quarta-feira, 2 de agosto de 2017

DIREITO À MORADIA POR QUÊ?

O direito social à moradia está previsto no artigo 6º da atual Constituição e em diversas leis, nacionais e internacionais, tratados etc.

Ao longo dos tempos, o conceito e a definição da palavra moradia foram modificados e ampliados pelas ciências humanas e exatas.

Antes, a moradia era apenas uma “casa” ou um imóvel de “quatro paredes e um teto” para proteger a pessoa das intempéries. “Era apenas “um ‘teto’ para morar”.

Atualmente, quando se diz moradia quer se dizer uma casa em boas condições de habitalibilidade.

Vai além de ter um teto para morar.

A casa precisa estar em local seguro, com serviços públicos como iluminação pública, água, luz, calçamento e esgoto.

Deve propiciar também acesso à escola, creche, transporte público e lazer. Ter limpeza pública e coleta de lixo."

A Defensoria Pública da União (DPU), bem como, em cada Comarca, a Defensoria Pública do Estado e a Promotoria de Justiça têm importante papel na garantia do direito à moradia e representam a pessoa de baixa renda em diversos casos e aspectos para garantia desse fundamental direito humano.

Assim, força ocupadores e ocupadoras do Conjunto Habitacional 28 de Julho. Tenhamos certeza, que as lutas em que estão frutificarão.
 
A habitalibilidade - ou digna moradia - será conquista, na luta!
 
>Paulo Bomfim – Integrante da Ongue de Olho em São Sebastião

Imeio: ongdeolhoss@bol.com.br – Blogue:onguedeolho.blogspot.com

Data: 31 de Julho (aniversário da Mariana) de 2017

terça-feira, 18 de julho de 2017

INJUSTIÇA ORÇAMENTÁRIA E DESIGUALDADE SOCIAL SÃO CONSTRUÍDAS POR LEI MUNICIPAL



11 VEREADORES E 4 VEREDORAS, 15 PARLAMENTARES, GASTAM MAIS DO TRIPLO DA AGRICULTURA, QUASE O DOBRO DA ASSISTÊNCIA SOCIAL E MAIS DE 10 VEZES QUE A CULTURA

Para piorar, olham-se os gastos de Lazer, R$276.000,00, de Transporte, R$2.199.534,15, e de Desporto, R$491.110,19, 3 das políticas públicas municipais essenciais para as infâncias e para as juventudes. Quase não dá para fazer comparação entre eles.

Que descaso, senhora prefeita e senhores vereadores e senhoras vereadoras!
Gastos da Câmara somaram R$10.772.377,74. Os da Agricultura: R$3.016.998,87. Eis o custo de cada vereador e de cada vereadora: R$718.158,52, em 2016, ou R$59.846,54, por cada mês. Se 15 famílias custam tanto, qual será, então, o custo de cada família agricultora?

Quanto Arapiraca movimentou em 2016: R$586.450.483,87, oriundos da arrecadação própria e das transferências, nacional e estadual. São gastos correntes e gastos de capital.

Como se percebe, essas enormes diferenças entre gastos municipais em Arapiraca retratam as poucas debatidas, mas muito sentidas injustiça orçamentária e desigualdade social, reinantes.

Para se ter um reforço nas ideias da injustiça orçamentária e da desigualdade social, praticadas pela administração municipal e pela respectiva câmara, basta comparar o alto gasto do Legislativo com outros dois aspectos do descaso.

Os quase-não-gastos municipais, como Direitos e Cidadania, R$676.782,28; Habitação Urbana, R$75.675,71; Gestão Ambiental, R$220.868,99; Ensino Infantil, R$4.344.600,87; Criança e Adolescente, R$3.431.101,20; Assistência Comunitária, R$3.156.548,97. E mesmo assim, ainda há questionamentos sobre a real qualidade desses gastos.

Os efetivos-não-gastos Comunicação, R$00,00; Habitação Rural, R$00,00; Saneamento Básico Rural, R$00,00; Ensino Especial, R$00,00; Assistência à Pessoa Idosa, R$00,00; Assistência às Pessoas com Deficiência, R$00,00, também. E etc..

Os gastos desses quase-não-gastos municipais seriam essenciais para melhorar a vida de milhares de pessoas arapiraquenses. O gasto com Cultura, R$964.251,00, é uma das dimensões da injustiça e da desigualdade social e da construção do poder da violência.

Sim!

Talvez você não acredite, mas alguns sérios estudos já colocam a equação ódio-violência como um efetivo suprapoder, a comandar os poderes formalmente constituídos.

O grande contingente da empobrecida população de Arapiraca, que tanto precisa da Assistência Social, gastou um pouco mais da metade do gasto de 15 parlamentares: R$6.587.650,17. Eis uma das razões pela qual a Câmara fica muda e não cumpre o seu papel institucional e político-legislativo.

Mas...

Apesar das claras e indiscutíveis injustiça orçamentária e desigualdade social por que passa a população arapiraquense, lideranças de diversos segmentos sociais não debatem sobre o orçamento municipal e não interferem sobre a forma de utilização dos dinheiros municipais?

Que misterioso silêncio!

Ou mesmo uma ação de omissão bastante pensada para não qualificar os certos conflitos.

A situação dos gastos municipais de Arapiraca e de outros municípios foi debatida no 3º Roda de Debates, acontecido nessa data, em São Sebastião.

>Produção: Fórum de Controle de Contas Públicas em Alagoas – Foccopa-Al
Contatos - Imeio: fcopal@bol.com.br - Blogue - www.fcopal.blogspot.com.br.
Redação: Paulo Bomfim – Integrante do Foccopa-Al
Fontes: Secretaria do Tesouro Nacional, Banco do Brasil S. A. e Controladoria Geral da União
Data: 09-07-2017

CONSELHEIRO DO TRIBUNAL DE CONTAS TOMA POSSE



A partir de hoje, o Plenário do Tribunal de Contas do Estados de Alagoas passa a contar com um conselheiro oriundo do Ministério Público de Contas, Rodrigo Siqueira Cavalcante.

Após judicialização que começou em 2012, o TCE

domingo, 9 de julho de 2017

INJUSTIÇA ORÇAMENTÁRIA: 11 VEREADORES GASTAM MAIS QUE O DOBRO DA AGRICULTURA

E, para piorar, a Cultura e o Lazer nada receberam
Que descaso!

Os gastos da Câmara somaram R$1.344.131,40. Os da Secretaria de Agricultura: R$589.095,68. O custo de cada vereador: R$122.193,76. Lá não existe vereadora.
 
Isto em 2016.
 
Quando Porto Real arrecadou R$40.603,790,83, sendo R$39.892.420,88, de receitas correntes, e R$711.369,95, de receitas de capital.

Com se percebe, a agricultura teve menos da metade do dinheiro da Câmara.
 
Essa enorme diferença entre gastos municipais em Porto Real do Colégio retrata a pouco debatida, mas muito sentida injustiça orçamentária.
 
Para se ter ideia da injustiça orçamentária praticada naquele histórico município do Baixo São Francisco, basta comparar o alto gasto da Câmara com outros (não)gastos municipais, como Cultura R$00,00; Direitos e Cidadania, R$00,00; Habitação, R$00,00; assistência à pessoa idosa, R$00,00, e às pessoas com deficiência, R$00,00.
 
Os gastos desses não-gastos municipais seriam essenciais para melhorar a vida de muitas pessoas colegienses.
 
Não é somente!
 
O grande contingente da empobrecida população de Porto Real, que tanto precisa da assistência social, gastou menos que 11 parlamentares: R$822.609,74. Eis uma das razões pela qual a Câmara fica muda e não cumpre o seu papel institucional e político-legislativo.
 
Além de zero na Cultura, outras políticas públicas fundamentais para o desenvolvimento das juventudes daquele Município foram desprezadas por quem tanto ganha dinheiro da população colegienses.
 
O Lazer também foi zerado e, acredite, o Desporto recebeu apenas míseros R$159.415,45. Prefeito e vereadores de então esqueceram que a prática desportiva é saúde, é educação, é entretenimento etc. 
 
Mas...
 
Apesar da clara e indiscutível injustiça orçamentária, por que a população colegiense e as lideranças dos diversos segmentos sociais não debatem sobre o orçamento municipal e não interferem sobre a forma de utilização dos dinheiros municipais?
 
Que estranho silêncio!
 
A situação dos gastos municipais de Colégio foi debatida no 3º Roda de Debates, acontecido nessa data, em São Sebastião.
 
>Produção: Fórum de Controle de Contas Públicas em Alagoas – Foccopa-Al
Contatos - Imeio: fcopal@bol.com.br - Blogue - www.fcopal.blogspot.com.br.
Redação: Paulo Bomfim – Integrante do Foccopa-Al
Fontes: Secretaria do Tesouro Nacional, Banco do Brasil S. A. e Controladoria Geral da União
Data: 09-07-2017

sexta-feira, 2 de junho de 2017

SENSO ESCOLAR COMEÇA E VAI ATÉ FINAL DE JULHO



As escolas públicas e privadas têm até 31 de julho próximo para realizarem e enviarem o senso escolar de 2017.

As direções das escolas e as gestões municipais, especialmente, não podem deixar de realizar o senso escolar.

Os pais e as mães de alunos e alunas devem ficar atentos para cobrar da direção da escola a efetivação do senso.