sexta-feira, 28 de agosto de 2015
FeiraGrande2015 - O APERREIO FINANCEIRO É VERDADE?
Não nasci em Mucambo, atual Feira Grande.
Todavia, lá tenho fortes laços familiares e amizades. Avô e avó, tios e tias,
primos e primas, amigos e amigas, ali estão sepultados e, graças a Deus, a
grande maioria deles e delas lá vivem, convivem e sobrevivem.
Lembro-me do ex-prefeito seu Vitalino, quando
no oitão da casa dele passava a cavalo ou a carro de boi. Na padaria do seu
Pedro Aristides, pão "de milho" comprava. Na caminhonete do Afonso -
não recordo o seu apelido, que era ligado ao tamanho de seu nariz - mas o oitão
da casa dele ficava em frente à padaria do seu Pedro. Décadas depois o
encontrei morando em Arapiraca, defronte ao posto do seu Geraldo Lira, fui ao
Juazeiro do Norte, no Ceará, venerar "Meu Padim Ciço, e em atual São João,
no Agreste pernambucano, aos pés de Santa Quitéria da Frexeiras, fiu rezar,
observando seu manto de ouro coberto, vi muitas promessas pagas.
Aliás, li que o Santuário de Santa Quitéria
de Frexeiras continua em disputa entre a Igreja Católica e a família Guilherma
Rocha, proprietária do terreno e do antigo casarão onde fica a Santa. Até o Dia
de Santa Quitéria continua a ser motivo de brigas. Os guilhermas comemoram em 7
de setembro e a Igreja Católica em 22 de maio, se o subassinado deste não
estiver enganado.
Há cerca de 20 dias, por Feira Grande passei.
No povoado Brejo Grande, a minha tia "Ó" visitei. Passando na casa de
amigos, da cidade ao distrito Massapê, seguindo por Santana, com destino a
Jirau do Ponciano, minha mãe visitei, ela é natural do então Mucambo.
Acho que por essa identidade social e
territorial, nessas quinta e manhã de sexta-feira, na qualidade de um dos
coordenadores deste Foccopa, fui perguntado se verdadeira seria a matéria
intitulada: "Veridiano
Almir diz que prefeituras trabalham no limite para não perderem o controle", e o subtítulo
dizia que a "Declaração foi dada
durante Mobilização Municipalista realizada nesta quinta em Arapiraca", divulgada "por assessoria", acredito que daquela Prefeitura, e publicada
por intermédio do conhecido portal CadaMinuto, no endereço virtual a seguir: (http://minutoarapiraca.com.br/noticia/15869/2015/08/27/veridiano-almir-diz-que-prefeituras-trabalham-no-limite-para-no-perderem-o-controle).
Em seu "corpo", a matéria relatava
que: "Presente
ao Encontro Municipalista, realizado na manhã desta quinta-feira (27) em
Arapiraca, o prefeito de Feira Grande, Veridiano Almir (PMDB), disse estar
bastante preocupado com a crise generalizada que vem se espalhando pelo País, em
especial nos pequenos municípios que sobrevivem basicamente dos recursos
oriundos do Fundo de Participação dos Municípios (FPM).
Segundo Veridiano, o momento é de “pisar no freio”,
repensar a forma de trabalhar e, principalmente, conter excessos. O gestor
alega ainda que em Feira Grande o recurso do FPM mal dá para pagar a folha dos
servidores e os fornecedores."
Daí, seis perguntas a este Foccopa chegaram.
Uma delas: "É verdade a matéria?" Outra indagação era quanto Feira
Grande recebia de dinheiro e se era só o dinheiro do FPM, mencionado pelo Prefeito
jovem? Outra: "Por que os vereadores ficam caldos?" Outras três
perguntas seguiam o mesmo sentido.
Desde sua criação, em maio de 2006, este
Foccopa desmentiu diversas falas de prefeitos e da Ama (Associação dos
Municípios Alagoanos), quando diziam (e ainda dizem) que os dinheiros
municipais diminuíram, mas apenas se referiam (e ainda só se referem) ao FPM
(Fundo de Participação dos Municípios) mas sem mencionarem os seus valores e
fazerem as comparações entre os períodos de um ano e de outro.
Para enganar ou confundir a população - eis a
dura verdade - muitas vezes costumam comparar oscilações mensais sobre a
arrecadação do FPM. Atos de improbidade cometem e, talvez, algum crime. Sequer
cumprem determinações conjuntas dos segmentos do Ministério Público.
Como detalhe quase (im)perceptível, deixam no
completo silêncio - ou omitem ou blindam, como queira o leitor(a) - todos os
demais dinheiros, que somam milhões, além do FPM. Estes nunca disseram ou dizem
ao povo alagoano ou mesmo ao povo de cada um dos 102 municípios, com exceção de
Poça das Trincheiras e de Olha d'Água das Flores, que em entrevista à rádio Milênio,
que transmite a partir de Santana do Ipanema, na região do Médio Sertão
alagoano, informaram os montantes de cada um dos dinheiros: ICMS, Saúde, IPVA, Suas,
IPI, contribuições, ITBI, taxas, ISS, Fundeb, IR, royaties, IPTU, convênios,
dentre outros.
Para não fugir à cantilena, o prefeito só
falou do FPM e mesmo assim sem citar os montantes ou fazer alguma comparação.
Na tabela abaixo, leia os valores do FPM de cada ano e até junho. Perceba sobre
quanto ele silenciou. São dinheiros de outras "fontes", sempre
omitidas nas divulgações.
A Câmara Municipal, por seus vereadores e
vereadoras, também silencia e peca, apesar de cada parlamentar ter acesso a
toda documentação e votar sobre quanto dinheiro o Município vai arrecadar e
como o mesmo vai ser gastado e como e com quem e porque etc.. Quais são as
prioridades, na decisão do legislativo, afinal?
E não omitem só os dinheiros e seus
montantes. Omitem também a prestação de contas e, muitas vezes, fraudam as
audiências públicas que deveriam convocar. Impedem, assim, a participação da
população na construção do orçamento municipal ou da "lei que divide os
milhões que o município arrecada". Por exemplo, o pLOA (projeto da Lei
Orçamentária Anual) ou simplesmente orçamento municipal deve ser remetido à
cada câmara municipal por cada prefeitura alagoana até 15 de setembro, próximo,
como diz a Constituição alagoana.
Cada pLOA deve ser construído em audiências
públicas - alguns estudiosos ensinam que deveriam ser, no mínimo, cinco
audiências públicas, uma em cada área do município: cidade e pontos cardeais Norte,
Leste, Sul e Oeste - para as quais a população deve ser ampla e antecipadamente
convocada.
Delas participando, você decidiria como, com
quem, com o quê e em quê gastaria a dinheirama municipal. Poderia, inclusive,
utilizar os muitos dinheiros municipais para combater a forte desigualdade
social existente em cada município. Na construção da esperada justiça
orçamentária, um "outro" município seria certamente possível. Você,
servidor municipal, poderia até dizer qual seria o percentual de aumento do teu
salário no ano que vem. Como os ministros do Supremo Tribunal Federal já
disseram e o Governo Nacional já ditou o salário mínimo para o eleitoral ano
vindouro.
Mas.... Você já ouviu ou já leu ou já recebeu
alguma convocação para tal?
Bem...
Se "é verdade a matéria", pode-se
responder que sim. Acreditamos que o Portal não inventou e divulgou a matéria,
até porque deu "Crédito:Assessoria" e a mesma também não foi
contestada pelo Prefeito.
Inverídico, deve ter sido o texto divulgado
pela Assessoria, que, inclusive, pode ter levado o Prefeito a praticar ato de
improbidade administrativa, quando, aparentemente, tentou enganar a população
sobre os montantes dos dinheiros municipais. Assim, este Fórum acredita que
alguma explicação virá a ser divulgada. Se irá ser verdadeira e convincente é
de se esperar, apesar do descrédito existente.
Este Foccopa não pode, com maior precisão,
responder a pergunta de como o Prefeito de Feira Grande gasta os dinheiros
daquele Município, pois não tem acesso à prestação de contas e acredita que ela
não esteja à disposição da população na Secretaria Municipal de Finanças e na
Câmara Municipal, como determinam a Constituição nacional e a chamada LRF (Lei
de Responsabilidade Fiscal), além do Estatuto do Município, erroneamente
intitulado "da Cidade".
Todavia, com as informações do TCU (Tribunal
de Contas da União), da STN (Secretaria do Tesouro Nacional) e da CGU
(Controladoria Geral da União), pode dizer quanto foi ao menos parte da
arrecadação de Feira Grande em 2013 e 2014 e até junho de 2015. Ao ler e ao
comparar cada um dos montantes, você leitor(a) poder refletir sobre o que daria
para fazer de melhorias no Município. Quando
a prestação de contas tiver o seu acesso e o manuseio disponibilizado pela
Prefeitura cada valor e os respectivos montantes poderão sofrer alguma correção,
naturalmente.
Parte da arrecadação-orçamentária de Feira
Grande nos exercícios de
|
2013
|
2014
|
2015, até junho
|
36.856.522,65
|
39.244.623,75
|
14.743.343,79
|
|
Valores apenas do FPM de FG
citado pelo Prefeito
|
11.121.107,12
|
11.772.206,35
|
6.594.589,01
|
Valor da diferença silenciada pelo
Prefeito jovem
|
25.735.415,53
|
27.472.417,40
|
8.148.754,78
|
Então, achou o quê?
Como prefeit@,farias com a dinheirama o quê?
Quais são as propostas de melhoria municipal
de alguém que lançará candidatura em 2016?
Produção: Fórum de Controle de Contas
Públicas em Alagoas
Contatos - Imeio: fcopal@bol.com.br - Blogue:
fcopal.blogspot.com
Redação: Paulo Bomfim
Data: 28 de agosto (data do aniversário do
meu saudoso pai José Pereira do Bomfim) de 2015
Fontes: Portal CadaMinuto, TCU, CGU, STN e
Portal da Transparência
Publicação:
http://fcopal.blogspot.com.br/2015/08/feiragrande2015-o-aperreio-financeiro-e.html
Atualização: 03-09-2015
sexta-feira, 10 de julho de 2015
Paripueira2015-“Após fraude em concurso, prefeitura é obrigada a pagar salários em juízo”
Justiça determinou admissão de 120 pessoas, entre
elas parentes de ex-prefeito e de membros do TJ
Parte superior do
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Parte inferior do
formulário
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Parte inferior do
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Por
Redação
A Prefeitura de Paripueira tomou uma decisão
extrema: vai pagar em juízo o salário de cerca de 120 servidores que foram
admitidos sob judice, após serem aprovados em um concurso público suspeito de
ser fraudulento, realizado no município em 2007.
Entre a lista de “aprovados” no concurso estão ex-secretários municipais de Paripueira, assessores diretos do ex-prefeito da cidade e parentes do antigo gestor. Na mesma lista dos “concurseiros” estão, também, parentes de membros Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ/AL).
Entre a lista de “aprovados” no concurso estão ex-secretários municipais de Paripueira, assessores diretos do ex-prefeito da cidade e parentes do antigo gestor. Na mesma lista dos “concurseiros” estão, também, parentes de membros Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ/AL).
Os servidores foram admitidos por meio de decisão
do TJ/AL, que determinou no final de abril deste ano que a Prefeitura do município
reintegrasse aos quadros da municipalidade cerca de 120 pessoas nomeadas no
apagar das luzes da gestão do ex-prefeito Carlos Henrique Fontan Cavalcanti
Manso.
Uma Ação Civil Pública (ACP) proposta naquele mesmo ano pelo Ministério Público Estadual - ainda sem julgamento - investiga irregularidades no concurso e o torna passível de nulidade. Mesmo assim, a decisão judicial obrigou o município a admiti-los.
O Cada Minuto apurou que o clima na Prefeitura e na cidade de Paripueira é de indignação por parte da população, que ameaça fazer manifestações e até bloqueio da AL 101 Norte contra a nomeação “na marra” dos aprovados no concurso fraudulento.
Procurado pela reportagem, o atual prefeito da cidade, Abraão Moura, não quis se manifestar. Em nota enviada ao Cada Minuto, o gestor afirma que “aguarda posicionamento da Justiça” acerca do tema.
Embora sob segredo de Justiça, a tramitação da ACP do MP, que tem o número 0000129-46.2007.8.02.0028 pode ser acompanhada pelo site do Tribunal de Justiça (www.tjal.jus.br).
Da mesma forma, qualquer pessoa pode ter acesso aos novos capítulos da ação de reintegração, que tramita no TJ sob o número 0000036-15.2009.8.02.0028 e na qual figuram como autores vários nomes ligados ao ex-prefeito, inclusive parentes.
Uma Ação Civil Pública (ACP) proposta naquele mesmo ano pelo Ministério Público Estadual - ainda sem julgamento - investiga irregularidades no concurso e o torna passível de nulidade. Mesmo assim, a decisão judicial obrigou o município a admiti-los.
O Cada Minuto apurou que o clima na Prefeitura e na cidade de Paripueira é de indignação por parte da população, que ameaça fazer manifestações e até bloqueio da AL 101 Norte contra a nomeação “na marra” dos aprovados no concurso fraudulento.
Procurado pela reportagem, o atual prefeito da cidade, Abraão Moura, não quis se manifestar. Em nota enviada ao Cada Minuto, o gestor afirma que “aguarda posicionamento da Justiça” acerca do tema.
Embora sob segredo de Justiça, a tramitação da ACP do MP, que tem o número 0000129-46.2007.8.02.0028 pode ser acompanhada pelo site do Tribunal de Justiça (www.tjal.jus.br).
Da mesma forma, qualquer pessoa pode ter acesso aos novos capítulos da ação de reintegração, que tramita no TJ sob o número 0000036-15.2009.8.02.0028 e na qual figuram como autores vários nomes ligados ao ex-prefeito, inclusive parentes.
http://cadaminuto.com.br/noticia/2015/07/08/apos-fraude-em-concurso-prefeitura-e-obrigada-a-pagar-salarios-em-juizo
PãoDeAçúcar-CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE SAÚDE É REALIZADA
Ontem aconteceu a Conferência
Municipal de Saúde do Município de Pão de Açúcar, que fica localizado à margem
do Rio São Francisco, na região do Médio Sertão alagoano, com acesso pela
rodovia AL-130, a partir do entroncamento com a AL-220, em Olho d’Água das
Flores.
Segundo um agente comunitário de
saúde, a Conferência aconteceu no auditório da FASVIPA, uma faculdade local, e
esteve sob a responsabilidade do Conselho Municipal de Saúde, que contou com o
apoio do Município e da respectiva Secretaria Municipal de Saúde.
O tema da conferência foi: “Saúde
pública de qualidade para cuidar bem das pessoas: direito do povo brasileiro”.
As propostas aprovadas na conferência
municipal serão apreciadas pela Conferência Estadual de Saúde, em Maceió. As
propostas aprovadas pela Conferência Estadual irão para a 15ª Conferência
Nacional de Saúde, em Brasília, no Distrito Federal.
Penedo2015-PROMOTORIA DE JUSTIÇA DA COMARCA DE PENEDO INVESTIGA A CÂMARA MUNICIPAL...
POR PRÁTICA DE CRIME DE
APROPRIAÇÃO INDÉBITA PREVIDENCIÁRIA E POR ATOS DE IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA.
O Ministério Público Estadual, por intermédio
da 2ª Promotoria de Justiça da Comarca de Penedo, instaurou Inquérito Civil
Público para apurar possíveis práticas de crimes, inclusive do de apropriação
indébita previdenciária, e por atos de improbidade administrativa pela Câmara
Municipal daquele histórico município ribeirinho.
Em geral, as câmaras municipais têm praticado
muitas irregularidades administrativas, razão por que a população tem provocado
as promotorias de justiça de cada comarca a fazer investigação sobre as possíveis
irregularidades.
Em algumas comarcas, a Promotoria de Justiça
tem agido por iniciativa própria ou “de ofício”, e instaurado investigações.
A Câmara Municipal de São Sebastião é uma das
que praticam irreguaridades, inclusive pagando salários aos vereadores que não
comparecem às sessões ordinárias e até extraordinárias, segundo informações da Ongue de Olho em
São Sebastião e do Jornal Popular.
Abaixo, você pode ler a matéria publicada na
página do MPE, na internete.
“MPE/AL converte em
inquérito civil possível caso de improbidade administrativa cometido pela
Câmara de Vereadores de Penedo
O Ministério Público do Estado de Alagoas (MPE/AL),
por meio da 2ª Promotoria de Justiça de Penedo, resolveu converter em inquérito
civil público o procedimento preparatório que investiga possível apropriação
indébita previdenciária e não repasse de contribuições previdenciárias da
Câmara de Vereadores desse município ao Regime Geral da Previdência Social, com
base nas primeiras informações coletadas.
De acordo com o promotor de Justiça que apura o
caso, Adriano Jorge Correia de Barros Lima, o presidente da Câmara de
Vereadores, da gestão municipal passada, descontava dos salários dos servidores
o valor relativo à contribuição patronal, porém não repassava para a
Previdência Social. Também está sendo investigado se a prática é recorrente na
gestão atual e em outras da Casa Parlamentar.
O não repasse do recolhimento na antiga gestão
deixou o município no cadastro de inadimplentes. Em virtude disso, o atual
prefeito de Penedo, Marcius Beltrão, assim que tomou posse entrou com uma ação
para já deixar registrado que estava encontrando essa situação, bem como de que
a mesma era de responsabilidade da Câmara de Vereadores do município e, para
que fossem tomadas as medidas cabíveis para o fim da inadimplência.
“O Ministério Público promove o inquérito civil em
virtude da necessidade de prosseguimento e aprofundamento das investigações do
caso, levando em conta ainda, os prazos legais para envio de informações
requisitadas e, ainda, a expiração do prazo de conclusão do procedimento
preparatório”, expôs o promotor.”
http://www.mpal.mp.br/index.php?option=com_content&view=article&id=2406:mpeal-converte-em-inquerito-civil-possivel-caso-de-improbidade-administrativa-em-desfavor-da-camara-de-vereadores-de-penedo&catid=10:noticias-em-destaque&Itemid=6
Palestina2015-CONGRESSO AMERICANO DE ORALIDADE DE LÍNGUA INGLESA ACONTECERÁ EM AGOSTO
O
professor de língua inglesa, Devid Rodrigues, com o apoio do Município, promove
a VI edição do Congresso Americano de Oralidade de Língua Inglesa.
O evento
acontece em Palestina, Município da região do Médio Sertão alagoano, localizado
entre Pão de Açúcar e Monteirópolis, com acesso pela rodovia AL-130, a partir
de Olho d’Água das Flores.
O
Congresso será em 22 de agosto. Segundo o organizador do Congresso, o cantor San Alves fará um show, cujos ingressos custarão R$10 reais, com parte da renda
para bancar as atividades do Congresso.
Durante
as atividades do Congresso, poderão participar convidados que virão do Canadá e
acompanharão as palestras e as demais atividades do mesmo.
Municípios2015-EM RAZÃO DE ACUMULAÇÃO DE CARGOS, CENTENAS DE SERVIDORES SÃO OBRIGADOS A OPTAREM POR UM DOS CARGOS E...
A DEVOLVEREM
O DINHEIRO QUE RECEBERAM ILEGALMENTE, EM UM OU OUTROS CARGOS.
ALÉM DA
POSSIBILIDADE DE SEREM CONDENADOS A PAGAREM INDENIZAÇÃO À PESSOA QUE SOFREU O
PREJUÍZO, QUANDO FOI IMPEDIDA POR OUTRO DE LEGALMENTE TRABALHAR.
Em muitos
municípios, diversos servidores estão sendo intimados para optarem por um ou
mesmo por dois dos cargos públicos para o qual foram nomeados.
Os servidores
optarão por um dos cargos - ou mesmo por dois cargos públicos – desde que eles
sejam acumuláveis, conforme a atual Constituição Nacional.
Além ser
obrigado a fazer a opção por um dos cargos – ou mesmo por dois cargos, desde
que acumuláveis - o servidor devolverá o montante do dinheiro do salário que
irregularmente recebeu em um ou em mais de cargo não-acumulável.
A Constituição Nacional diz quais são os
cargos públicos que podem ser acumulados. A norma está no artigo 37, inciso
XVI, alíneas “a” a “c”. A proibição de acumulação estende-se, inclusive, à
entidades da administração indireta.
São estes os
cargos acumuláveis: dois de professor; um de professor e outro técnico ou
científico, e dois de profissionais da saúde, desde que sejam profissões regulamentadas.
Em
São Sebastião, diversos servidores se encontram nessa situação de acumulação de
cargos públicos, entre municípios diversos ou entre município e Estado ou até
entre municípios e Estado. Alguns já fizeram a opção, evitando estender o
debate sobre a irregularidade e suas consequências.
A
opção deve ser feita pelo 1º cargo exercido, eis que o 2º ou o 3º tiveram o respectivo
preenchimento irregular, mesmo que o salário seja superior nesse 2º ou 3º
cargo.
Pessoas
que foram aprovadas, mas não assumiram o respectivo cargo, em razão do mesmo
ter sido irregularmente acumulado por alguém, estão entrando na justiça para
pedir indenização de quem acumulou irregularmente. Vai ser um “Deus nos acuda”, pois quem irregularmente
acumulou, além de devolver o vencimento que irregularmente recebeu ao ente
público correspondente, poderá ser condenado a pagar uma indenização à pessoa
que deixou de legalmente trabalhar, em conseqüência da indevida acumulação do
cargo, causando um prejuízo ao outro candidato.
Produção: Fórum de
Controle de Contas Públicas em Alagoas (Foccopa)
Redação: Paulo Bomfim
Data:13-06-2015
sábado, 4 de julho de 2015
SãoSebastião-AL-VEREADORES RECEBEM MUITO DINHEIRO, MAS FALTARAM À MAIORIA DAS SESSÕES ORDINÁRIAS E ATÉ EXTRAORDINÁRIAS
Diz a Ongue de Olho em São Sebastião, com informações do Jornal Popular. A divulgação dos fatos pela imprensa municipal tem causado muitas reclamações da população sobre a má atuação dos vereadores.
Naquele município não existe vereadoras na Câmara Municipal, segundo o Analista Legislativo, Mesbla Kaldas, naquele Município da Região Metropolitana do Agreste alagoano, com 34.024 habitantes, segundo a Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Mesbla diz que a única vereadora eleita, licenciou-se para ser Secretária Municipal de Agricultura.
Abaixo você pode ler a matéria divulgada pela Ongue sobre o custos daquela Câmara Municipal:
SãoSebastião-AL-CONSELHEIROS MUNICIPAIS DE SAÚDE E DE CONTROLE SOCIAL, BEM COMO ONGUE, PEDEM AUDITORIA NA PRESTAÇÃO DE CONTAS DAS SAÚDE DE 2014
A prestação de contas da saúde de 2014 foi rejeita pelo Conselho Municipal de Saúde (CMS), em razão de indícios de irregularidades.
Com o objetivo de se chegar a verdade dos números e ter acesso à documentação, a Ongue de Olho em São Sebastião e conselheiros municipais de controle social e da saúde formalizaram junto ao Serviço de Auditoria do Ministério da Saúde o pedido de uma auditoria nas referidas contas.
O fato também foi levado ao conhecimento de diversas instituições de divulgado em redes sociais. Desde o ano passado, a situação já vem sendo investigada pelo Ministério Público Federal, por intermédio da Procuradoria da Repúblico no Município de Arapiraca, em razão de representação ali protocolizada e dos dinheiros da saúde serem, em sua maioria, federais.
Abaixo, você pode ler o texto do ofício e também agir aí em seu município. As ações de controle social são muito importantes e poderão melhorar a qualidade das políticas públicas.
quarta-feira, 24 de junho de 2015
Estágio2015-Processo Seletivo Público para Estagiários do Tribunal de Contas Estadual
O Tribunal de Contas de Alagoas
realizará processo seletivo para estagiários. Os alunos devem estar cursando Ciências
Contábeis, Economia, Engenharia Civil, Informática, Administração e Direito.
As condições para inscrição e demais
informações podem ser encontradas no edital do referido processo seletivo.
Você pode acessar e ler o edital na
página do TCE na internete, no seguinte endereço eletrônico: tce.al.gov.br.
O período de inscrição já está em
curso e vai até 15 de julho de 2015. Eis uma boa oportunidade para aprender
mais.
Monteirópolis2015-PREFEITO E EX-PREFEITO SÃO PROCESSADOS POR DESVIOS DE DINHEIROS PREVIDENCIÁRIOS
O processo tramita contra o ex-prefeito Mailson de Mendonça Lima, que teria
desviado o valor de R$1.532.199,71, segundo informações do MPE (Ministério
Público Estadual) e contra o atual prefeito Elmo Antonio Medeiros, que teria
desviado R$2.390.501,04. Os adversários eleitorais, juntos, sumiram com R$
3.922.700,75, segundo as contas do MPE.
Como se pode perceber, Monteirópolis
é um empobrecido, em razão do “surupiamento”, município da região do Médio
Sertão Alagoano, situado à margem esquerda da rodovia AL-220, no sentido
Arapiraca-Delmiro Gouveia, entre os municípios de Jacaré dos Homens e Olho d’Água
das Flores, que também margeiam a referida rodovia estadual.
O processo foi ajuizado pela Promotoria de
Justiça da Comarca de Olho d’Água das Flores da qual Monteirópolis é Termo Judiciário.
A seguir você pode ler a matéria divulgada pelo MPE alagoano: “MPE/AL propõe ação civil
de responsabilidade por atos de improbidade administrativa em desfavor de
prefeito e ex-prefeito de Monteirópolis
O
Ministério Público do Estado de Alagoas (MPE/AL), por meio da Promotoria de
Justiça de Olho d'Água das Flores e do Núcleo de Defesa do Patrimônio Público,
propôs, ao juiz da Comarca do município, uma ação civil de responsabilidade por
atos de improbidade administrativa, com pedido de liminar de indisponibilidade
de bens, em desfavor do prefeito de Monteirópolis, Elmo Antonio Medeiros, e do
gestor anterior desse município, Mailson de Mendonça Lima, em virtude do não
repasse das contribuições previdenciárias e patronais ao Instituto de
Aposentadoria, Previdência e Pensões do Município de Monteirópolis (IAPREM).
O MPE/AL
fez o pedido de liminar de indisponibilidade de bens dos acusados, proporcional
aos valores não repassados em cada administração, expedindo-se ofícios aos
cartórios de imóveis, bem como ao Restrições Judiciais Sobre Veículos
Automotores (RENAJUD) para que se proceda à averbação de
intransferibilidade dos bens. Na gestão de Mailson de Mendonça Lima o valor foi
de R$ 1.532.199,71, referente ao não repasse de 2009 a 2012. Já na atual
gestão, de Elmo Antônio, a dívida chega a R$ 2.390.501,04, referente ao não
repasse dos anos de 2013, 2014 e 2015, totalizando assim um débito de R$
3.922.700,75.
A
instituição também solicitou liminar para que o atual gestor efetuasse
mensalmente o repasse referente às contribuições patronais e dos servidores ao
IAPREM, conforme estabelecido por Lei municipal nº. 256/06, sob pena de
afastamento do cargo executivo municipal.
Segundo a
legislação em destaque, são estabelecidos os seguintes percentuais: 11% para a
contribuição dos servidores ativos, inativos e pensionistas, incidente sobre a
respectiva remuneração, e 12% da contribuição patronal, que devem ser
recolhidos compulsoriamente no momento do pagamento dos servidores.
Denúncia
A Câmara
Municipal da cidade relatou fatos e solicitou providências do MPE/AL quanto à
gestão do IAPREM, pois o fundo previdenciário não encaminhava informações ao
Poder Legislativo acerca da gestão dos recursos previdenciários. Por essa
razão, o MPE/AL instaurou inquérito civil para apurar informações e solicitou
uma série de documentações.
Além
disso, a Promotoria de Justiça de Olho D’Água das Flores recebeu, em 28 de
agosto de 2014, um relatório de auditoria direta no Regime de Previdência
Própria desse município, realizado pelo Ministério da Previdência Social,
abrangendo as competências de janeiro de 2009 a dezembro de 2013, período que
compreende a gestão anterior e a atual. Junto ao relatório, o MPE/AL recebeu
extratos bancários e balancetes do fundo previdenciário do município de
Monteiropolis, onde as informações de falta de repasse se evidenciaram.
De acordo
com o promotor de Justiça Napoleão Amaral Franco, ainda durante o inquérito
civil, diversas provas e evidências foram constatadas, mediante os novos
documentos e depoimentos testemunhais colhidos.
“À medida
que a investigação avançava documentos e depoimentos apontaram a efetiva
ocorrência das irregularidades. Fatos que provocaram ao MPE/AL, a firme
convicção de prática de improbidades administrativas por parte dos acusados e
um sério dano ao patrimônio público, o que enseja a responsabilização dos
acusados”, argumentou o promotor.
O
ex-prefeito Mailson Mendonça quando gestor do município, além do débito
milionário na Previdência, firmou termos de parcelamento dos períodos
anteriores, sendo que o atual prefeito solicitou autorização para novo
parcelamento do débito junto ao IAPREM. Parcelamentos esses que resultam em
diferenças a serem custeadas com recursos públicos, tendo em vista a incidência
de juros, um dano a ser suportado pelo município de Monteirópolis.
Os
valores recolhidos e não repassados ao IAPREM, assim como as contribuições
patronais devidas e não repassadas nos anos de 2009 a 2013 totalizam
R$2.467.627,15. Acresce-se aí o valor do débito patronal integral de 2014 a
2015, que totaliza R$1.455.073,96.
“A falta
de repasse estabeleceu um caos financeiro que se instalou no IAPREM entre os
exercícios financeiros de 2009 a 2013, situação esta que se mantém nos anos de
2014 a 2015”, argumenta o promotor.
O não
recolhimento da contribuição previdenciária descontada dos servidores por parte
do gestor municipal incide prática do crime previsto no art. 168-A do Código
Penal Brasileiro, que define como apropriação indébita.
Depoimentos
O atual
presidente do IAPREM, Nerisvaldo Lopes da Silva, relatou em seu depoimento, em
03 de março de 2015, que o município de Monteiropólis continuava sem efetuar os
repasses das contribuições patronais. Já em relação às contribuições dos
servidores, a parte administrativa, a parte da saúde e educação até janeiro de
2015, encontrava-se com 60% quitadas.
Já no
depoimento de Elisson Tenório Medeiros, que presidiu o IAPREM de janeiro de
2013 a maio de 2014, ele afirmou que, nesse período, o atual prefeito estava em
débito com as contribuições patronais.
O
prefeito Elmo Antonio mesmo após receber a Notificação de Auditoria Fiscal,
enviada pelo Ministério da Previdência e, ainda, diversas solicitações de
liberação dos repasses feita pelo presidente do fundo, continuou com a prática
danosa, tendo repassado tão somente valores não integrais, referentes às contribuições
dos servidores.
>Fonte: Assessoria de Comunicação do Ministério Público Estadual
http://www.mpal.mp.br/index.php?option=com_content&view=article&id=2387:mpeal-propoe-acao-civil-de-responsabilidade-por-atos-de-improbidade-administrativa-em-desfavor-do-prefeito-e-ex-prefeito-de-monteiropolis-&catid=10:noticias-em-destaque&Itemid=6”
INTRANSPARÊNCIA2015-MUNICÍPIOS NÃO TÊM TRANSPARÊNCIA ADMINISTRATIVA
Segundo o
TCE (Tribunal de Contas Estadual) 18 municípios alagoanos não cumprem a legislação
que impõe a transparência administrativa e legislativa no atuar dos mesmos.
A informação do TCE foi divulgada à
sociedade na última segunda-feira. Por não cumprir as normas de Transparência, cada
município poderá ficar sem receber dinheiros referentes à transferência voluntária, basicamente
dinheiros de convênios, disse o TCE.
Ainda segundo a informação do TCE, 18
municípios estão irregulares e não têm nenhuma atividade de transparência. São
eles: Barra de Santo Antônio, Belém, Cacimbinhas, Canapi, Flexeiras, Igreja
Nova, Joaquim Gomes, Jundiá, Matriz de Camaragibe, Junqueiro, Murici, Olho
d'Água Grande, Porto de Pedras, Porto Real do Colégio, Roteiro, São Brás, São
Luís do Quitunde e Teotônio Vilela.
Em razão do descumprimento das diversas
normas que determinam a cada município, prefeitura e câmara municipal, praticar
e efetivar a transparência legislativa e administrativa, o MPF (Ministério
Público Federal), o MPE (Ministério Público Estadual) e o MPC (Ministério
Público de Contas) dizem que as gestões que não cumprirem as normas poderão
responder por improbidade administrativa.
http://www.tce.al.gov.br/index.php/noticiastce/893-tribunal-de-contas-anuncia-municipios-com-transparencia-zero
Estado2015-TRANSPARÊNCIA-“FECOEP: DINHEIRO NA MÃO É VENDAVAL”
O Fundo
Estadual de Combate e Erradicação da Pobreza – Fecoep é uma iniciativa do
ex-governador Ronaldo Lessa, criado pela lei 6.558, de 30 de dezembro de 2004.
O fundo tem o “objetivo de viabilizar para toda a população de Alagoas o acesso
a níveis dignos de subsistência, cujos recursos serão aplicados exclusivamente
em ações suplementares de nutrição, habitação, educação, saúde, saneamento
básico, reforço de renda familiar e em outros programas de relevante interesse
social, voltados para a melhoria da qualidade de vida”.
A redução da miséria em Alagoas não está relacionada – pelo menos nunca ficou
explícito através de indicadores – aos recursos destinados ao Fecoep pela
arrecadação correspondente ao adicional de 2% na alíquota do Imposto sobre
Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços
de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS).
O Portal da Transparência disponibiliza os dados de gastos do Fundo, da ordem
de R$185.920.547,93 nos anos de 2010 a 2013. Esses recursos são apenas uma
parte menor do que foi arrecadado em mais de uma década de existência do
Fecoep.
O Portal da Transparência não disponibilizou os dados referentes aos anos
anteriores. Estimo que o Fecoep tenha arrecadado algo como 420 milhões de reais
desde 2005 até maio de 2015.
O Fecoep
foi criado com um período determinado: seria de 1º de janeiro de 2005 a 31 de
dezembro de 2010.
É necessário repensar o papel do Fecoep, torná-lo transparente, com metas e
controle. Isso é tão importante como a elaboração do Plano Estadual de Combate
à Pobreza, conforme o artigo 5º, inciso VI, pelo Conselho Integrado de
Políticas de Inclusão Social.
Os
alagoanos precisam saber que aproximadamente 420 milhões de reais já foram
gastos no combate à pobreza em Alagoas e que os indicadores não mudaram em
nada.
O
governador pode operar mudanças efetivas, modernizadoras e transparentes no
funcionamento do Fecoep, com as quais as ações possam ser monitoradas e os
resultados quantificados através de indicadores de eficiência.
Assim as
práticas antigas, clientelistas, eleitoreiras que também induzem aos desvios de
finalidades, poderão ser erradicadas, bem como a pobreza. Não faltam organismos
com respeitabilidade e experiência na área de controle e monitoramento.
Se não
houver mudanças no Fecoep, como diz o samba do Paulinho da Viola, “dinheiro na
mão é vendaval”.
>Por Geraldo de Majella
Publicação: http://cadaminuto.com.br/noticia/270733/2015/06/22/fecoep-dinheiro-na-mao-e-vendaval
domingo, 21 de junho de 2015
SãoSebastião-AL2015-ONGUE REALIZA CURSO SOBRE ORÇAMENTO E GASTO MUNICIPAIS, DE GRAÇA
Para tod@s!
Essa é a informação divulgada pela Ongue de Olho em São Sebastião, cidade da Região Metropolitana do Agreste. A Ongue desenvolve diversas atividades, especialmente de de formação política e capacitação técnica para a promoção e efetivação dos direitos humanos.
Durante os meses de julho, dia 5 e e 19, e agosto, 2, 16 e 30, pela manhã, no horário das 08:30 às 12:00 horas.
Segundo a Ongue, lideranças populares de outros municípios poderão participar do Curso, que será gratuito e aberto para qualquer pessoa interessada.
Abaixo leia o CONVITE que foi divulgado pela Ongue na internete e no feicebuque:
NONO CURSO DE ORÇAMENTO E GASTO MUNICIPAIS
CONVITE
A Ongue de Olho em São Sebastião CONVOCA cada filiado e filiada para participar da nova edição do
Curso de Orçamento Municipal (Com), que tem como foco dois
importantes aspectos do atuar político-cidadão: “formação política” e “capacitação
técnica”.
Convida
também pessoas não filiadas à Ongue que tenham interesse em
formar-se politicamente e capacitar-se tecnicamente.
Essa 9ª edição do Com tem como tema: “ORÇAMENTO E GASTO MUNICIPAIS”
e como lema: “COMO ATUAR E AGIR NO
CONTROLE SOCIAL”.
A 9ª
edição será contemplada também com aulas de Português e de Literatura, além das aulas
sobre orçamento e planejamento municipais.
As aulas dessa 9ª edição do Com serão realizadas em manhãs,
alternadas, de cinco domingos, em 5 e 19, de julho, e 2, 16 e 30 de agosto, no horário das 08:30 às 12:00 horas.
O Curso será ministrado no Centro Cultural Salomé,
situado na rua São Paulo, 150-A, Centro, CEP 57.275-000, São Sebastião, Alagoas,
defronte à rádio comunitária Salomé FM, 105,9 MHZ.
Considerando-se a necessidade de preparação das
atividades do Com, o período de inscrição vai até 1º de julho de 2015, com Mateus Bomfim, pessoalmente, ou pelos imeios: ongdeolhoss@bol.com.br;
mateus_bomfim_gato@hotmail.com
Então, vamos todos e todas estudar e construir conhecimentos
gerais e conhecimentos
específicos para um melhor desenvolvimento e
um mais efetivo exercício da cidadania-ativa.
NÃO PERCA!
Assinado: a Diretoria da Ongue
Publicação: http://onguedeolho.blogspot.com.br/2015/06/nono-curso-de-orcamento-e-gasto.html
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