domingo, 28 de fevereiro de 2021

São Brás – ALGUNS DINHEIROS DE 2021

R$4.023.676,91

 Essa é a líquida soma repassada pela União, via STN (Secretaria do Tesouro Nacional) e Banco do Brasil S. A., para o Município São Brás, nos meses de janeiro e de fevereiro de 2021.

O valor líquido do FPM (Fundo de Participação do Município) também já soma R$2.277.034,16. 

A diferença entre o montante e o FPM, refere-se a dinheiros de outros tributos, fundos etc., que a STN repassou, como você pode ler a seguir:

 

Tributo-Fundo

Montante

FEP

25.325,55

ITR

15,83

SUS (FNS)

341.557,44

CIDE

1.041,17

FUNDEB

1.373.072,44

SNA (Simples Nacional)

1.845,68

ADIO (Lei Kandir)

3.784,64

Além dos montantes acima, tem os dinheiros repassados por outros setores do governo federal como o FNDE, que enviou: R$45.964,27, dentre outros dinheiros.

Há também os repasses do governo estadual: ICMS, IPVA, IPI etc. e os dinheiros oriundos da arrecadação municipal: IPTU, ISS, ITBI, taxas, contribuições etc.. 

O “Líquido” é porque foi deduzido o montante referente às dívidas com o INSS e com o Pasep, algo em torno de R$57.105,28. 

Também leia: APENAS 3 CÂMARAS TIRAM 10

 A DE PROPRIÁ É A ÚLTIMA

 (http://fcopal.blogspot.com/2021/01/apenas-3-camaras-tiram-10.html) 

e QUEBRADEIRA MUNICIPAL NÃO EXISTE

E FALAS NESSE SENTIDO SÃO ENGANATIVAS

(http://fcopal.blogspot.com/2021/01/quebradeira-municipal-nao-existe.html)

Reflita que: “Um município não é medido pelo seu comprimento e largura, mas pela amplitude da visão e pelo alto dos sonhos de quem o administra e da própria população” – autoria desconhecida. 

>Produção: Fórum de Controle de Contas públicas em Alagoas
Contatos – Imeio: fcopal@bol.com.br – Blogue: fcopal.blogspot.com
Redação: Paulo Bomfim – Integrante do Foccopa
Data: 27-02-2021 

sábado, 27 de fevereiro de 2021

Arapiraca – ALGUNS DINHEIROS DE 2021

R$58.129.436,92 

Essa é a líquida soma repassada pela União, via STN (Secretaria do Tesouro Nacional) e Banco do Brasil S. A., para o Município Arapiraca, em 2021. 

O valor líquido do FPM (Fundo de Participação do Município) também já soma R$24.321.519,05. 

A diferença entre o montante e o FPM, refere-se a dinheiros de outros tributos, fundos etc., também repassados pela STN, como você pode ler a seguir: 

Tributo-Fundo Montante FEP 270.508,00 ITR 2.037,23 CFM 168.467,18 ISS-Convênio 47.800,48 CIDE 21.684,53 FUNDEB 31.957.166,11 SNA (Simples Nacional) 1.066.715,29 ADIO (Lei Kandir) 273.539,05 Além dos montantes acima, tem os dinheiros repassados por outros setores do governo federal como o do SUS: R$23.626.559,37 e o do FNDE: R$1.118.275,98, dentre outros. Há também os repasses do governo estadual: ICMS, IPVA, IPI etc. e os dinheiros oriundos da arrecadação municipal: IPTU, ISS, ITBI, taxas, contribuições etc.. O “Líquido” é porque foi deduzido o montante referente às dívidas com o INSS e com o Pasep, algo em torno de R$642.966,34. Também leia: Arapiraca - DEZEMBRO E SEUS DINHEIROS QUE AUMENTARAM E MUITO (https://fcopal.blogspot.com/2021/01/arapiraca-dezembro-e-seus-dinheiros.html) Reflita que: “Um município não é medido pelo seu comprimento e largura, mas pela amplitude da visão e pelo alto dos sonhos de quem o administra e da própria população” – autoria desconhecida. >Produção: Fórum de Controle de Contas públicas em Alagoas Contatos – Imeio: fcopal@bol.com.br – Blogue: fcopal.blogspot.com Redação: Paulo Bomfim – Integrante do Foccopa Data: 27-02-2021

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2021

1º DECÊNIO DE FEVEREIRO TEM DINHEIROS AUMENTADOS

A STN (Secretaria do Tesouro Nacional) informou quanto repassou para os 102 municípios alagoanos. Os dinheiros referentes ao 1º decênio de fevereiro aumentaram bastante, quando comparados com o mês de fevereiro de 2020.

sábado, 30 de janeiro de 2021

Porto Calvo - DINHEIROS DE JANEIRO REPASSADOS PELA STN

A Secretaria do Tesouro Nacional informou quanto repassou nesse mês de janeiro de 2021 para Porto Calvo, histórico Município, localizado na região do Litoral Norte, na margem esquerda da rodovia AL-101, Norte, no sentido Recife-Maceió.

O líquido montante repassado foi de R$5.468.351,69.

Após as deduções das dívidas para com o INSS (Instituto Nacional de Seguro Social) e com o Pasep (Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público). As deduções, causadas pelas irresponsabilidades de gestões passadas, causam muito prejuízo à população em geral e especialmente aos servidores municipais.

Os montantes arrecadados e devidos são sempre silenciados pelos dois poderes municipais, Prefeitura e Câmara Municipal. Eles têm o dever de praticar a transparência ativa, que é corretamente e “em tempo real” informar à população que paga a conta. Toda a população brasileira.

O valor líquido FPM foi de R$2.299.291,52.

Apenas esse montante do FPM é mencionado por prefeitos e prefeitas, e vereadores e vereadoras, bem como por parte da imprensa grande. No entanto, lideranças de diversos segmentos sociais também silenciam a respeito das informações. O objetivo do falado e do omitido é desinformar a população, que sofre e muito, mas publicamente fica calada ou em silêncio também.

Perceba que a diferença entre o montante repassado pela STN e o valor do FPM não é informada à população. “Esquecido” também os demais valores repassados pelo Estado e os oriundos da arrecadação própria do Município.  Quanto foram: o IPVA?, IPTU?, ICMS?, ISS?, IPI, o ITBI? taxas? contribuições? Etc..

Na tabela a seguir, leia como o líquido montante repassado é composto:

Tributo-Fundo

Montante

FPM

2.299.291,52

FEP

28.249,24

ITR

3.983,45

Royalties (da ANP)

521,72

FUS (SUS)

345.491,21

CIDE

2.956,55

FUNDEB

2.779.789,33

Simples Nacional (SNA)

8.068,67

Além desses valores, outros valores também são repassados por outros órgãos federais. Também há repasses do governo estadual, bem como o montante da arrecadação própria, como acima mencionado.

Também leia: Porto Calvo - DINHEIROS REPASSADOS PELO ESTADO (para saber quanto o Estado Alagoas transferiu para aquele Município litorâneo)

 (http://fcopal.blogspot.com/2021/01/porto-calvo-dinheiros-repassados-pelo.html)

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Redação: Paulo Bomfim – Integrante do Foccopa
Data:30-01-2021

quarta-feira, 20 de janeiro de 2021

Porto Calvo - DINHEIROS REPASSADOS PELO ESTADO

O Estado Alagoas informou quanto transferiu para o Município Porto Calvo, no ano de 2020.

Segundo o Portal Estadual de Transparência Graciliano Ramos, o montante repassado foi de R$7.263.975,11.

O montante de quase R$7 milhões e R$300 mil se referem a 6 itens de repasses, com repasse propriamente estadual ou em obediência ao princípio da repartição das receitas nacionais:

ICMS, R$5.256.186,97;

IPVA, R$520.621,12;

Royalty, R$31.316,39;

IPI, R$11.649,08;

ICMS-Fundeb, R$1.314.045,16;

IPVA-Fundeb, R$130.156,39.

Assim, mais uma vez, este Foccopa espera ter contribuído para combater as absurdas desigualdades sociais, que acontecem não por faltar dinheiros, mas por más e reiteradas distribuições e também por distorções na utilização dos “recursos municipais”.

Daí ser necessário as lideranças dos diversos segmentos sociais, acompanharem a elaboração, votação, execução e controle social das leis orçamentárias portocalvenses.

Enquanto essa ação político-cidadã não acontecer, a população ficará praticamente entregue ao Deus dará”. Ora, é no momento de construir o orçamento municipal que os dinheiros são divididos, possibilitando prejudicar segmentos e beneficiar a outros.

Quando visitou Porto Calvo, este Foccopa percebeu o grande empobrecimento daquela população Calabar e não é por faltar dinheiros municipais, mas pelo mau uso dos mesmos, por diversas gestões.

Simples, assim, ó josé!

Todavia, este Foccopa tem contribuído para os necessários debates. Assim, tem recebido críticas, sob os mais diversos subterfúgios, pretextos etc. de quem causa e provoca os problemas municipais (gestores e legisladores, para ser claro) e quase nenhum elogio do grande número de sofredores e desrespeitados cidadãos ou cidadãs.


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Redação: Paulo Bomfim – Integrante do Foccopa
Data:20-01-2021

terça-feira, 19 de janeiro de 2021

Piranhas - 1º DECÊNIO DE JANEIRO SEUS DINHEIROS

 AUMENTADOS!

O Município Piranhas recebeu o 1º decênio de janeiro de 2021, referente ao FPM (Fundo de Participação do Município) e de outros dinheiros repassados pela STN (Secretaria do Tesouro Nacional).

Como em muitos outros municípios, lá a “briga” entre quem saiu e quem entrou está grande. Como detalhe sutil e importantíssimo: a falta de publicização das respectivas documentações.

Foram líquidos R$2.218.917,07. Além desse montante, tem os dinheiros repassados por outros setores federais, pelo Estado e o originado na arrecadação própria municipal.

Houve um bom aumento, quando comparado com o 1º decênio de janeiro de 2020.

O valor líquido do FPM do 1º decênio desse janeiro-2021 foi de R$1.152.067,48. Também aumentou, quando comparado com o do 1º decênio de dezembro de 2020.

“Líquido” porque do valor bruto do FPM do 1º decênio já foi deduzido o montante de R$82.090,90, referente às dívidas para com o INSS (Instituto Nacional de Seguro Social) e Pasep (Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público).

No entanto, não há explicações sobre o paradeiro dos dinheiros que aparentemente sumiram durante as gestões municipais. Dinheiros que, em sua maioria, foram descontados dos salários de servidores. 

Também leia: QUEBRADEIRA MUNICIPAL NÃO EXISTE
E FALAS NESSE SENTIDO SÃO ENGANATIVAS
(https://fcopal.blogspot.com/2021/01/quebradeira-municipal-nao-existe.html)

Reflita que: “Um município não é medido pelo seu comprimento e largura, mas pela amplitude da visão e pelo alto dos sonhos de quem o administra e da própria população” – autoria desconhecida.

 

>Produção: Fórum de Controle de Contas públicas em Alagoas
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Redação: Paulo Bomfim – Integrante do Foccopa
Data: 13-01 (Dia Mundial do Rádio) de 2021 
Publicação:

Craíbas – IMPROBIDADES E CRIMES DE RESPONSABILIDADE?

Com a publicação e a publicização da matéria: Craíbas – DINHEIROS E NÃO QUEBRADEIRA 

DINHEIROS AUMENTARAM

(https://fcopal.blogspot.com/2021/01/craibas-dinheiros-e-nao-quebradeira.html)

Algumas pessoas fizeram comentários diversos sobre os agires da Administração Municipal e também da Câmara Municipal. São comentários que caem no âmbito do descrédito da população para com as “classes políticas” do Executivo e do Legislativo municipais. 

Mas alguém faz 4 questionamentos mais específicos. Um primeiro é, “por que não há informações sobre a prestação de contas de 2019?” 

Essa resposta não é tão simples, mas bem possível! 

Porque as transparências político-administrativas não são praticadas naquele Município. A Administração Municipal não publicou a prestação de contas de 2019 e menos ainda a publicizou, como dito na matéria. 

A Câmara Municipal, porque envolve todos os vereadores e as vereadoras, e não só a Presidência, também esconde a referida prestação de contas. 

Então, se a omissão do dever for apurada pelo Ministério Público Estadual e Pelo Ministério Público de Contas, pode-se comprovar com muita facilidade que o Prefeito e, no mínimo, a Presidência da Câmara cometeram algum crime contra a administração pública. 

No particular, podem ter praticado atos de improbidade administrativa. O gestor-executivo e o gestor-legislativo teriam cometido o respectivo crime de responsabilidade? 

São práticas que se repetem, não só naquele Município, bem como na grande maioria dos demais. 

O Tribunal de Contas de Alagoas, também não divulgou em sua página na internete a referida prestação de contas. Ao menos até 18-01-2021, às 19:00 horas, mesmo tendo sido adiado o prazo para entrega da mesma naquela Corte para 30 de junho-2020, em razão da covid-19. 

Um segundo é, “se o portal do TCE (de Alagoas) é completamente deficiente e muito caro para a sociedade alagoana, já que não apresenta nem mesmo cada parecer prévio?” 

Bem... 

Se “o portal” é “muito caro”, nesse momento, este Foccopa não tem condições de responder, pois não foi localizado na página do TCE na internete informações específicas sobre o custo do mesmo. Eis já mais uma “deficiente”. No entanto, o custo do próprio TCE-AL é realmente “altíssimo” para a empobrecida sociedade alagoana. 

O Orçamento Estadual, anualmente, e a respectiva prestação de contas, informam o custo do TCE-AL. 

Quanto ao “completamente deficiente”, apesar da abrangência da expressão, ela não é equivocada no seu todo. No referido portal não há sequer, por exemplo, estudos atualizados que apurem e que avaliem as transparências, ativas e passivas, dos portais de cada prefeitura e de cada câmara. 

No “completamente deficiente” portal realmente não existem (ao menos não são localizados com certa facilidade) o teor e a publicação de cada parecer prévio. 

Antes da realização de cada Com (Curso de Noções sobre Orçamento Municipal e sobre Controle Social), inclusive no que foi realizado em Craíbas, este Foccopa pergunta a vereadores, ao menos um da situação e um da oposição, sobre o teor e o julgamento do parecer prévio sobre cada prestação de contas e as respostas podem ser resumidas em; “nunca veio do TCE”; “desde que estou aqui (na câmara, por 3 mandatos), não mandaram um”. 

Uma foi mais ousada: “Gente, que ingenuidade! Com tanta maracutaia lá, eles vão caçar problemas em prefeitura ou em câmaras?”. 

Goste-se ou não, a verdade é que não há praticamente notícias de apuração de irregularidades em prefeituras e em câmara municipais, a partir do TCE-AL, e menos ainda punição, por irregularidades encontradas. Um terceiro é o que dizer sobre a “omissão de dirigentes municipais, que não denunciam as irregularidades que sabem” haver? 

Este Foccopa vai considerar como ‘dirigentes municipais’ cada liderança de segmentos sociais. Observa-se que as lideranças sociais dos inúmeros segmentos sociais não são “municipais”, apesar de atuarem e mesmo de residerem em cada município. 

Em muitas situações, a apontada “omissão” é fato constatado e sempre comentado nas edições do Com. A omissão, seja ela real ou aparente, decorre de fatores variados e não só de uma “espécie de cooptação” de cada liderança, como logo se imagina. 

Agora, no entender desse Fórum, as omissões não são somente de determinadas lideranças de igrejas, associações, ONGs, partidos, sindicatos, grêmios, oscips, fundações privadas, fóruns, empresas e de mais uma ampla gama de entidades, públicas ou privadas, mesmo porque “qualquer pessoa”, “cidadão”, “autoridade”, “contribuinte”, “conselheiro”, “servidor”, “estudante” tem a capacidade e o dever-cidadão de formular denúncia, representação, ação popular etc.. 

Acreditamos que o desanimo flui até mesmo das não respostas dos órgãos de controle e de outras autoridades às denúncias formuladas, gerando a impunidade e até mesmo a não devolução dos valores desviados. 

De regra, as demoras na apuração dos fatos e na tramitação processual têm sido um grande fator da impunidade, por intermédio da perda do direito do poder público em punir determinado ilício, em razão da “prescrição da ação punitiva do delito”, como disse um desembargador federal, quando indagado sobre um fato provado ter ficado impune criminalmente, e de até hoje (à época) a não devolução do dinheiro desviado não aconteceu. 

Aliás, em Craíbas, há exemplos de impunidade. A questão do esqueleto do que deveria ter sido uma escola no povoado Folha Miúda, até hoje não foi apurado e o dinheiro ali sumido ainda não foi devolvido, apesar de os autores existirem e serem conhecidos naquele Município. Não se conhece o parecer prévio do TCE sobre a utilização dos dinheiros sumidos na época da denúncia. 

O quarto e último questionamento é sobre quanto o “Estado repassou em 2020” para Craíbas? 

Quem foi massacrado para fazer o Enem, com covid-19 e mais tudo, deve ter respondido as questões mais fáceis primeiro. “Será que o objetivo de não adiar é beneficiar a estudantada mais aquinhoada?” 

No nosso caso, a mais fácil ficou por último. Segundo o Portal Estadual da Transparência Graciliano Ramos, o montante repassado, em 2020, foi de R$5.325.739,98, referentes a 6 itens de repasse: ICMS, R$3.654.241,90; IPVA, R$582.447,77; Royalty, R$21.778,83; IPI, R$8.099,08; ICMS-Fundeb, R$913.559,54 e IPVA-Fundeb, R$145.612,86. 

Assim, mais uma vez, este Foccopa espera ter contribuído para combater as absurdas desigualdades sociais, que acontecem não por faltar dinheiros, mas por má distribuição e também por distorção na utilização dos “recursos municipais”.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2021

APENAS 3 CÂMARAS TIRAM 10

 A DE PROPRIÁ É A ÚLTIMA

Em transparências legislativas, ativa e passiva. 

As lutas e as ações por transparência político-administrativa são enormes. Tanto a transparência ativa como a transparência passiva encontram obstáculos nas mais diversas gestões municipais ou legislativas, em todo o Brasil.

Os respectivos portais de transparência estão criados. Mas a grande maioria deles não cumpre o objetivo e finalidade. Os requisitos e as ações para cumprimento e efetivação da transparência não são praticados pelas gestões das câmaras.

Em Alagoas, as reclamações sobre as deficiências ou as desatualizações dos portais são uma constante.

Buscando combater as intransparências, inclusive as dos próprios portais, o Tribunal de Contas de Sergipe divulgou o resultado da avaliação dos portais de transparências das câmaras municipais daquele Estado.

O resultado constatou que apenas 3 câmaras municipais tiraram nota 10.

Foram as câmaras de Nossa Senhora da Glória, de Nossa Senhora das Dores e de Pinhão.

A Câmara do histórico Propriá tirou apenas nota 3,1. Ficando na “lanterna”, em última colocação.

O Legislativo de Propriá foi seguido pela Câmara de Salgado, que ficou com nota 3,6, em possíveis 10.

A real e efetiva ação de transparência é fundamental para fiscalização dos gastos legislativos e para o combate às desigualdades sociais, decorrentes da ilegítima e irregular construção de cada orçamento municipal.

>Produção: Fórum de Controle de Contas públicas em Alagoas
Contatos – Imeio: fcopal@bol.com.br – Blogue: fcopal.blogspot.com
Redação: Paulo Bomfim – Integrante do Foccopa
Data: 07-01-2021