terça-feira, 12 de maio de 2020

PREFEITOS DEVEM SEGUIR ORIENTAÇÕES SANITÁRIAS SOBRE SEPULTAMENTOS E CONSTRUIR NOVOS CEMITÉRIOS

As recomendações foram expedidas pelo Ministério Público Estadual, por intermédio da Procuradoria-geral de Justiça.
A seguir você pode ler o texto produzido pela Assessoria de Comunicação do Ministério Público de Alagoas:


Autor: Janaina Ribeiro | Notícias MPAL | 7 de maio de 2020

O procurador-geral de justiça, Márcio Roberto Tenório de Albuquerque, expediu recomendação, nesta quinta-feira (7), para que os prefeitos dos 102 municípios alagoanos divulguem e observem as regras legais e as orientações específicas dos governos federal e estadual relacionadas à atestação de óbito, ao traslado de corpos e aos sepultamentos que serão realizados de vítimas da Covid-19, assegurando rapidez e segurança em todo o processo. Dentre outras medidas, o Ministério Público Estadual de Alagoas (MPAL) também quer os municípios já se organizem para a construção de novos cemitérios.

Na recomendação, o chefe do orienta os gestores quanto aos serviços funerários de forma geral e explica que, para que tudo ocorra da forma correta, é necessário que as prefeituras elaborem um planejamento específico para o período de pandemia que contemple as “necessidades de transporte, manejo e sepultamento de corpos e as demandas acrescidas de assistência social, dentre outras providências, condizente com a demografia do município, ampliando a capacidade de atendimento das áreas envolvidas”.

Tal plano deve contemplar providências urgentes, como a inserção de dados sobre a média de sepultamentos para o período do ano antes da pandemia, perspectiva de óbitos para o município em face da Covid-19, quantidade de profissionais envolvidos nas atividades de sepultamento, medidas a serem adotadas em caso de adoecimento destes profissionais e disponibilidade atual de espaços (covas ou gavetas) adequados para os sepultamentos.

Também devem ser levados em consideração a infraestrutura necessária para funcionamento ininterrupto dos locais de sepultamento e as regras locais de concessão de auxílio material para os enterros.

Novos cemitérios

A recomendação diz ainda que os gestores públicos “adotem providências no sentido de expandir os cemitérios municipais na hipótese de haver, em face dos levantamentos realizados e da população local, a perspectiva de insuficiência, imediata ou em futuro próximo, de vagas para sepultamento”.

Eles também devem respeitar a orientação sanitária de não haver velórios em caso de falecimento ocasionado pela Covid-19 ou suspeito de haver sido causado pela infecção e que os sepultamentos ocorram no menor espaço de tempo possível.

Outra orientação é para que os cemitérios “recebam, em local adequado e especificamente destinado ao efeito, cadáveres durante as vinte e quatro horas do dia e, se possível, realizem sepultamentos em horário estendido”, além de “assegurarem que os profissionais envolvidos no manejo de corpos e sepultamentos estejam devidamente capacitados para a observância das regras de segurança próprias”.

Apoio material e atenção às famílias

adotem as medidas necessárias a que o serviço de traslado de cadáveres que se encontrem em residências ou vias públicas seja disponibilizado sem interrupção durante todo o dia;

A chefia do Ministério Público também quer que os municípios deem o apoio material à população necessitada no que toca aos sepultamentos,com vistas a simplificar e agilizar os procedimentos,sem prejuízo da observância dos requisitos legais específicos e do controle na realização das despesas respectivas.

E mais: as prefeituras devem orientar os serviços sociais para a prestação de atendimento especial aos familiares das pessoas falecidas, provendo-os de todas as informações necessárias e assegurando o respeito ao momento de luto.

Por fim, Márcio Roberto Tenório de Albuquerque recomendou aos promotores de Justiça que adotem as providências necessárias à verificação da referida recomendação em seus municípios.

O documento foi enviado com cópia para a Associação dos Municípios Alagoanos (AMA) para que a entidade possa ajudar os prefeitos quanto ao recebimento e ciência da recomendação.

https://www.mpal.mp.br/chefia-do-mpal-recomenda-que-prefeitos-sigam-orientacoes-das-autoridades-sanitarias-sobre-sepultados-e-pede-construcao-de-novos-cemiterios-em-caso-de-necessidade/

329 FUNDOS MUNICIPAIS ESTÃO INADIMPLENTES COM A PRESTAÇÃO DE CONTAS

Só o Fundo Municipal de Assistência Social de Jacuípe remeteu ao TCE (Tribunal de Contas do Estado) a prestação de contas referente ao exercício de 2019, no prazo permanentemente designado - 30 de abril de cada ano.

Os municípios normalmente têm um ou mais fundos municipais. Maceió é o município que mais os tem.

Um dos aspectos dos fundos é movimentar dinheiros destinados a específica política pública ou ação político-administrativa. Alguns são bastante conhecidos da população: Fundeb, Fundo da Saúde, FNDE, Fundo da Assistência Social, Fundo da Infância e da Adolescência etc..

Daí a quantidade dos mesmos, na média, um pouco mais de 3 por município. Eles são um artifício contábil-jurídico muito importante para o atendimento das diversas políticas públicas.

Mas, 329 desses fundos estão inadimplentes com a obrigação de prestar as contas anuais.

A informação está no ícone: “Consulta de Prestação de Contas”, na página do TCE na internete: www.tceal.tc.br.

 Se você precisar de mais informações sobre a situação da prestação de contas da câmara do seu município pode entrar em contato com a Ouvidoria do TCE, via telefone: 0800-284-0044, imeio: ouvidoria@tc.al.gov.br ou whatsapp:  99983-5401, segundo a cartilha: Guia do Cidadão, 2ª Edição, do TCE.

>Produção: Fórum de Controle de Contas Públicas em Alagoas
Contatos - Imeio: fcopal@bol.com.br e blogue: fcopal.blogspot.com
Redação: Paulo Bomfim – Integrante do Foccopa
Data: 1 de maio (Dia Mundial do Trabalho) de 2020

segunda-feira, 11 de maio de 2020

SECRETARIAS MUNICIPAIS ESTÃO INADIMPLENTES COM A PRESTAÇÃO DE CONTAS

11 secretarias de 4 municípios não apresentaram a respectiva prestação de contas de 2019 ao TCE (Tribunal de Contas do Estado).

Portanto, tornaram-se inadimplentes com a obrigação de prestar as contas anuais.

As secretarias são de Capela, Murici, Porto de Pedras, uma de cada um, e de Maceió, que tem 8 registros de inadimplência.

No entanto, o prazo para entregar as contas foi prorrogado para 30 de junho, em razão da Covid-19.

A informação está no ícone: “Consulta de Prestação de Contas”, na página do TCE na internete: www.tceal.tc.br.

Se você precisar de mais informações sobre a situação da prestação de contas de alguma secretaria do seu município pode entrar em contato com a Ouvidoria do TCE, via telefone: 0800-284-0044, imeio: ouvidoria@tc.al.gov.br ou whatsapp:  99983-5401, segundo a cartilha: Guia do Cidadão, 2ª Edição, do TCE.

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Redação: Paulo Bomfim – Integrante do Foccopa

Data: 1 de maio (Dia Mundial do Trabalho) de 2020

domingo, 10 de maio de 2020

PROCURADORIA JURÍDICA MUNICIPAL ESTÁ INADIMPLENTE COM A PRESTAÇÃO DE CONTAS

Cada município deveria ter a sua Procuradoria Jurídica, mas essa realidade ainda não foi concretizada na grande maioria dos municípios.

Maceió tem a sua Procuradoria. Ela atua nas ações jurídicas de interesse daquele município, em suas diversas áreas.

A Procuradoria de Maceió não apresentou a sua prestação de contas de 2019 ao TCE (Tribunal de Contas do Estado).

Portanto, tornou-se inadimplente com a obrigação de prestar as contas anuais.

A informação está no ícone: “Consulta de Prestação de Contas”, na página do TCE na internete: www.tceal.tc.br.

Se você precisar de mais informações sobre a situação da prestação de contas da Procuradoria do seu município pode entrar em contato com a Ouvidoria do TCE, via telefone: 0800-284-0044, imeio: ouvidoria@tc.al.gov.br ou whatsapp:  99983-5401, segundo a cartilha: Guia do Cidadão, 2ª Edição, do TCE.

>Produção: Fórum de Controle de Contas Públicas em Alagoas
Contatos - Imeio: fcopal@bol.com.br e blogue: fcopal.blogspot.com
Redação: Paulo Bomfim – Integrante do Foccopa
Data: 1 de maio (Dia Mundial do Trabalho) de 2020

sábado, 9 de maio de 2020

MAIS DINHEIROS PARA ENFRENTAR O CORONAVÍRUS

Em matéria anterior: “MUITOS DINHEIROS PARA OS MUNICÍPIOS; ALGUNS DELES RECEBEM MILHÕES”, publicada no blogue deste Foccopa (http://fcopal.blogspot.com/2020/04/muitos-dinheiros-para-os-municipios.html), foram informados os dinheiros para alguns municípios alagoanos, apesar de todos eles haverem recebido.

A edição extra do Dou (Diário Oficial da União) estava bem recheada.


Nessa semana surgiram mais dinheiros, mais dinheiros estão presentes em decorrência do Programa Federativo de Enfrentamento ao Coronavírus.

Todos os municípios brasileiros e alagoanos recebem os dinheiros.
 
O sentimento da população é que há muito dinheiro e naturalmente a grande especulação é como eles serão utilizados?

Os órgãos de controle, nacional e estadual, têm anunciado procedimentos de transparência e de fiscalização. Mesmo assim, há dúvidas de a transparência e a fiscalização serão efetivas. Percebe-se que há um certo descredito nas ações para efetivarem-se a transparência e a fiscalização em si mesmo.

Desconfiança que decorre dos atuais portais de transparência, que praticamente existem em todos os municípios e câmaras. Todavia, pode-se dizer que grande parte é “para inglês ver”, em razão da desatualização e da deficiência dos mesmos.

No entanto, há necessidade de que a população em geral e as lideranças populares se apropriem desse debate e exijam a efetivação da democratização e da transparência das ações administrativas e legislativas.

Na visão da grande maioria da população e das entidades da sociedade civil, as ações do TCE (Tribunal de Contas Estadual) são também ineficientes e a Corte de Contas não estaria cumprindo o seu papel.

Sequer aos pareceres prévios de cada município e aos julgamentos de cada câmara municipal a população tem acesso, segundo informações chegadas a este Foccopa. Há vereadores que informam nunca terem recebido algum parecer prévio na câmara ou julgamento das contas da própria câmara.

Mas a “dinheirama” está aí. Cabe-nos agir para fiscalizar a utilização dela. A seguir leia quanto o seu município alagoano recebeu, como todos os demais de Brasil:

sexta-feira, 8 de maio de 2020

DINHEIROS MUNICIPAIS IV: DAS RECEITAS

ASPECTOS ESPECÍFICOS III

Aqui, vamos falar de uma receita municipal do tipo corrente: Imposto de Renda de Pessoa Física (IRPF). Abaixo leia quanto cada município diz ter recebido em 2018 de servidoras e de servidores municipais.

Município
IRPF
MERENDA
Junqueiro – 2017 e 2018
Inexistentes
Inexistentes
Porto Calvo
00,00
288.530,40
São Sebastião
1.756.233,80
676.519,20
Japaratinga
229.718,52
180.695,50
Maragogi
129.173,68
627.534,74
Jacuípe
316.967,33
211.238,80
Piranhas
1.346.254,76
551.746,00
Feira Grande
00,00
Intransparência
Campo Alegre
1.376.532,45
1.437.680,00
Campestre
00,00
Intransparência
Arapiraca
13.579.896,43
3.809.874,91
Jundiá
00,00
233.378,00
Porto de Pedras
44.436,36
299.188,00
Matriz do Camaragibe
790.114,17
92.820,20
Passos do Camaragibe
547.790,61
557.115,20
São Luiz do Quitunde
2.649.416,43
633.241,35
Água Branca
607.524,03
506.046,00
Porto Real do Colégio
00,00
478.765,20
União dos Palmares
635.798,44
1.503.716,00
São Miguel dos Milagres
00,00
256.344,00
Craíbas
525.267,65
813.121,60
Barra de Santo Antônio
830.459,48
396.400,20
São Miguel dos Campos
3.506.213,16
1.008.621,60
Paripueira
1.707.621,70
307.533,60
Maceió
64.164.837,14
5.304.520,80
Flexeiras - de 2013 a 2018
Inexistentes
Inexistentes
Delmiro Gouveia
816.639,28
1.282.050,00
Teot. Vilela – 2017 e 2018
Inexistentes
Inexistentes
Coruripe
734.065,10
1.502.808,00
Santana do Ipanema
1.211.609,80
684.530,00

Na matéria anterior (http://fcopal.blogspot.com/2020/05/dinheiros-municipais-iv-das-receitas.html) falamos sobre a Cosip de vários municípios. Como a Cosip, a arrecadação do IRPF compõe os recursos próprios. Considerando a competência tributária, o IR é cobrado pela União de contribuintes pessoas físicas e pessoas jurídicas. O montante dele é repassando integralmente ao município de origem dos servidores. Daí os valores que você acabou de lê serem receita própria. Isso é uma determinação da constituição nacional.

O tributo é cobrado pela União de servidores municipais, mas retorna ao município deles. Não faz parte da repartição da receita tributária e não é, tecnicamente, considerado uma transferência constitucional ou legal ou voluntária. Já o montante dos dinheiros das merendas que você acabou de lê, compõe uma receita corrente municipal e vem por transferência legal.

Nas edições do Com (Curso de Noções sobre Orçamento Municipal) sempre há questionamentos sobre o que é feito com o dinheiro do IR? E por que há diferenças enormes entre os valores? Por que há “intransparência” e “inexistentes” em alguns municípios? Por que tem municípios com valores zerado?  

Por “inexistentes” é quando a administração não remeteu a documentação contábil ao Siconfi. Junqueiro, Teotônio Vilela, Flexeiras e Campo Alegre têm intransparência total há anos e ao que parece não há nenhuma punição para a irregularidade cometida por cada administração.

 São várias as matérias relatando fatos. As incongruências das prestações de contas. Uma das matérias publicizando a intransparência é recente. Desse ano. Ela pode ser lida em http://fcopal.blogspot.com/2020/01/coruripe02-arrecadacao-da-cosip-e.html. Observa-se que após as matérias, Campo Alegre de forma incompleta já remeteu parte das informações de 2017 e de 2018.

Quando está “zerado” é porque a administração não informou os valores arrecadados. Será que nenhum dos servidores pagou IR?  É “intransparência” quando não há nenhuma informação a respeito da arrecadação. Sequer foi zerado!

Sobre a diferença em valores arrecadados, com municípios menores arrecadando mais do que municípios maiores, como são os casos de Japaratinga, Maragogi, Coruripe, Delmiro Gouveia, Barra de Santo Antônio e União do Palmares etc., este Foccopa não sabe se o TCE (Tribunal de Contas Estadual) tem alguma explicação. Ela não foi localizada no site dele, bem como o respectivo parecer prévio.

O destino do dinheiro do IR não é informado. Talvez o TCE tenha alguma explicação. Acreditamos que se fosse garantido o acesso à prestação de contas, talvez algumas dúvidas fossem esclarecidas ou confirmadas. Mas o acesso à prestação de contas pela população e por entidades é negado por gestões e por câmaras, sutilmente ou de forma clara, apesar desses dois poderes municipais fazerem uma retórica negativa.

Se você, que está acabando de ler esse texto, já teve acesso à prestação de contas de seu município por intermédio de algum dos poderes, pedimos nos informar pelo imeio abaixo escrito ou por manifestação neste blogue.

Quanto à dita “omissão” do TCE, eis uma crítica que vem de bem longe, inclusive por parte imprensa, que de algum modo enfatiza a não real fiscalização das contas municipais.

No próximo texto, trataremos da arrecadação específica de outro tributo municipal. O texto será publicado na sexta-feira.

>Produção: Fórum de Controle de Contas Públicas em Alagoas
Contatos: fcopal@bol.com.br – fcopal.blogspot.com
Redação: Paulo Bomfim – Integrante do Foccopa
Data: 8 de maio (Dia Internacional da Cruz Vermelha) de 2020

quinta-feira, 7 de maio de 2020

SMTT ESTÁ INADIMPLENTE COM A PRESTAÇÃO DE CONTAS

A SMTT (Superintendência de Transporte e Trânsito) dos municípios Delmiro Gouveia, no Sertão alagoano, e Maragogi, no Litoral Norte, não apresentaram as respectivas prestações de contas de 2019 ao TCE (Tribunal de Contas do Estado).

As 2 SMTTs, então, tornaram-se inadimplentes com a obrigação de prestar as contas anuais.

A informação está no ícone: “Consulta de Prestação de Contas”, na página do TCE na internete: www.tceal.tc.br.

Se você precisar de mais informações sobre a situação da prestação de contas da SMTT do seu município pode entrar em contato com a Ouvidoria do TCE, via telefone: 0800-284-0044, imeio: ouvidoria@tc.al.gov.br ou whatsapp:  99983-5401, segundo a cartilha: Guia do Cidadão, 2ª Edição, do TCE.

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Redação: Paulo Bomfim – Integrante do Foccopa
Data: 1 de maio (Dia Mundial do Trabalho) de 2020

quarta-feira, 6 de maio de 2020

APENAS 4 CÂMARAS ESTÃO ADIMPLENTES COM A PRESTAÇÃO DE CONTAS

Só 4 câmaras municipais, das 102 existentes em Alagoas, remeteram ao TCE (Tribunal de Contas do Estado) a prestação de contas referente ao exercício de 2019, no prazo permanentemente designado - 30 de abril de cada ano.

Câmara de
Maribondo
Santana do Ipanema
Palestina
Murici

 O presidente da Câmara de Palestina, Ronaldo Nicácio da Silva, conhecido por Tostoio, que também é um grande e conhecido artista,

Os 4 presidentes cumpriram o dever funcional, mesmo tendo o prazo de protocolização ou de entrega das contas sido prorrogado para 30 de junho pelo TCE por causa da Covid-19.

 Elas, então, tornaram-se as 4 únicas das 102 gestões legislativas em adimplência com a obrigação de prestar contas anualmente.

A informação está no ícone: “Consulta de Prestação de Contas”, na página do TCE na internete: www.tceal.tc.br.

 Se você precisar de mais informações sobre a situação da prestação de contas da câmara do seu município pode entrar em contato com a Ouvidoria do TCE, via telefone: 0800-284-0044, imeio: ouvidoria@tc.al.gov.br ou whatsapp:  99983-5401, segundo a cartilha: Guia do Cidadão, 2ª Edição, do TCE.

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Data: 1 de maio (Dia Mundial do Trabalho) de 2020

terça-feira, 5 de maio de 2020

SÓ MAR VERMELHO ESTÁ ADIMPLENTE COM A PRESTAÇÃO DE CONTAS

Somente o Município Mar Vermelho, turisticamente conhecido como “Suíça Alagoana”, em razão de seu clima e de sua arquitetura, no prazo permanentemente designado - 30 de abril de cada ano - remeteu ao TCE (Tribunal de Contas do Estado) as prestações de contas de governo e de gestão, referentes ao exercício de 2019. 

 
A prefeita Juliana Almeida cumpriu o dever funcional, mesmo tendo o prazo de protocolização ou de entrega das contas sido prorrogado para 30 de junho pelo TCE, em virtude da crise da Covid-19.
 Ela, então, tornou-se a única das 102 gestões municipais a estar adimplente com a obrigação de prestar contas da sua gestão e do seu governo.
A informação está no ícone: “Consulta de Prestação de Contas”, na página do TCE na internete: www.tceal.tc.br.
 Se você precisar de mais informações sobre a situação da prestação de contas do seu município, de graça, inclusive, pode entrar em contato com a Ouvidoria do TCE, via telefone: 0800-284-0044, imeio: ouvidoria@tc.al.gov.br ou whatsapp:  99983-5401, segundo a cartilha: Guia do Cidadão, 2ª Edição, do TCE.
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