sábado, 10 de junho de 2023

Campo grande - QUAL MONTANTE A JÁ STN REPASSOU EM 2023

R$19.382.832,16

Até maio, a STN (Secretaria do Tesouro Nacional) transferiu para o Município Campo Grande, o montante acima mencionado.

Houve um grande aumento, se comparado com o montante do mesmo período de 2022. Em todo o exercício de 2021, a bruta arrecadação total foi de R$38.238.182,79.

É a de 2022? Ainda não se sabe, pois a administração municipal ainda não regularizou as informações no Siconfi. Aliás, naquele Município as irregularidades são antigas e até já investigadas, conforme publicações na imprensa (Fórum de Controle de Contas Públicas em Alagoas: Campo Grande: É APENAS O TRISTE EXEMPLO DE PRATICAMENTE... (fcopal.blogspot.com)).

Nessa tabela observa-se que os dinheiros vieram por intermédio de fundos jurídico-contábeis ou individualizados tributos, cujo gerenciamento é feito STN, formando 6 itens.  

 

Montantes dos Tributos ou dos Fundos

Até maio de 2023

Fundo de Participação do Município

6.369.338,84

Imposto Territorial Rural

118,29

Fundo de Manutenção e de Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização de Profissionais do Magistério

 

12.857.041,58

Royalties

149.255,12

LC 176/2020-ADO25

7.139,30

Cide-combustíveis

57,32

Cessão Onerosa

00,00

Os dinheiros vêm dos tributos nacionais que pagamos, direta ou indiretamente, e que foram criados por senadores ou senadoras, ou por deputadas ou deputados nacionais.

Parte dos dinheiros dos tributos nacionais vem por transferências, constitucional ou legal, que são obrigatórias.

As transferências voluntárias dependem de cada convênio.

Constitucionais, porque são determinadas pela Constituição Nacional.

Legais, porque são determinadas por leis específicas. Podem ser chamadas também de “transferências infraconstitucionais”.

Frisa-se que as transferências nacionais vêm pela STN ou por vários outros órgãos nacionais.

Para não se deixar enganar, perceba que os valores acima forma apenas a parte repassada pela STN.

Mas existem outros dinheiros municipais, como os dinheiros repassados pelo Estado (Fórum de Controle de Contas Públicas em Alagoas: Campo Grande – QUANTO O ESTADO REPASSOU (fcopal.blogspot.com), os cobrados pelo próprio Município e os demais, repassados pelo Governo Nacional, como os do SUS (Sistema Único de Saúde -Fórum de Controle de Contas Públicas em Alagoas: Campo Grande – PARTE DOS DINHEIROS DA SAÚDE (fcopal.blogspot.com)) e os do FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação), de convênios etc..

Em outras matérias, esses valores e montantes serão informados à população, que deve fiscalizar o bom uso ou não dos dinheiros.

Para o exercício da cidadania ativa é muito importante saber desses valores e desses montantes, pois sem o conhecimento deles não há como definir ou reivindicar políticas públicas.

Até porque “em muitos casos pesquisados, muitos conselheiros não sabiam sequer quanto dinheiro havia para a política pública do Conselho que representava“, no dizer de Luciana Leite Lopes, em pesquisa sobre a (in)efetividade dos conselhos municipais.

Nesse período de conferências municipais é fundamental saber os valores e seus montantes dos dinheiros municipais para poder decidir quais e quantas políticas públicas são necessárias para melhorar a qualidade de vida da população, que é empobrecida.

E não é por faltar dinheiros. Mas por omissão de cada uma ou um de nós, que não faz o controle social.

Além da falta de ação e de atuação de vereadores ou de vereadoras. Inclusive de parlamentares que compõe a CPFOM (Comissão Permanente de Finanças e de Orçamento Municipal).

Estes fatos são debatidos durante as edições do Com (Curso de Noções sobre Orçamento Municipal e sobre Controle Social), promovido por este Foccomal e outras entidade.

As aulas do Com acontecem no Cecusa (Centro Cultural Salomé), situado na Rua São Paulo, 47 (em frente à RadCom Salomé FM), Centro, CEP:57.275-00, São Sebastião, Alagoas. Contato no rodapé desta matéria.

O Curso é aberto à participação de todos e de todas, e de graça. Entendemos ser ele ‘obrigatório’ para lideranças de diversos segmentos sociais e principalmente para as pessoas que almejam ser candidatas em 2024.

Em parceria com a Ongue de Olho em São Sebastião e demais entidades, nesse 2023 foi realizada a 22ª edição do Com, debatendo a integral arrecadação e os gastos realizados em 2022 e o Orçamento Municipal de 2023, que é mais de R$240 milhões 2023, conforme pode ser lido e impresso em - https://onguedeolho.blogspot.com/2022/11/ploa-2023-grandes-valores-do-orcamento.html - além das respectivas prestações de contas de governo ou de gestão, existentes no TCE (Tribunal de Contas Estadual).

Atente que a administração municipal está bastante deficiente e a Câmara Municipal não tem feito o seu papel institucional, segundo informações do Tesouro Nacional, via Siconfi (Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro - Fórum de Controle de Contas Públicas em Alagoas: Campo Grande - ORIGENS DOS DINHEIROS EM 2020 (fcopal.blogspot.com)), sendo Campo Grande um dos municípios que não enviaram os necessários dados.

A prática dessas irregularidades e os descasos, administrativo e legislativo, são quem provoca o empobrecimento da população daquele Município.

Mas a própria população não percebe o valor de cada voto e não faz o controle social e as necessárias fiscalizações.

Quaisquer dúvidas ou eventuais manifestações podem ser dirigidas ao imeio, abaixo, ou postadas neste blogue, em “comentário” desta matéria.

Por fim, como foi elaborada e votada a LDO de 2024 nesse Município?

Observa-se o presente texto, as alterações necessárias, é bem semelhante a outros, referentes a outros municípios.

>Produção: Fórum de Controle de Contas Municipais em Alagoas - Foccomal
Contatos - Imeio: fcopal@bol.com.br - Blogue: fcopal.blogspot.com
Redação: Paulo Bomfim – Integrante deste Foccomal
Fontes: STN e Banco do Brasil S. A.
Data: 10-06-2023 – Dia da Raça

sábado, 6 de maio de 2023

Piranhas2023 – PARTES DOS DINHEIROS DA STN ATÉ ABRIL

 SOMAM MUITA GRANA!

Algumas pessoas de Piranhas, Município localizado na Região do Alto Sertão de Alagoas, às margens do Rio São Francisco, onde fica localizada a Usina Hidrelétrica de Xingó, perguntam qual foi o repasse até abril e a arrecadação total de 2022?

Inicialmente, alerta-se que os valores ou montantes informados neste texto são apenas os repassados pela STN e até abril: R$26.324.250,73.

No entanto, há montantes repassados por outros órgãos do Governo Nacional como o FNDE, o SUS etc., o Estado e a renda própria municipal. Soma que torna o montante arrecadado até abril de 2023 bem superior ao ora informando.

Já o montante da arrecadação municipal do ano de 2022, inclusive a da Câmara de Piranhas, é a total e está no BM (Balanço Municipal), enviado ao TCE (Tribunal de Contas do Estado), com acesso pela internete.

Lembra-se que uma cópia do BM deve estar, fisicamente, à disposição de quaisquer pessoas ou entidades da sociedade, inclusive dos partidos políticos, na Câmara Municipal e também na Secretaria Municipal de Finanças, durante todo o ano.  

Assim, para agilizar as informações sobre partes das arrecadações de Piranhas, em 2022, e em 2023, este Foccomal toma o texto sobre Arapiraca, como base deste, quase integralmente, naturalmente mudando-se os valores e os montantes para os de Piranhas.

O texto original sobre Arapiraca pode ser lido e imprimido no seguinte endereço virtual: Fórum de Controle de Contas Públicas em Alagoas: Arapiraca2023 – PARTES DOS DINHEIROS ATÉ ABRIL (fcopal.blogspot.com).

Note que, além dos valores, outras informações foram alteradas.  

A STN (Secretaria do Tesouro Nacional) informou quanto repassou para o Município Piranhas, até o mês de abril de 2023.

São dinheiros que toda a população piranhense e brasileira paga, especialmente a população mais empobrecida.

Esta, proporcionalmente, paga mais tributos em razão de haver a tributação indireta e da sobre o consumo.

Os líquidos montantes abaixo já contêm as deduções de valores das parcelas das dívidas que as gestões deixaram para com a Previdência Social, PASEP, FGTS etc., inclusive de valores descontados de servidores municipais. Se as gestões não ficassem praticando irregularidades, o montante bruto era bem superior ao líquido.

Esses descontos mensais são fortes indicadores de más gestões municipais e de ausência de atuação da Câmara Municipal. Apesar desses dois poderes municipais consumirem muitos dinheiros da sofrida população, praticam irregularidades, por omissão ou por ação.

Em 2022, a Câmara Municipal de Piranhas custou à descuidada população exatos: R$4.000.136,23.

Dividindo-se o montante por 11 parlamentares, são R$363.648,75, por ano, para cada produtora ou produtor de lei municipal, ou R$30.304,06, por cada mês.

Mas as lideranças dos diversos segmentos municipais também participam dessas ações ou omissões, daí o motivo por que pessoas associadas às respectivas entidades ficam também sem saberem de nada.

Praticamente, todos os partidos políticos também caem nessa péssima situação. Percebe-se que houve aumento do repasse de 2023 quando comparado com o montante do mesmo período no ano passado, 2022.

Repita-se que os montantes são silenciados pela administração municipal e pela Câmara Municipal, sem nenhuma dúvida.

Algum dos ou das parlamentares poderia divulgar os valores à população?

Por que não faz?

O danado é que até parlamentares da oposição-eleitoral não se pronunciam sobre os valores. Até “mesmo os parlamentares da oposição-política emudecem”, como diz Manoel Avelino, Presidente da Associação de Moradoras e de Moradores do Bairro São José, referindo-se à Câmara de São Sebastião.

Leia os líquidos montantes repassados somente pela STN, que a administração municipal e a Câmara Municipal não informam à população piranhense:

Tributo-Fundo

Montante

FPM

11.824.901,47

ITR

1.1011,13

Royalty

1.875.870,58

CIDE

140,77

FUNDEB

12.592.704,46

ADIO – LC-176-2020

29.532,32

Cuidado: recentemente, algumas matérias jornalísticas disseram que o valor do FPM diminuiu.

Será verdade?

Não!

O valor líquido do FPM de janeiro a abril foi de R$11.824.901,47, sendo superior ao do ano passado.

Aliás, a grande maioria de prefeit@s e de parlamentares somente mencionam o valor do FPM e quando é para dizerem ou insinuarem que o montante do mesmo diminuiu.

Para o amplo e a repetição do alcance da intenção enganatória, usam como "diminuição" do FPM a fala e o pretexto da "oscilação mensal" ou mesmo só apenas quando há a de algum dos três decêndios de cada mês.

Algo corriqueiro, desde que este Foccomal acompanha os repasses do FPM e de outros dinheiros.

Para isso, “contam com a ajuda de determina parte da imprensa”, diz o nobre Avelino.

 “Esquecidos” ou silenciados também são os muitos outros montantes repassados por outros setores do governo nacional. Além dos repassados pelo governo estadual e mesmo os oriundos da “arrecadação própria do município”.

Tanto “esquecimento” ou silenciamento, será por quê?

Porém, não é correto dizer que a culpa é só “deles” ou delas, de políticos ou de políticas em geral.

As direções de partidos políticos, associações comunitárias, sindicatos, ongs, igrejas, grêmios estudantis, oscips etc. têm culpa em cartório, pois também se omitem quanto aos interesses dos segmentos que deveriam bem representar e muito informar.

No entanto, dentro de suas condições, este Foccomal faz a publicação e a publicização dos montantes para que a população fique informada e possa reivindicar os seus diversos direitos humanos, como habitação, remédios, merenda, exames, saúde bucal, saneamento, tratamento ginecológico, consultas, cultura, oftalmologia, meio ambiente, agricultura, segurança, geriatria, pré-escolar, creche, urologista etc..

Esses estranhos, sutis e conscientes silenciamentos fazem com que a população que paga a conta do descaso não fique sabendo que, em 2022, a arrecadação bruta de Piranhas chegou a R$189.077.543,95.

O montante da arrecadação da Cosip (Contribuição para o Custeio do Serviço de Iluminação Pública) no ano passado somou R$3.322.504,29. 

Porque a população todo mês paga esse tributo municipal, em sua conta de energia. Então, será uma justa contribuição municipal?

O montante do ICMS (Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços), em 2022, somou: R$30.003.243,36.

Os 50% do IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores) totalizaram: R$899.563,31.

Mas a mudança de comportamento não depende só do executivo ou do legislativo, “deles” e delas. Mas também da população em geral e de cada um ou uma de nós, em particular.

Muitas responsabilidades e responsáveis, então? Sem dúvidas!

Enfim, reflita que: “Um município não é medido pelo seu comprimento e largura, mas pela amplitude da visão e pelo alto dos sonhos de quem o administra e da própria população”, que o elege e no município é residente – autoria desconhecida.


>Produção: Fórum de Controle de Contas Municipais em Alagoas (Foccomal)
Contatos - Imeio: fcopal@bol.com.br - Blogue: fcopal.blogspot.com
Redação: Paulo Bomfim – integrante do Foccopa
Data: 05 de maio de 2023.

sexta-feira, 5 de maio de 2023

Arapiraca2023 – PARTES DOS DINHEIROS ATÉ ABRIL

 SOMAM MUITA GRANA!

A STN (Secretaria do Tesouro Nacional) informou quanto repassou para o Município Arapiraca, até o mês de abril de 2023.

São dinheiros que toda a população arapiraquense e brasileira paga, especialmente a população mais empobrecida. 

Esta, proporcionalmente, paga mais tributos em razão de haver a tributação indireta e da sobre o consumo.

O líquido montante acima já contém as deduções de valores das parcelas das dívidas que as gestões deixaram para com a Previdência Social, PASEP, FGTS etc., inclusive de valores descontados de servidores municipais.

Se as gestões não ficassem praticando irregularidades, o montante bruto era bem superior ao ora informado.   

Esses descontos mensais são fortes indicadores de más gestões municipais e de ausência de atuação da Câmara Municipal.

Apesar desses dois poderes municipais consumirem muitos dinheiros da sofrida população, praticam irregularidades, por omissão ou por ação.

Em 2022, a Câmara Municipal de Arapiraca custou à descuidada população exatos: R$15.717.852,78.

Dividindo-se o montante por 19 parlamentares, são R$827.255,41, por ano, para cada produtor(a) de lei municipal, ou R$68.937,95, por cada mês.

Mas as lideranças dos diversos segmentos municipais também participam dessas ações ou omissões, daí o motivo por que pessoas associadas às respectivas entidades ficam também sem saberem de nada.

Praticamente, todos os partidos políticos também caem nessa péssima situação.

Percebe-se que houve aumento quando comparado o montante desse período de 2023 com o do mesmo período do ano passado, 2022.

Repita-se que os montantes são silenciados pela administração municipal e pela Câmara Municipal, sem nenhuma dúvida.

Algum dos ou das parlamentares poderia divulgar os valores à população? Por que não faz?

O danado é que até parlamentares da oposição-eleitoral não se pronunciam sobre os valores.

Até “mesmo os parlamentares da oposição-política emudecem”, como diz Manoel Avelino, Presidente da Associação de Moradoras e de Moradores do Bairro São José, referindo-se à Câmara de São Sebastião.

Leia os líquidos montantes repassados somente pela STN, que a administração municipal e a Câmara Municipal não informam à população arapiraquense:

Tributo-Fundo

Montante

FPM

55.109.869,13

FEP

00,00

ITR

8.057,96

ISS-STN-Convênio

00,00

CFM-Mineral

00,00

Royalty

2.061.614,54

CIDE

1.069,69

FUNDEB

79.513.417,60

SNA-Simples Nacional

00,00

ADIO – LC-176-2020

61.292,89

Cuidado: recentemente, algumas matérias jornalísticas disseram que o valor do FPM diminuiu.

Será verdade?

Não!

O valor líquido do FPM no período mencionado foi de R$55.109.869,13, sendo superior ao do ano passado.

Aliás, a grande maioria de prefeit@s e de parlamentares somente mencionam o valor do FPM e quando é para dizerem ou insinuarem que o montante do mesmo diminuiu. 

Para o amplo e a repetição do alcance da intenção enganatória atingir a população, usam como "diminuição" do FPM a fala e o pretexto da "oscilação mensal" ou mesmo só apenas quando há a de algum dos três decêndios de cada mês. 

Algo corriqueiro, desde que este Foccomal acompanha os repasses do FPM e de outros dinheiros.

Para isso, “contam com a ajuda de determina parte da imprensa”, diz o nobre Avelino.

“Esquecidos” ou silenciados também são os muitos outros montantes repassados por outros setores do governo nacional.

Além dos "esquecimentos" dos dinheiros repassados pelo governo estadual e mesmo os oriundos da “arrecadação própria do município”.

Tanto “esquecimento” ou silenciamento, será por quê?

Porém, não é correto dizer que a culpa é só “deles”, de políticos ou de políticas em geral.

As direções de partidos políticos, associações comunitárias, sindicatos, ongs, igrejas, grêmios estudantis, oscips etc. têm culpa em cartório, pois também se omitem quanto aos interesses dos segmentos que deveriam bem representar e muito informar.

No entanto, dentro de suas condições, este Foccomal faz a publicação e a publicização dos montantes para que a população fique informada e possa reivindicar os seus diversos direitos humanos, como habitação, remédios, merenda, exames, saúde bucal, saneamento, tratamento ginecológico, consultas, cultura, oftalmologia, meio ambiente, agricultura, segurança, geriatria, pré-escolar, creche, urologista etc..

Esses estranhos, sutis e conscientes silenciamentos fazem com que a população que paga a conta do descaso não fique sabendo que, em 2022, a arrecadação bruta de Arapiraca chegou a R$973.511.799,90. 

Reflita que o montante mencionado é muito superior ao valor do FPM de 2022, que somou: R$143.207.109,86.

Aliás, observe que até mesmo a STN só repassou R$360.259.657,11, no ano de 2022. Leia e imprima em: Fórum de Controle de Contas Públicas em Alagoas: Arapiraca - QUAL MONTANTE A STN REPASSOU EM 2022 (fcopal.blogspot.com)

Percebeu a enorme diferença entre o total arrecadado e o valor do FPM? 

Diferença que maliciosamente não é mencionada e informada à população por parlamentares, inclusive os de oposição, e por prefeit@s.

Em passagem pelo povoado Taboquinha, este Foccomal foi informando que há lâmpadas queimadas em povoados e em diversas ruas, apesar da arrecadação da Cosip (Contribuição para o Custeio do Serviço de Iluminação Pública) no ano passado ter somando R$25.977.150,82.  

No povoado Alazão, também se ficou sabendo que a população de lá está abandonada e sem Agente Comunitário de Saúde e até mesmo de endemias. 

Lá, no esquecido Alazão, inclusive, tem foco de “lepra” ou de hanseníase, sem tratamento adequado pela administração municipal.

Mas a mudança de comportamento não depende só de integrantes do executivo ou de integrantes do legislativo, “deles” e delas. Mas também da população em geral e de cada um(a) de  nós, em particular.

Muitas responsabilidades e responsáveis, então?

Sem dúvidas!

Enfim, reflita que: “Um município não é medido pelo seu comprimento e largura, mas pela amplitude da visão e pelo alto dos sonhos de quem o administra e da própria população”, que o elege e no município é residente – autoria desconhecida.

>Produção: Fórum de Controle de Contas Municipais em Alagoas (Foccomal)
Contatos - Imeio: fcopal@bol.com.br - Blogue: fcopal.blogspot.com
Redação: Paulo Bomfim – integrante do Foccopa
Data: 01 de maio de 2023.

sexta-feira, 21 de abril de 2023

CENSO-2022 DIZ QUE A POPULAÇÃO DIMINUIU

 EM PRATICAMENTE TODOS OS MUNICÍPIOS

Esse é o resultado provisório do Censo de 2022, ainda em apuração final.

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sexta-feira, 17 de março de 2023

Campo Alegre - CONSCIENTE SOCIEDADE DIZ NÃO À EXTINÇÃO DO CONSELHO TUTELAR

 #VETA PREFEITO!

Os subterfúgios e os álibis, as mentiras e as manipulações etc., que foram usados por Prefeito e por 4, ou todas, as vereadoras e 9 dos 11 vereadores de Campo Alegre são terríveis.

Absurdos prejuízos provocam e trazem para toda a população e, especialmente, para as gentes que estão e estarão com a suas infâncias e com as suas adolescências tremendamente comprometidas e prejudicadas.

A própria Ementa do malfadado Projeto de Lei Municipal nº02, de 03 de março de 2023, comprova o engodo do Prefeito e dos parlamentares, masculinos e femininos.

No mínimo, com a mentirosa Ementa tentam manipular a boa-fé da população campo-alegrense e de autoridades e de instituições em geral.

À semelhança de uma “jabuticaba legislativa”, a Ementa apresenta ideia e intenção “bondosas”, como disse uma professora. 

Mas o “corpo” do projeto é claramente contrário ao escrito na sua Ementa.

Por favor, sente-se e com calma, leia a Ementa ou o resumo da “isca legislativa” ou do combatível e combatido projeto de lei.

Ei-la:

“ALTERA A LEI Nº 757, DE 01 DE ABRIL DE 2015, DISPÕE SOBRE A POLÍTICA MUNICIPAL DE ATENDIMENTO DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE E INSTITUI EM NOVOS TERMOS CONSELHO MUNICIPAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE – CMDCA, O FUNDO MUNICIPAL DA INFÂNCIA E ADOLESCÊNCIA – FIA E O CONSELHO TUTELAR - CT E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.”

O que você, leitora ou leitor, achou da Ementa? 

É perfeita ou é maliciosa?

O projeto de lei municipal, proposto pela gestão, e aprovado por 4 vereadoras e por 9 vereadores, sem Emenda alguma, tem raias inacreditáveis e propositais de omissões de redação.

Com qual intenção da Ementa?

Em nenhuma passagem, da Ementa ou do corpo das alterações à outra Lei Municipal nº757, de 2015, se diz que será extinto o Conselho Tutelar de Luziápolis.

Morou?

Objetivamente, não se sabe o porquê de terem tomado essa atitude totalmente contrária aos interesses da população. 

Portanto, ilegítima, e também ilegal e inconstitucional.

Se o autógrafo do projeto não for vetado pelo Prefeito, a lei que daí surgir vai ser declarada inconstitucional pela justiça estadual.

Na campanha eleitoral, nem o Prefeito e nenhum(a) d@s parlamentares prometeram acabar com o Conselho Tutelar do grande povoado Pau do Descanso.

Mas uma coisa é certa...

Há coisas escondidas na gestão e na legislatura campo-alegrenses. 

“Mas, até algo muito ruim, pode trazer algo revelador à população”. Às pessoas prejudicadas, inclusive.

Parece que foi o que aconteceu com as classes eleitorais de Campo Alegre.

Tanto a da situação, pela sua nefasta ação, como a da oposição, pela sua inacreditável omissão.

Todavia, diversas entidades disseram e dizem não “à morte” ou à extinção do Conselho Tutelar de Luziápolis.

Se não houver crime, no mínimo, há improbidades, administrativa e legislativa, pois não há como negar os prejuízos causados às infâncias e às adolescências, e as fortes manipulação e falácia legislativas.    

Ora, se a fábula e o pretexto para acabar com o Conselho Tutelar de Luziápolis é a redução da população e consequentemente das receitas municipais, que foram: em 2021, R$178.837.774,73, e, em 2022, R$199.228.749,27, deveria acabar com exorbitantes gastos. 

Mas, apesar de dizerem que os dinheiros municipais diminuem ou diminuirão não mostram os valores e os seus montantes. 

As prestação de contas da própria Câmara e a do Município, cadê-las?

 Notou-se que os montantes arrecadados e os gastos municipais ou legislativos não foram divulgados à população pelo Prefeito ou por cada um(a) dos 15 parlamentares daquele Município.

Se não há receitas para custear o pequeno custo do Conselho, por que também não extinguir a Câmara Municipal ou não reduzir o número de parlamentares, os custos da Câmara e os próprios subsídios ou salários dos parlamentares, que, inclusive, trabalham em jornada bem menor a de cada conselheiro ou conselheira?

No entanto, o projeto da extinção do Conselho Tutelar e as lutas para evitar o fim do mesmo formaram o “algo revelador” deste embate. Lutas que apesar das reais dificuldades e medos, precisam da participação total da população e das lideranças dos diversos segmentos sociais.

Afinal, quem não tem uma criança ou uma pessoa adolescente na família, precisando da proteção e do cuidado daquele Município?

Enfim, revelaram-se os altíssimos montantes dos duodécimos das receitas da Câmara e o altíssimo custo de cada parlamentar, além das aparentes falhas e das contradições nos orçamentos e nos balanços municipais entre os 2 municípios administrados pelo mesmo grupo político, Campo Alegre e Teotônio Vilela.

É mole?!

Então, revelaram-se os altos custos da Câmara, por ano e por mês, e também os altos custos de cada parlamentar, por ano e por mês, consoante a tabela seguinte:

Custos, anual ou mensal, da Câmara Municipal de Campo Alegre

Custos, anual ou mensal, por parlamentar de Campo Alegre

 

2018

anual - 3.263.205,78

anual - 217.547,05

mensal - 271.933,82

mensal - 18.128,92

 

2019

anual - 3.366.152,85

anual - 224.410,19

mensal - 280.512,74

mensal - 18.700,85

 

2020

anual - 3.650.009,52

anual - 243.333,97

mensal - 304167,46

mensal - 20.277,83

 

2021

anual - 3.688.152,39

anual - 245.876,83

mensal - 307.346,03

mensal - 20.489,74

 

2022

anual - 4.220.988,69

anual - 281.399,25

mensal - 351.749,06

mensal - 23.449,94

 

Moral da história ou da estória, a depender de como cada pessoa analise a tabela acima, percebe alguns aspectos importantes e que serão focos nos debates sobre a necessidade de não extinção do Conselho.

Um é o silenciamento sobre a realidade de que por cada ano e por cada mês, a Câmara de Campo Alegre gasta muitíssimo mais dinheiros que os 2 conselhos tutelares, juntos.

Segundo conselheiros que não querem se identificar, cada conselho custa, no máximo, R$15,000,00, por mês ou R$30 mil, os 2 conselhos, ou R$180.000,00, por ano, sendo R$360 mil esses 2 órgãos de proteção de todas as infâncias e de todas as adolescências.

Em outras palavras, em 2022, a Câmara gastou 11,7 vezes mais dinheiros municipais que os 2 empobrecidos conselhos, juntos.

Por que, então, só acabar com o “economíssimo” Conselho Tutelar de Luziápolis?

Por conseguinte, não são as reduções da população ou das receitas municipais que fundamentam verdadeiramente a aprovação da extinção dele.

Mas sutilezas que a maldade político-legislativa não deixa ser explicitadas pelo Prefeito e por cada parlamentar.

Ainda para comparação das injustiças dos gastos municipais: em 2022, cada conselheiro ou conselheira recebia o salário de R$2.000,00, por mês, ou R$24.000,00, por ano.

Perceba, então, que cada uma das 8 conselheiras e cada um dos 2 conselheiros, 10 protetores sociais das primeiras fases da vida de quaisquer de nós, juntos, custaram ao cofre municipal um pouquinho a mais que apenas um(a) única(o) parlamentar.

 Enfim, se cada um(a) de nós não se mobilizar, as injustiças e os desrespeitos continuarão a reinar, trazendo tristeza e não face alegre alguma.

Por fim, não é tarde demais para lutarmos!

#VETA PREFEITO!

quarta-feira, 15 de março de 2023

Campo Alegre – CONSELHO TUTELAR DE LUZIÁPOLIS

NÃO À SUA EXTINÇÃO PELO PREFEITO E PELAS 4 VEREADORAS E PELOS OS 11 VEREADORES

As diversas “Curtas do Foccomal” que você vai ler e, se quiser, imprimir vão tratar do não à extinção do Conselho Tutelar de Luziápolis, distrito de Campo Alegre, às margens da BR-101, entre as cidades de Teotônio Vilela e São Miguel dos Campos.