sexta-feira, 16 de setembro de 2022

DESOMISSÃO ORÇAMENTÁRIA

É AGIR PARA DIVIDIR OS DINHEORS MUNICIAPAIS

Se omisso ou omissa continuar assim agir será impossível – ou dificílimo – melhorar as políticas públicas municipais que tanto precisamos para termos melhor qualidade de vida.

Só na desomissão orçamentária de cada um ou uma de nós, poderemos ouvir os gritos das excluídas e dos excluídos por “Vida em Primeiro Lugar” ou em cada município (in)dependência para quem?

sábado, 16 de julho de 2022

ELEITO É NOMEADO DESEMBARGADOR

Esta serve de complementação à matéria anterior, que pode ser lida e impressa em - https://fcopal.blogspot.com/2022/07/eleicao-para-desembargadora-ou.html - que tratava do procedimento de “escolha” do futuro desembargador do TJ-AL.

Ainda faltam a posse e a entrada em exercício. Mas já temos o nome do advogado eleito e nomeado para a vaga do cargo de desembargador do TJ-AL (Tribunal de Justiça de Alagoas).

O eleito e nomeado foi o bom e conhecido advogado Fábio Costa de Almeida Ferrário.

Nesse procedimento, ele foi eleito duas vezes. A 1ª pelas advogadas e pelos advogados de Alagoas, quando foi escolhido para compor a lista sêxtupla da OAB-AL (Ordem dos Advogados e das Advogadas), Seccional Alagoas.

A 2ª eleição aconteceu pelo TJ-AL (Tribunal de Justiça de Alagoas), quando escolheu a lista tríplice para ser enviada ao governador. O TJ-AL elegeu três entre os seis eleitos pela OAB-AL.

Uma escolha também política do candidato à vaga de desembargador, aconteceu quando o governador Paulo Dantas, entre os três nomes que lhe foram enviados pelo TJ-AL, o nomeou para a vaga existente.

Por fim, a eleição inicial entre todos os advogados e todas as advogadas conferiu legitimidade política ao agora nomeado e futuro desembargador do TJ alagoano.

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Contatos – Imeio: fcopal@bol.com.br – Blogue: fcopal.blogspot.com
Redação: Paulo Bomfim
Data: 15-07-2022

sábado, 9 de julho de 2022

ELEIÇÃO PARA DESEMBARGADORA OU DESEMBARGADOR

Ontem, 08-07, a OAB-AL (Ordem dos Advogados e das Advogadas), Seccional Alagoas, promoveu entre os cerca de 19 mil integrantes da classe advocatícia alagoana, mais uma eleição para escolha da “lista sêxtupla” de advogados e de advogadas.

A eleição objetiva escolher a lista sêxtupla da advocacia para o preenchimento da vaga do quinto constitucional para o cargo de desembargadora ou de desembargador do TJ-AL (Tribunal de Justiça de Alagoas).

Essa é a 2ª vez que a OAB-AL, mediante eleição direta entre seus integrantes, escolhe a lista sêxtupla para preenchimento de mais uma vaga de desembargadora ou de desembargador do TJ-AL, pertinente ao quinto constitucional. 

O atual Presidente da OAB-AL, promovente desta eleição, é o advogado Nivaldo Barbosa da Silva Júnior, um arapiraquense.

Na 1ª vez que ocorreu a eleição direta, o eleito foi o então advogado arapiraquense Tutmés Airan.

Aquela eleição se deu durante o mandato do então Presidente da nossa OAB, Thiago Bomfim.

De logo, como questão de gênero, percebe-se que duas advogadas foram eleitas e compõem a lista sêxtupla dessa importantíssima categoria profissional, essencial à administração da justiça.

A lista com os nomes dos 4 advogados e das 2 advogadas será encaminhada ao TJ pela OAB. Dentre as 2 eleitas e dos 4 eleitos, os desembargadores do TJ, elegerão a lista tríplice, com a escolha de 3 nomes, dentre os 6 nomes eleitos pela OAB.

A lista tríplice, com os 3 nomes eleitos, agora pelo TJ, então, será encaminha pelo Tribunal de Justiça ao governo do Estado.

Recebida a listagem e dentro todas as “negociações possíveis”, o senhor Governador escolherá um dos 3 nomes, nomeando-o ao cargo de futuro(a) desembargador(a).

Após a nomeação, a(o) eleita(o) desembargador(a), tomará posse e entrará em exercício, passando a ter as garantias postas à magistratura em geral.

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Redação: Paulo Bomfim

sexta-feira, 8 de julho de 2022

ADMINISTRAÇÕES DE PENOSA DESQUALIDADE

Há bastante tempos o Foccopa publiciza a desqualidade das administrações municipais. Desqualidades que abrangem diversos aspectos do político-administrativos ou do político-legislativos.

Por esta tabela a leitora ou o leitor ficará sabendo do ICF (Índice da Qualidade Contábil e Fiscal no Siconfi) e da posição nacional que determinado município ocupa entre os 5.570 municípios brasileiros, conforme ranking da STN (Secretaria do Tesouro Nacional).

Com a publicação e a publicização da classificação de cada município muitos gestores e legisladores municipais ficarão bem preocupados e mesmo “até envergonhados”.

Municípios

ICF %

Posição

Delmiro Gouveia

74,5%

3.867ª

São Sebastião

11,8%

5.502ª

Olho d’Água das Flores

51,5%

5.222ª

Arapiraca

90,8%

1.007ª

Carneiros

60,6%

5.072ª

Limoeiro Anadia

46,9%

5.243ª

Maravilha

72,0%

4.204ª

Santana do Ipanema

73,8%

3.963ª

Santa Luzia do Norte

64,3%

4.903%

Monteirópolis

21,5%

5.453ª

Senador Rui Palmeira

11,4%

5.508ª

Coruripe

24,2%

5.431ª

Piranhas

30,9%

5.355ª

Todavia, parece que a desqualidade não gera nenhuma preocupação para prefeitos ou para vereadoras e vereadores. Na avaliação de 2022, a STN informa que o estado dos fatos continua e está muito ruim.

Por quê?

“Estado dos fatos” que causa desigualdades socioeconômicas, empobrecimento e forte sofrimento à população.

Durante a 6ª edição do Curso de Noções sobre Seguridade Social, que está sendo realizado todas as noites de quintas-feiras, virtualmente, participantes que moram ou trabalham nos municípios acima citados tomam ciência e debatem a situação de descaso. 

Descaso que causa enormes prejuízos a toda a população nas ações e nos serviços da seguridade social, abrangendo a previdência, a saúde e a assistência. 

A avaliação da STN envolve as ações de Gestão da Informação, Informações Contábeis, Informações Fiscais e Informações Contábeis x Informações Fiscais.

O Ranking de Qualidade da Informação Contábil e Fiscal no Siconfi, Edição de 2022, demonstra a penosa desqualidade administrativa e legislativa dos 102 municípios alagoanos, sendo que o melhor posicionado é Arapiraca, mas que figura em 1.007ª, nacionalmente, com ICF de 90,8%, entre os 5.570 municípios brasileiros, em um ICF que poderá variar de “0” a 100%, como Ibiraiaras, no Rio Grande do Sul, que se classificou em 1ª colocação e produz muita batata.


>Produção: Fórum de Controle de Contas Públicas em Alagoas
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Redação: Paulo Bomfim – Integrante do Foccopa
Datas: 02-07 de 2022

terça-feira, 5 de julho de 2022

SãoSebastião – ARRECADAÇÕES MUNICIPAIS DE 2021

Nas atividades deste Foccopa, durante as edições das ExpoContas Municipais e durante os Com (Curso de Noções sobre Orçamento Municipal e Controle Social) saem perguntas sobre as arrecadações dos municípios. Sempre informamos as que são dos municípios que são vizinhos daquele que sedia cada evento: ExpoContas ou Com.

No texto anterior, que pode ser lido e impresso em -  https://fcopal.blogspot.com/2022/05/saosebastiao-arrecadacao-municipal.html - a leitora ou o leitor fica sabendo os nomes dos municípios cujas administrações ainda não haviam entregado a DCA (Declaração de Contas Anuais) e nada explicavam à sociedade. 

 Depois dessa divulgação, que causou muitos comentários no Município São Sebastião, a administração do prefeito Zé Pacheco apresentou a mesma e nela a leitora ou o leitor pode saber quais foram as arrecadações são-sebastiãoenses, em 2021, a líquida foi R$118.089.892,38, e a bruta de R$131.118.784,36, segundo a Ongue de Olho em Sebastião.

Algo que o Prefeito e os vereadores ou as vereadoras devem informar à população, conforme dispõe a legislação de transparência.

Na tabela abaixo você fica sabendo quais foram as arrecadações orçamentárias do Município São Sebastião. A tabela permite comparar montantes e refletir sobre o que fazem a gestão municipal e a Câmara Municipal.

Municípios

2021

São Sebastião

118.089.892,38

Feira Grande

?*

Igreja Nova

?*


Lida e analisada a tabela acima, de logo, percebe-se que alguns municípios têm dificuldades de fazer e de entregar a sua prestação de contas ou mesmo só o Balanço Municipal.

Assim, ainda não entregaram a DCA, de 2021, os municípios Feira Grande e Igreja Nova, que são vizinhos a São Sebastião. Por quê?

Já estamos no início de julho de 2022 e como ficam o completo descumprimento da legislação, em especial do Estatuto dos Municípios (ou “das Cidades”)?  O problema seria por razões contábeis ou mesmo por velado interesse em não fazer a prestação de contas e expor valores e montantes arrecadados? Até porque há forte inconsistência nos dados.

Quando cada DCA for entregue pelo Município ou não este texto será atualizado.

 

>Produção: Fórum de Controle de Contas Públicas em Alagoas (Foccopa)
Contatos – fcopal@bol.com.br – Blogue: fcopal.blogspot.com
Redação: Paulo Bomfim – Integrante do Foccopa
Data: 04-07 de 2022

quinta-feira, 16 de junho de 2022

COSIP-2 – POR QUE SEU ALTO VALOR, SUA ARRECADAÇÃO NÃO APARECER EM UNS MUNICÍPIOS E TAMANHAS 'INCONSISTÊNCIAS' NA DCA?

ESCONDER OU ERRO CONTÁBIL?

Ou ação para desinformar a população?

Em continuação à matéria: “COSIP PRODUZ MUITA GRANA, AQUI, ALI E ACOLÁ - E ATÉ EM ALÉM MAR”, publicada neste blogue em - https://fcopal.blogspot.com/2022/05/cosip-produz-muita-grana-aqui-ali-e.html. Nesse endereço, o mencionado conteúdo pode ser lido e ser impresso.

Nesta matéria, vamos informar a arrecadação ou a receita municipal, oriunda da Cosip, que é um tributo municipal, criado e cobrado por prefeitos ou por prefeitas e por vereadores e por vereadoras, em diversos município, alagoanos e de outros estados.

Leia os valores arrecadados em cada município  

Municípios

2020

2021

Lagoa da Canoa

215.733,78

?*

São João do Rio do Peixe (*)

1.114.157,20

1.370.162,79

Coité do Nóia

419.034,41

544.885,62

Olho d’Água do Casado

?

162.618,00

Arapiraca

15.786.501,77

24.140.177,32

Conceição do Mato Dentro (*)

1.404.871,81

1.580.016,51

Coruripe

970.718,03

4.287.155,2

Carneiros

4.720,41

64.071,10

União dos Palmares

?*

4.694.835,49

?*

5.647.659,27

Delmiro Gouveia

2.532.618,09

3.656.313,52

Limoeiro de Anadia

?*

1.028.345,97

São Jose da Laje

1.861.227,93

2.015.508,38

Teolândia (*)

?

152.283,21

Pariconha

?

834.561,05

Girau do Ponciano

?*

?*

?*

94.755,38

Barra de São Miguel

685.786,88

2.251.560,43

Água Branca

?

1.252.074,34

Taquarana

8.642,09

1.088.102,48

Colônia Leopoldina

656.249,15

?

Pão de Açúcar

00,00

149.668,30

São Luiz do Anauá (*)

?

?

Jacuípe

?

?

Maravilha

00,00

209.301,69

Rio Tinto (*)

845.960,54

985.380,53

 E não é só isso.

Os altos montantes da Cosip (Contribuição para Custeio dos Serviços de Iluminação Pública), em cada município, chamam a atenção da população. Mas também as discrepâncias de valores ou mesmo a ausência deles. 

Em quase todos os municípios brasileiros o tributo municipal Cosip é pago pelo povo, como em Rio Tinto(*) e em São João do Rio do Peixe(*), ambos em Paraíba, e em Conceição do Mato Dentro(*), no Minas Gerais, e em São Luiz do Anauá(*), em Roraima, cujo montantes arrecadados não são informados à população, e no Teolândia (*), no Bahia, sendo que os dois prefeitos daqueles, e a prefeita deste, e as três câmaras municipais, estão no meio de fortes debates, em razão do malbaratamento com altíssimos gastos de shows musicais, que o jornalista Eduardo Guimarães tem chamado de “sertanojo” e de “despolitizador” das juventudes.

Interessante - muita gente acha que o valor do tributo municipal Cosip é cobrado pela empresa fornecedora de energia elétrica, seja uma empresa pública seja privatizada. Porém, a mencionada cobrança e feita pelas gestões e câmaras municipais, usando como instrumento de arrecadação a “conta de luz”. O objetivo da cobrança na “conta de luz” é evitar o não pagamento ou mesmo a sonegação do referido tributo.

Inexistência – A interrogação “?*” grafada no texto, objetiva obter resposta do respectivo município, na pessoa do prefeito ou da prefeita ou controlador(a) interno(a)ou de algum(a) vereador(a) ou até mesmo do contador(a) municipal, como no caso de Lagoa da Canoa, União dos Palmares, Limoeiro de Anadia e Girau do Ponciando, de onde recentemente chegaram-nos pergunta nesse sentido, dentre outras administrações.  

Leia: “INACABADAS OBRAS EDUCACIONAIS II: Lagoa da Canoa” – revendo talendo - https://fcopal.blogspot.com/2019/05/inacabadas-obras-educacionais-ii.html

 

Também estranho é fato de o valor da arrecadação da Cosip não aparecer ou “não ser classificado” contabilmente na DCA (Declaração de Contas Anuais), apesar de ser mensalmente cobrada por cada administração e por cada câmara.

Outro questionável fato é a grande diferença de arrecadação entre um ano e outro em determinados municípios. A tabela acima demonstra estas estranhas situações.

Objetivamente, este Foccopa não conseguiu respostas para os dois fatos. Mas eles podem vir de relevante erro contábil ou de uma sutil intenção de desinformar a população.

A desinformação evita as fortes reclamações que surgem em praticamente todos os municípios, em virtude da cobrança extorsiva da Cosip. E também pelo o mal serviço de iluminação pública prestado pelo município.

As ditas “inconsistências” são claras. E o porquê delas só aparecerá se e quando a população, que paga o alto valor da Cosip, cobrar respostas dos 2 poderes municipais, prefeitura e câmara.

De início, as reais respostas podem vir do respectivo contador ou do controlador interno ou mesmos de cada prefeito ou prefeita. Além de vereadores e de vereadoras, que têm o importantíssimo dever de fiscalizarem os gastos municipais.

As respostas também poderão vir do TCE (Tribunal de Contas Estadual) ou do MPC (Ministério Público de Contas), quando da elaboração do parecer: ministerial, no caso do MPC, e prévio, no caso do TCE.

Leia também: “Arapiraca - DINHEIROS DA SEGURIDADE SOCIAL” - https://fcopal.blogspot.com/2022/06/arapiraca-dinheiros-da-seguridade-social.html

 

Bem... Afinal, como está a seguridade social em seu município?

 

>Produção: Fórum de Controle de Contas Públicas em Alagoas (Foccopa)
Contatos – fcopal@bol.com.br – Blogue: fcopal.blogspot.com
Redação: Paulo Bomfim – Integrante do Foccopa
Datas: 13-03 de 2022; atualização: 27-05-2022 – Reatualização: 14-06-2022
Publicação:
Publicização: redes sociais