO COMBATE À VIOLÊNCIA CONTRA MULHER? - https://www.brasil247.com/blog/agosto-lilas-como-avancar-no-combate-a-violencia-contra-mulher

Impostos cujos montantes são compartilhados entre os chamados entes federativos.

Nessa repartição a União transfere ou compartilha dinheiros para os Estados e para os Municípios.

Já o Estado compartilha com os seus municípios.

Nas duas situações os montantes podem ser repassados em determinado valor ou em percentual do que arrecadou.

Os valores vêm diretamente dos tributos e de fundos contábeis formados por um conjunto de tributos, como o FPM (Fundo de Participação dos Municípios) e o Fundeb (Fundo de Manutenção e de Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação), que é um “fundão” estadual e subdividido em 27 outros fundos estaduais individualizados, FNS (Fundo Nacional de Saúde) ou FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação).

A arrecadação de cada ente federativo tem origem nos tributos municipais, estaduais e nacionais que pagamos. Sem perceber muitas vezes o pagamento, em razão de a cobrança desses tributos ser feita indiretamente ou embutida no preço de cada produto.

Os montantes que formam a arrecadação de cada município sinalizam se ele é “enriquecido” ou “endinheirado” ou “empobrecido” ou sem “dinheiros”, sem recursos, como dizem.

Autores dizem que o “núcleo da pujança(riqueza) municipal” é o montante da renda própria. Isto é, as receitas criadas e arrecadadas pelo próprio município, que são muito poucas: R$3.291.465,99 ou apenas 6,69%, quando somente consideradas as receitas correntes, que são as destinadas ao custeio ou à manutenção da administração municipal e da Câmara Municipal.

Ou de 6,36%, quando incluídas e consideradas também as receitas de capital, que são para investimentos, transferidas pelo Governo Federal, em 2021: R$2.607.419,53.

Outros autores dizem que na análise da “pujança” ou da riqueza municipal leva-se em consideração o montante da arrecadação total, que é o valor utilizado pela própria administração municipal e também pela câmara municipal, considerando-se os repasses mensais do duodécimo.

Este “total” é sempre dito como se fossem “recursos próprios”, nas placas e nas propagandas de prefeitos, com o objetivo de se passarem com bons gestores. Apenas não dizem e não divulgam os valores, praticando uma gestão intransparente, bem ao contrário das determinações das leis de transparência.

Isto porque os dinheiros transferidos pelo Estado e pela União tornam-se recursos municipais, cuja divisão para utilização é decida por cada administração municipal, quando elabora o pLOA (projeto da Lei Orçamentária Anual), e pela câmara municipal, quando vota e aprova cada projeto, transformando o mesmo em uma das leis do ciclo orçamentário. 

Autores consideram a LOA a lei mais importante do Município, pois é por ela que Executivo, prefeito, e Legislativo, câmara municipal, destinam determinados dinheiros para determinadas despesas ou investimentos.

Gastos ou investimentos que, muitas vezes, não representam os interesses da respectiva população. 

Daí a importância de a população exigir da gestão municipal e da Câmara Municipal o orçamento participativo e as audiências públicas, quando da elaboração das leis orçamentárias.    

São leis anuais a Lei de Diretrizes Orçamentária (LDO) e a Lei Orçamentária Anual (LOA), e para cada 4 anos, a do Plano Plurianual de Ação (PPA). Nesse 2022, cada município irá aprovar essas 2 leis orçamentárias, a LDO e a LOA para 2023.

O PPA para o período de 2022 a 2025 foi aprovado em 2021.

Portanto, participar da elaboração e da votação (que são 2 importantes aspectos do controle social) das leis municipais é fundamental, pois saber como se faz e qual o resultado da repartição do "bolo" tributário é importantíssimo para melhorar a qualidade de vida da população.

Quais políticas públicas são mais prioritárias?

Quais as ações da administração municipal precisam receber mais dinheiro?

O que é feito com os dinheiros municipais pela Prefeitura e pela Câmara Municipal?

Você já analisou alguma prestação de contas municipal ou da própria câmara?

Algum parlamentar ouro-branquense já informou à sofrida e empobrecida população quanto foi e o que foi feito com os dinheiros produzidos pelo tributo municipal chamado Cosip (Contribuição para o Custeio do Serviço de Iluminação Pública), um caro e claro tributo municipal direto, cobrado na sua conta de luz?

Em 2021, a Cosip teria produzido apenas R$197.685,06. Pode-se se acreditar nisso? Mas, em 2020, a arrecadação dela foi de R$00,00. 

Para efetiva resposta só quando alguém tiver acesso à prestação de contas municipal e a da Câmara Municipal.

Será que a população ouro-branquense não paga a Cosip?! Se as famílias pagam a contribuição de iluminação, aonde foi parar o dinheiro?

Assustou-se?!

Divulgue e debata isso na sua comunidade e no seu Município. Pratique o controle social.

Só assim, as condições de vida poderão melhorar para todos e todas nós.

Leia ainda - AS CRIANÇAS NÃO PODEM ESPERAR, DERRUBEM O VETO À MERENDA ESCOLAR - https://www.brasil247.com/blog/as-criancas-nao-podem-esperar-derrubem-o-veto-a-merenda-escolar

Enfim, vamos reunir forças e participar da construção e do cumprimento ou da execução das leis orçamentárias.

Assim, poderemos implementar uma gestão democrática e construir um Município melhor para todos, todas e todes nós.

>Produção: Fórum de Controle de Contas Públicas em Alagoas (Foccopa)
Contatos - Imeio:fcopal@bol.com.br - Blogue:fcopal.blogspot.com
Redação: Paulo Bomfim - Conselheiro de Controle Social em São Sebastião, cumprindo o seu dever.
Data: 21-04-2022