sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

Cosip - PROJETO É ILEGÍTIMO E É INCONSTITUCIONAL

(Em continuação da matéria anterior: http://fcopal.blogspot.com.br/2017/12/nao-expansao-da-cobranca-da.html)

Se fossem aplicadas as constituições nacional, estadual e municipal, os projetos de leis municipais objetos da convocatória-ofício nº078-2017, da Câmara, não seriam aprovados pelo Legislativo, vez que têm tramitação no Executivo e, possivelmente, no próprio Legislativo, irregulares.

Focando-se o debate sobre o projeto de lei municipal nº22-2017, que “dispõe sobre a Cosip”, sem dizer o quê, pode-se alegar que o mesmo é, claramente, irregular, assim como os de números 31, 32 e 33.

Mas... Por que só eles? E os outros 8, de números 23 a 30, por aonde andam? De que tratam?

 
Que não têm pressa, urgência etc.

 
Não só o projeto nº22-2017, os demais também são completamente irregulares, material e formalmente. Estas, a partir daqui, abrangidas pela ampla expressão inconstitucional, vez que realmente o são, se não fosse o déficite de cidadania existente no agir de cada um de nós.

 
Especialmente da Câmara Municipal cujo atuar deveria ser o de representar apenas os interesses da população, nas dimensões dos artigos 1º, 2º e 3º, dentre outros, da Constituição Nacional, além das violentações à legislação abaixo da Constituição.

 
Aliás, bastava somente cada parlamentar cumprir as suas próprias promessas eleitorais. Alguma candidatura prometeu aprovar – à força – os retrorreferido projetos?

 
1ª atualização -

Implementar e efetivar a gestão democrática é um dos deveres dos dois poderes municipais. Também um direito-dever seu. Cunhando na dimensão da cidadania-ativa.
 
A partir das justiças político-legislativas pode-se construir um município com melhor qualidade de vida e de bem-estar social. Conquistas que só se efetivam com planejamento, participação, priorização e fiscalização na aplicação dos dinheiros municipais.   

Percentualmente, a Cosip é um dos tributos de valores maiores pagos por cada contribuinte. Ela tem natureza de tributo municipal regressivo. Enquanto mais pobre, mais paga. Menor consumo, maior percentual.

A sua cobrança é variável. Quando aumenta o valor da energia, aumenta também o valor da Cosip. Algo fácil de perceber na conta de energia, vez que a Cosip é um tributo direto. Você nota, claramente, que paga determinado valor.

O valor da Cosip é absurdamente alto. Daí os milhões da sua arrecadação não terem a prestação de contas divulgada à sociedade. Todavia, esses fatos contam com o agir silencioso de praticamente todas as entidades existentes no Município.

Sem adentrar em particularidades, até porque a sociedade desconhece o teor do projeto, a inconstitucionalidade é formal porque a administração descumpre o que determinam a Lei de Responsabilidade Fiscal e o Estatuto das Cidades, dentre outras “informalidades”, inclusive concretamente inconstitucionais.

Por sua vez, a sociedade também desconhece o teor dos pareceres das comissões parlamentares permanentes. Daí a inconstitucionalidade na tramitação do projeto também na Câmara Municipal.

Qual o teor dos pareceres? Quando o projeto ali foi protocolizado pela administração? Alguém sabe o teor do original do projeto? Se houve alterações, por emenda de parlamentar? Teria havido emenda popular? Qual o teor de cada emenda? Qual a redação atual do projeto, você conhece? Por que a mensagem de encaminhamento do projeto teria chegado sem o teor do mesmo? Qual o texto que realmente vai a Plenário?

 Por que @ parlamentar não pedir vistas, para debater o projeto com o seu partido e com a sociedade em geral?

 (Observação: a PARTE em VERMELHO é a 1ª das atualizações, em razão da urgência do debate, que continuará a ser feito mesmo com a sua aprovação, mas permitindo uma leitura tópica)


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

Cosip - NÃO À EXPANSÃO DA COBRANÇA DA CONTRIBUIÇÃO PARA ILUMINAÇÃO PÚBLICA

São antigas e reiteradas as reclamações contra o “péssimo” serviço municipal de iluminação pública, em Arapiraca, em diversas gestões ali havidas.

Este Fórum já participou de alguns debates sobre a “Questão da Cosip”, inclusive, recentemente, no povoado Batingas, a convite da Comissão de Cidadania do Batingas.
Existem dois detalhes curiosos e de grandíssimas importâncias.
Um deles: quase ninguém debate ou cita os milhões arrecadados por Arapiraca. Dentre os muitíssimos milhões, existem os muitos milhões vindos da arrecadação da Cosip.
Dos R$586.450.483,87, arrecadados em 2016, R$10.186.994,24, são oriundos da cobrança da Cosip (Contribuição sobre Serviços de Iluminação Pública).  
A Cosip é um dos diversos tributos cobrados pelas administrações de Arapiraca, após questionável aprovação de vereadores e de vereadoras.
O tributo municipal em debate, já foi “taxa”. Desde 19 de dezembro de 2002 foi tornado “contribuição”, conforme rebatismo de nossas respeitantes deputadas nacionais e senadoras, à época.
Outro deles: qual administração já publicizou a prestação de contas, mesmo a da Cosip?
Como o dinheiro da iluminação pública foi e é aplicado?
Braços, reatores e lâmpadas, e seus demais custos quanto somam?
Nessa polêmica sobre a expansão da cobrança da Cosip, o 1º ato-passo – além da deficiente (i)realização do referido serviço municipal, naturalmente – deveria ser debater-se a sua arrecadação e os seus custos.
Até porque questionar e debater a “qualidade dos gastos municipais” deveria ser algo sulear para cada um de nós, antes de inventar-se ampliar a cobrança de tributos e de reclamar-se sobre a cobrança dos mesmos.
Não entanto, torna-se difícil acreditar que a maioria de parlamentares da chamada Terra do Fumo topará esse debate.
Mas...
A população arapiraquense - se não se omitir, claro - tem o direito-dever de fazê-lo.
Quem topa?

Em 2015, a arrecadação da Cosip foi de R$7.960.772,56. Com essa informação, responde-se a uma pergunta que chegou ao Foccopa-Al, logo após a divulgação do texto em azul.
>Produção: Fórum de Controle de Contas Públicas em Alagoas – Foccopa-Al
Contatos - Imeio: fcopal@bol.com.br - Blogue - www.fcopal.blogspot.com.br.
Redação: Paulo Bomfim – Integrante do Foccopa-Al
Fontes: Lei Orçamentária Anual, Balanço Municipal e Secretaria do Tesouro Nacional
Data: 16 de dezembro de 2017

quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

COMPLIANCE PRECISA SER PRATICADA

Uma palavra estrangeira, do inglês, compliance ou agir em conformidade com

FALA SOBRE ORÇAMENTO PÚBLICO-5

Conforme nossa fala anterior, pode-se dizer que praticamente todos os orçamentos municipais alagoanos para 2018 são – complemente - inconstitucionais.

Se as instituições de controle agissem, os orçamentos municipais seriam – todos eles - tidos como ilegais e haveria punição para prefeitos e prefeitas, e para vereadores e vereadoras, os produtores das ilegalidades, formais e materiais - há muito conhecidas.

Cada prefeito descumpriu, além das constituições Nacional e Estadual - e até a Municipal - o determinado no artigo 48 da Lei de Responsabilidade Fiscal, quanto às audiências públicas e à participação popular, no mínimo.
 
Descumpriu também – por exemplo - os artigos 4º, 43 e 44, do Estatuto dos Municípios, ou, melhor, das Cidades, como a própria lei se intitula.

Por sua irresponsabilidade e vez, cada câmara municipal, além de não atentar para o que dizem as mencionadas constituições e os artigos 48, da LRF, e 4º, 43 e 44, do Estatuto dos Municípios, descumpre – específica e novamente - o artigo 44, do mesmo Estatuto dos Municípios - na parte a si dirigida - e que a proíbe de aprovar legislação orçamentária que violenta os citados artigos, motivos por que as condições sociais continuarão ruins para todos e todas.

E não é por faltar dinheiro...

Como, estranhamente, pregam.

Mas...

Os roubos desmentem!


 

domingo, 24 de dezembro de 2017

AGRICULTORAS E AGRICULTURES DE POÇO DAS TRINCHEIRAS TIVERAM ORIENTAÇÃO SOBRE O PROGRAMA DE AQUISIÇÃO DE ALIMENTOS

Na palestra, pequenos agricultores e agriculturas receberam informações sobre os princípios do PAA, documentação necessária, elaboração de cada projeto, a chamada pública (edital-convite para participar do PAA), prestação de contas e fiscalização.

As orientações aconteceram na quinta-feira, 21, e foram realizadas pelo Instituto de Inovação para o Desenvolvimento Rural e Sustentável - a antiga Emater - em parceria com a Secretaria Municipal da Agricultura e do Meio Ambiente do Município de Poço das Trincheiras, localizado na região do Alto Sertão alagoano.

O PAA estadual para 2018 tem cerca de R$15 milhões de reais e a proposta de beneficiar 1.875 agricultores e agricultoras, em 78 municípios alagoanos, que estejam organizados em associações ou cooperativas, e que a associação ou a cooperativa esteja com a documentação regular.

A compra da produção de pequenos agricultores, além de beneficiar a categoria profissional, poderá beneficiar cerca de 25 mil famílias, em situação de insegurança alimentar e nutricional, que receberão os produtos por meio de instituições integrantes da rede socioassistencial do Estado.

Segundo Renilmary Alencar, secretária municipal da Agricultura e do Meio Ambiente daquele Município sertanejo, a palestra “trouxe orientações importantes, principalmente sobre a chamada pública”.

“O PAA estadual amplia o mercado para os agricultores familiares, contribui para o desenvolvimento social e passa a combater a fome, também gera emprego e renda”, concluiu Renilmary.

Merenda escolar - Os pequenos agricultores também poderão vender para o PNAE (Programa Nacional de Alimentação Escolar) – a merenda escolar. Ao menos 30% do dinheiro da merenda é para ser investido na agricultura familiar.

Em 2017, Poço das Trincheiras recebeu do FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação) R$392.110,00 para complementar a compra da merenda escolar.

Assim, no mínimo R$117.633,00, deveriam ter sido investidos na compra de produtos da agricultura familiar daquele Município ou mesmo daquela região.

Além do dinheiro para a merenda, o FNDE repassou para Poço das Trincheiras dinheiros para outros programas educacionais. Na tabela a seguir leia quanto cada programa recebeu:

Nome do Programa
Valor
Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE)
114.000,00
PAR – Compromisso Todos pela Educação
741.858,53
Bolsa Atleta
37.800,00
Transporte Escolar
251.139,33
Esgotamento Santitário
10.000,00
Salário Educação
299.001,96
Merenda Escolar
392.110,00

  >Produção: Fórum de Controle de Contas Públicas em Alagoas – Foccopa-Al
Contatos – Imeio:fcopal@bol.com.br – Blogue:fcopal.blogspot.com
Redação: Paulo Bomfim – Integrante do Foccopa-Al
Data: 22 de dezembro de 2017

sábado, 9 de dezembro de 2017

TODOS OS MUNICÍPIOS TÊM DINHEIRO PARA PAGAR O 13º SALÁRIO

Os 102 municípios alagoanos receberam no último 7 de dezembro, o FPM extra ou o Auxílio Financeiro aos Municípios.

Esse FPM extra é um alto valor. Bem superior ao montante devido da gratificação de Natal.

A ideia para criar-se um FPM extra era garantir o pagamento do 13º salário a servidores municipais, efetivos e contratados.

Além de cada gestão poder utilizar a sobra do montante para o pagamento de outras despesas municipais, naturalmente.

Mas algo parece muito estranho.

Gestões municipais não informam à população os montantes dos dinheiros recebidos e nem fazem a prestação de contas sobre os gastos dos dinheiros.

Mas dizem não ter dinheiro para pagar o 13º salário.

Não acredite!

Isso é estória ou alguma fábula político-administrativa.

Então, tenha atitude!

Reclame publicamente; denuncie nas redes sociais ou na imprensa em geral.

Para saber quanto o seu município recebeu de FPM extra – e alguns outros dinheiros – acesse:


http://www.tesouro.fazenda.gov.br/documents/10180/329483/pge_cartilha_afem.pdf

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Palestina2017 - CÂMARA MANTÉM CONTEÚDO DO PARECER PRÉVIO

E com esse resultado Júnior   Alcântara fica Inelegível.
 
Eis o triste fim político-eleitoral de uma jovem pessoa, mas um político velho e que fez o empobrecido povo palestinense sofrer e até algumas pessoas morrerem por faltar cuidados médicos.
 
O opinativo teor do parecer prévio do TCE-Al (Tribunal de Contas do Estado de Alagoas) foi mantido em julgamento realizado pela Câmara Municipal. Lá são 9 vereadores e o resultado do julgamento foi 5 X 0, em razão dos 4 vereadores da oposição terem se ausentado da sessão de julgamento.
 
O esperado resultado foi 

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Palestina2017 - RELATÓRIO DA COMISSÃO DE ORÇAMENTO E FINANÇAS

da Câmara de Palestina opina pela

Palestina2017 - REJEITADAS AS CONTAS DE JÚNIOR ALCÂNTAR

O Tribunal de Contas do Estado de Alagoas (TCE-Al) apresentou parecer prévio em que desaprova a prestação de contas do ex-prefeito Júnior Alcântara.

Cajueiro2017 - RELATÓRIO DA COMISSÃO DE ORÇAMENTO E FINANÇAS...

envergonha tanto que foi deixado apócrifo ou sem as assinaturas de integrantes daquela Comissão parlamentar permanente.
 
Cruz credo!
Como você pode ler, debater e refletir com os mais de 22 mil cajueirenses em http://fcopal.blogspot.com.br/2017/12/cajueiro2017-rejeitadas-as-contas-de.html, o Tribunal de Contas do Estado de Alagoas (TCE-Al) deu parecer prévio pela "reprovação" da prestação de contas do prefeito Antônio Palmery Melo Neto de 2006, em razão das irregularidades político-administrativas apontadas naquele importante documento da lavra do Conselheiro Anselmo Roberto de Almeida Brito, relator do processo nºTC-4812-2007.

Aqui, duas perguntas já podem ser feitas? Aonde estavam os vereadores de 2006 e aonde estão os vereadores e a vereadora de 2017?

As atitudes de duas legislaturas, que distam mais de uma dezena de anos entre elas, são a prova viva da construção da desmoralização do poder legislativo a nível federal, estadual e municipal, especialmente. As câmaras praticamente não cumprem nenhum dos seus papéis institucionais de "análise técnica, jurídica, contábil, administrativa e política", como disse em passagem do relatório sem qualquer assinatura. Parlamentares da Comissão sabem a gravidade do que fazem e especialmente do que deixam de fazer. 
 
 
Os diversos senões, claramente, mencionadas no retrorreferido parecer, além de inúmeras outras, talvez, não analisadas ou não mencionadas naquele histórico documento,
que  
 
(colocar o relatório aqui)

Cajueiro2017 – REJEITADAS AS CONTAS DE PALMERY

O descalabro político-administrativo praticado no Município Cajueiro não é diferente do que ocorre na grande maioria dos demais 101 municípios alagoanos.
É esse descaso de prefeitos e prefeitas, e de vereadores e de vereadoras que faz a população alagoana em geral ser uma das mais empobrecidas do Brasil. E parece que a coisa não muda nada.
Depois de uma década parece que a história cajueirense de más, administração municipal e de atuação de vereadores e de vereadoras, se repentem.

Acredite!

Depois de 11 anos é publicado o teor do parecer prévio do Tribunal de Contas do Estado, reprovando a prestação de contas de 2006, quando o atual prefeito Antônio Palmery Melo Neto, já naquela época, mal administrou aquele Município, situado no Vale do Paraíba, na região da Zona da Mata alagoana, com cerca de 22 mil habitantes.

As más administrações municipais de cada gestão não são desconhecidas de ninguém, em sã consciência crítica e mesmo até para uma ingênua consciência.
O parecer prévio sobre a prestação de contas de 2006 não representa surpresa alguma. Assim, podemos ver em  http://fcopal.blogspot.com.br/2017/12/cajueiro2017-relatorio-da-comissao-de.html
(por o parcer aqui)

sábado, 2 de dezembro de 2017

Campo Grande: É APENAS O TRISTE EXEMPLO DE PRATICAMENTE...

Todos os outros 101 municípios alagoanos e de gente, bem letrada.

De logo, deixa-se claro que pessoas analfabetas ou semialfabetizadas e semialfabetizadas não conseguem surrupiar dinheiros públicos, já que as ações irregulares e os procedimentos para tal necessitam de alto conhecimento técnico e burocrático.
 
Daí, sempre as menções a organizações criminosas das entidades de controle institucional ou para quem faz ações de controle social. 
 
Essas ações para desvios de recursos municipais são quem levam ao empobrecimento da grande parte  população em cada município. Todavia, a população só aparentemente e estranhamente reelege gestões que causam ou causaram prejuízos a ela mesma.
 
Em muitos municípios, alguém chega a ter a aparente "coragem de dizer que esqueceu em quem votou há pouco tempo". 
 
Mas não esquece de fatos de muitos anos antes. É a chamada "corrupção 'intelectual' ou da conveniência".  


Por Blog Roberto Gonçalves 01/12/2017 às 15:41 Agreste - Compartilhe

O promotor de justiça Kleber Valadares pede o afastamento de três membros do primeiro escalão do governo da prefeitura de Campo Grande, município localizado na região Agreste de Alagoas cujo prefeito Arnaldo Higino está preso desde sexta-feira, 24 de novembro.
Em documento encaminhado para a justiça, o representante do Ministério Público Estadual (MPE) solicita que a juíza da comarca de Girau do Ponciano – responsável pelas demandas jurídicas da vizinha cidade de Campo Grande – solicita a suspensão do exercício da função pública para as seguintes pessoas:
José Wilton Santos – Secretário de Administração de Campo Grande
Alex Garcia Oliveira da Silva – Controle Interno da Secretaria de Finanças
Saulo Suel Inácio dos Santos – responsável pelo setor de contratações da Prefeitura de Campo Grande e presidente da CPL (Comissão Permanente de Licitação)
De acordo com os termos do documento que o 7 Segundos teve acesso, o promotor de justiça fundamenta o pedido com base na investigação que apura a suposta prática de crimes durante a gestão de Miguel Joaquim dos Santos Neto, popular Miguel Higino, prefeito de Campo Grande no período de 2013 a 2016.
Por conta do procedimento aberto, Kleber Valadares esteve na sede da Prefeitura de Campo Grande nessa quinta-feira (30) para cumprir mandado de busca e apreensão de documentos.
Contudo, o promotor de justiça encontrou pastas e papéis espalhados no chão, mas nada relativo à contratação de pessoal, tanto durante a gestão de Miguel Higino quanto no atual governo de Arnaldo Higino,
O indício de extravio de documentos fundamenta o pedido de afastamento dos três membros do governo que foi, no mínimo, relapso com a guarda de documentos da prefeitura de Campo Grande.
A bagunça na sede do governo municipal também pode ser entendida como tentativa de obstrução do trabalho do MPE e da justiça, segundo Kleber Valadares. Ele também considera a possibilidade de destruição de provas por parte dos responsáveis pelas licitações da prefeitura de Campo Grande e por isso pede o afastamento dos três nomes acima citados no documento enviado à justiça.
http://minutoarapiraca.cadaminuto.com.br/noticia/19288/2017/12/01/justica-pede-afastamento-de-secretario-e-funcionarios-da-prefeitura-do-agreste."


 

Alagoas2017: PARECE ATÉ QUE NINGUÉM SABIA...

Assim dão a entender determinadas notícias ou informações.
Em recente viagem ao Belo Horizonte, Minas Gerais, essa terra do 2º mensalão do PSDB ou do "mensalão mineiro", lia o livro "Sanguessugas do Brasil", do jornalista Lúcio Vaz. 
 
Nele chego ao capítulo "No Fio da Navalha" e deparo-me com o que praticamente todos e todas alagoan@s comentam em algum momento: a peita e, no seu amplo leque, a corrupção nas terras alagoanas.
 
O pouco falado suborno - até da rede Globo e do Fifagueite, com passagem pela nossa "honesta" CBF - não permite


" Operação Caribdis: ex-governador presta depoimento e nega recebimento de propina

Por Redação 02/12/2017 às 00:13 Polícia

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Foto: Reprodução / Minuto Sertão Ex-governador Teotônio Vilela e ex-secretário Marcos Fireman

Em depoimento à Polícia Federal (PF) na tarde desta sexta-feira, 01, pela Operação Caribdis, o ex-governador de Alagoas, Teotônio Vilela Filho (PSDB), o irmão dele, o empresário Elias Vilela e o engenheiro da Cohidro, Gerônimo Leonel, negaram ter recebido propina da OAS e da Odebrecht para favorecer as construtoras envolvidas nas obras do Canal do Sertão.

Durante entrevista a TV Gazeta, o delegado Antônio Carvalho disse que apesar da negativa, eles contaram que se reuniram com representantes das construtoras apenas para tratar de assuntos institucionais. O delegado contou que os colaboradores da empresa Odebrecht alegaram que a propina, R$ 2, 1 milhões, teria sido solicitada por Elias Vilela.

Téo Vilela é um dos investigados na Operação Caribdis, que investiga fraudes nas obras do Canal do Sertão e que foi deflagrada pela Polícia Federal na última quinta-feira, 30, com base nas declarações do Alexandre Biselli, um dos delatores da Odebrecht na Operação Lava Jato.

Além do ex-governador, também foram citados nas delações o ex-secretário da Infraestrutura e atual secretário de Ciência e Tecnologia do Ministério da Saúde, Alexandre Fireman, e o ex-secretário executivo da Infraestrutura Fernando Nunes.

Na delação, Biselli afirmou que Teotônio Vilela organizava e distribuía os lotes do canal do sertão antes de qualquer licitação, sem saber a empresa que seria vencedora do processo. O acordo foi feito com as empresas Odebrecht, OAS e Queiroz Galvão, entre os anos de 2209 e 2014, período em que Vilela era governador do estado.

Atualmente, as obras do trecho 4, citado pela PF como alvo das investigações, estão ameaçadas paralisar por falta de verba.

http://www.cadaminuto.com.br/noticia/313430/2017/12/02/operacao-caribdis-ex-governador-presta-depoimento-e-nega-recebimento-de-propina
"
" passando-se pela Fafatão falado .  Nesses dias,