‘A TODO VAPOR’
'Para Durar"? Em continuação à parte-01 dessa matéria, que pode ser lida e
impressa em - https://fcopal.blogspot.com/2026/01/al-485-ou-rodovia-dona-rosinha-tem.html
- porque é uma leitura muito importante. Mas, publicamente, também ficam silenciadas, sob o pretexto de não desagradar administrações e legislaturas “amigas”, em “participações” administrativas e em conivências com irregularidades bastante sabidas.
Estranhamente, a grande maioria de "possíveis corruptos" é reeleita e até mesmo eleita sem praticamente dificuldade alguma.
Exemplo claro dessa situação é a Rodovia AL-110, que liga Penedo à Rodovia BR-316, no chamado Trevo do Cuscuz [vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=ljvWYrwG9wU], no povoado Vila Aparecida, no Município Taquarana.
Inacreditável!
Mas a obra da duplicação na referida Rodovia AL-110, em um trecho de cerca de 25 quilômetros, entre a Rodovia AL-220, em Arapiraca, e a Rodovia BR-101, em São Sebastião, bem antes de terminar, tem bons trechos já, acredite, em conserto ou “recapeamento”, sem que haja quaisquer explicações das gestões estaduais e do respectivo legislativo, bem como da CGEAL (Controladoria Geral de Alagoas) e TCEAL (Tribunal de Contas de Alagoas) [vídeo: ?].
Como detalhe irônico, no Dia da Enferma e do Enfermo, quando transitávamos pela Rodovia AL-115, vindo de Girau do Ponciano para São Sebastião, ouvíamos em uma rádio de Arapiraca, o senhor Governador deste Estado dizer que a duplicação seria terminada em “maio”, sem taticamente mencionar o ano.
Detalhe percebido pelo militante e conselheiro da saúde, Daniel Nunes de Oliveira.
Mas... Como dizia Pasteur: “A diferença entre o possível e o impossível está na vontade humana”. No particular, na vontade das classes dirigentes e das entidades fiscalizantes das obras estaduais.
Na Rodovia BR-101, em diversos pontos, a duplicação também ainda não terminou, mas já precisa de consertos. Aliás, por grave que seja, de consertos dos consertos. São Miguel dos Campos, Joaquim Gomes e Pilar que o digam.
Mas saindo dos mundos Estadual e Nacional, e retornando aos territórios municipais, em São Sebastião, a situação é até pior, diga-se.
Em 65 anos de emancipação, diversas "pontes" caíram dentro do Riacho Perucaba. Considerando as diversas reclamações da população de vários povoados daquela região, a administração do então prefeito Zé Pacheco construiu uma nova ponte, que aqui vamos chamá-la da 2ª e cara e estranha ponte, ligando diversos povoados, especialmente os limítrofes da Malhada da Onça e do Belisca Pau, sob o Riacho Perucaba.No entanto, a 2ª ponte caiu em menos de 2 anos de construída e da festa da sua inauguração, sem que as pessoas saibam quanto realmente a sua obra e sua festas custaram à população.
Outra está sendo construída no mesmo local. Segundo um dos engenheiros com quem conversamos, a nova ponte agora vai ser feita prá 'durar'.
A placa posta em 2 locais, ainda no ano passado, diz que a obra dessa nova e 3ª ponte sairá em fevereiro, próximo. Mas, há cerca de 4 meses, por lá estivemos em Vistoria Popular e verificamos que dificilmente a obra será entregue no prazo colocado na placa, mesmo em uma visão de pessoas leigas em construções de pontes municipais.
O forte e considerado receio é que os serviços sejam feitos "a todo o vapor" e tenham que ser refeitos em muito breve, como na AL-110, sob risco de a nova ponte também desmaiar Perucaba a dentro.
Em textos anteriores, os fatos já foram publicizados nas redes sociais e em blogues: ONGUE DE OLHO EM SÃO SEBASTIÃO: O MAL FEITO JÁ DERRUBOU UMA PONTE E A PLACA DA - PARTIDO DOS TRABALHADORES E DAS TRABALHADORAS SÃO-SEBASTIÃOENSES: PONTES REPERCUTEM NOS SILÊNCIOS e ONGUE DE OLHO EM SÃO SEBASTIÃO: PLACA MAL FEITA ESCONDE O QUÊ?
Em conversa com 2 cidadãos, um na comunidade "Banda de Lá', encravada no povoado Malhada da Onça, e outro no povoado Belisca Pau, soubemos que a quantidade de operários que lá estavam trabalhando nunca houve antes, mas mesmo assim entendem que a ponte não sairá no prazo.
'Espero que o Inverno não chegue, senão ficamos ilhados", disse-nos um deles. O nobre trabalhador rural concluiu a sua compreensível angústia, sob a perspectiva de um assunto comum à sociedade brasileira, atualmente: "deve ser coisa de orçamento secreto, de emenda parlamentar".
Algo aparentemente tolice, mas bastante interessante é que na placa anterior da caída 2ª ponte, informava-se que ela era a ponte do "Povoado Belisca Pau" e a placa da nova ou 3ª ponte diz que ela é no "Povoado Malhada da Onça", apesar de ser no mesmo local.
Por que a mudança do nome do povoado da localização da mesma?
Uma Professora que não quer o seu nome divulgado, mas que por lá passa constantemente, conjectura e levanta a suspeita que é para ninguém ficar sabendo que a recente e festejada ponte anterior já caiu.Pode ser isto, realmente, até porque outros motivos jamais foram publicizados à população.
Retornando à desasfaltada Rodovia Dona Rosinha, objeto desses relatos e esclarecimentos, na mencionada 4ª-feira percorremos os 14 quilômetros da mesma e percebemos a gravidade das desinformações divulgadas nas redes sociais e na imprensa, e das silenciadas e omitidas ruins situações da obra.
Por quê?
Bem... Que se saiba, os motivos não foram divulgados.
Mas nas conversas se levantaram algumas hipóteses. 2 delas, apesar de algo ruim para as populações da região, podem fazer e trazer reais percepções de simulações.
A outra seria a proximidade das eleições nacionais e as críticas que o desasfaltamento e os maus gastos dos dinheiros públicos no montante de R$50 (cinquenta milhões de reais) podem provocar em candidaturas federais ou estaduais (e até mesmo municipais).
Por isso, pela 1ª vez, o abandono da Rodovia AL-485 e o uso enganativo dela, tornou-se objeto massivo de debates populares e de cobranças públicas nos municípios São Sebastião e Feira Grande, e outros, bem como da continuação de relatos e de fotos e de vídeos, no sentido de buscar explicações sobre os destinos dos mais de R$50 milhões que foram destinados às obras ainda inacabadas totalmente e que se não forem feitas de quaisquer jeitos para logo ser refeitas, não sairão tão breve.
Aliás, um assustado, mas consciente operário, sob condição de anonimato, disse-nos que: "prá ser entregue até maio é impossível, só se acontecer de qualquer jeito, para em um ano, ou menos de dois, ser totalmente refeita".
Através dessa longa e partida matéria, as populações agradecem a coragem daquele trabalhador, em pleno Dia de nós, Adultas e Adultos. Demais manifestações continuarão na parte 03 da matéria, que
[14/01, 07:31] SE TIVER CORAGEM, DENUNCIE AO POVO
Pois há algo de muito errado sendo feito com pontes e passagens molhadas no Riacho Perucaba.
Essas obras são feitas e refeitas e até rerefeitas etc..
Só para citar em São Sebastião: Brejinho II, Belisca Pau-Malhada da Onça, Malhada da Onça-Belisca Pau, Malhada da Onça-Braúnas, Poço Dantas-Sítio Novo [AL-485] e Bicas-Pedras etc..
Segundo cada Vistoria Popular, essas obras não aguentam uma simples fiscalização de órgãos de controle ou do DER e do DNIT.
Só as nossas omissões ou conivências deixam essas obras de más qualidades acontecerem impunemente.
LUTE TAMBÉM!
Pois a Dona Rosinha, que tanta água e café, e até leite, serviu à população, não deixará a mesma ser enganada por políticos municipais, estaduais e nacionais, a depender do agir dos órgãos de controle e de fiscalização.
A você, ela pede que não deixe de agir, ajudando a pavimentação do trecho da Rodovia AL-485, São Sebastião-Feira Grande-São Sebastião a sair do papel e a deixar de servir para enganar pessoas desatentas."








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